Sexta-feira, 07.06.13

Xina: sidade verde sira halo aldeia kankru suburbanu sira nian

Iha sidade barak xinés nian, folin ambientál ba dezenvolvimentu lalais ida hanesan klaru: ár labele respira no bee la’ós potável. Ladún klaru maka folin hamoos nian.



 

Hahú tinan 1990, programa National Model Cities for Environmental Protection sa’e daudaun iha pelumenus, sidade 76 iha nasaun hanesan ezemplu sustentabilidade urbanu nian ho baze iha kritériu sira ba ár moos nian, dalan lahó foer no parke públiku ne’ebé luan.

 

Tuir The Guardian, akadémiku norte-amerikanu ida passa tinan barak hodi projeta ligasaun ida entre senáriu rua ne’e. “Ha’u hanoin katak barak liu hosi sidade-modelu sira mós iha aldeia kankru nian – ida, rua ka tolu” Lee Liu, profesór jeografia iha University of Central Missouri, hatete.

 

Liu argumenta iha livru foun ida katak ambisaun Xina nian ba sidade verde sira halo ona aldeia kankru sira iha ninia ninin, bainhira governu munisipál sira hadook fábrika sira ba área sira ne’ebé ladún haree ninia impaktu ambientál sira.

 

Prova sientífiku karik bele liga taxa moras sira nian ba poluisaun ne’ebé fábrika sira ne’e halo, maibé iha dúvida barak. “Oinsá ita bele hatudu katak fábrika poluente ida maka halo kankru? Ita labele”, Liu esplika.

Ligasaun ne’e la’ós diretu. Akadémiku ne’e afirma katak bainhira haree iha mapa, ita bele haree konjuntu sira “sidade verde” nian. Ka, iha nafatin perigu, transfere de’it ba sentru boot sira ninia ninin.

 

Sapo TL no Green Savers

horadoplaneta às 17:44 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

China: cidades verdes criam aldeias de cancro suburbanas

Na maioria das cidades chinesas, o custo ambiental de um desenvolvimento rápido é óbvio: o ar torna-se irrespirável e a água não potável. Menos óbvio é certamente o custo de os limpar.



 

Desde o final dos anos 1990, o programa National Model Cities for Environmental Protection tem credenciado, pelo menos, 76 cidades do país como exemplos de sustentabilidade urbana, com base em critérios como ar limpo, ruas sem lixo e amplos parques públicos. No entanto, a China alberga também centenas de aldeias de cancro.

 

Segundo o The Guardian, um académico norte-americano passou anos a projectar uma ligação entre estes dois cenários. “Penso que a maioria das cidades-modelo também têm aldeias de cancro – uma, duas ou três delas”, disse Lee Liu, professor de geografia na University of Central Missouri.

 

Liu argumenta num livro recente que a ambição da China pelas cidades verdes criou aldeias de cancro nas suas periferias, à medida que os governos municipais desviam as fábricas para áreas onde o impacto ambiental é menos visível.

 

A prova científica capaz de ligar as taxas de doenças à poluição emitida por essas fábricas é, contudo, muito ambígua. “Como podemos provar que uma fábrica poluente causou um cancro? Não podemos”, explicou Liu.

 

A ligação é, de facto, indirecta. O académico afirma, contudo, que se se proceder a um mapeamento, veremos uma série de aglomerados em torno das ditas “cidades verdes”. Ou seja, o perigo continua a existir, apenas foi transferido para as redondezas nos grandes centros.

 

Sapo TL e Green Savers

horadoplaneta às 17:29 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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