Segunda-feira, 31.03.14

Japaun aseita desizaun hosi Tribunál Internasionál ne'ebé bandu kasa ba baleia iha Antártiku

Iha loron-segunda ne'e Japaun hatete ona katak, maski "ho deziluzaun maka'as", sei respeita desizaun hosi Tribunál Internasionál Justisa nian ne'ebé bandu ba ró japunés sira hodi halo kasa ba baleia iha Antártiku.

 

 

EPA@ Jeremy Sutton - Hibert

 


"Japaun sei respeita desizaun hosi tribunál hanesan nasaun ne'ebé respeita Estadu direitu nian no hanesan membru responsável komunidade internasionál nian", hatete hosi Koji Tsuruoka, responsável japunés, ba jornalista sira ne'ebé marka prezensa iha sala audiénsia nian iha Haia, Holanda, no akompaña deliberasaun hosi juís Tribunál Internasionál nian.

 

Nune'e tribunál fó razaun ba Austrália ne'ebé akuza ona Japaun hodi halo prátika komersiál ba kasa baleia nian uza razaun ba programa investigasaun sientífiku ida nian.

 

Konsidera katak Tókio la respeita moratóriu tinan 1986 nian ne'ebé bandu kasa ba baleia la'ós hodi uza iha siénsia, Canberra husu ona ba tribunál atu hapara programa Jarpa II (investigasaun) nian.

 

Tuir Austrália, entre tinan 1987 to'o tinan 2009 Japaun kasa ona baleia hamutuk 10.000 no bainhira hahú prosesu ne'e nasaun rua ne'e kompromete ona atu respeita desizaun judisiál nian.

 

Sapo TL/SIC/Lusa

horadoplaneta às 16:30 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Japão aceita decisão do Tribunal Internacional que proíbe caça à baleia no Antártico

O Japão anunciou nesta segunda-feira que, apesar de "profundamente  dececionado", vai respeitar a decisão do Tribunal Internacional de Justiça  que proíbe a caça à baleia no Antártico por navios japoneses.

 

 

EPA@ Jeremy Sutton - Hibert

 

"O Japão vai respeitar a decisão do tribunal como país que respeita  o Estado de direito e como membro responsável da comunidade internacional",  disse aos jornalistas Koji Tsuruoka, responsável japonês, presente na sala  de audiência em Haia, Holanda, e que acompanhou a deliberação do juiz do  Tribunal Internacional. 

 

O tribunal dá assim razão à Austrália que acusou o Japão de prática  comercial de caça à baleia a coberto de um programa de investigação científica.

 

Considerando que Tóquio não está a respeitar uma moratória de 1986 que  proíbe a caça à baleia a não ser que a prática se destine a fins científicos,  Camberra pediu ao tribunal para ordenar o fim do programa Jarpa II (investigação).

 

De acordo com a Austrália, o Japão caçou 10.000 baleias entre 1987 e  2009 e quando o processo começou os dois países comprometeram-se a respeitar  a decisão judicial. 

 

Sapo TL/SIC/Lusa

horadoplaneta às 15:39 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

ONU alerta para mais secas, inundações e incêndios florestais na Europa

O Painel Intergovernamental da ONU sobre Alterações Climáticas (IPCC) alertou nesta segunda-feira para um maior risco de secas, inundações e incêndios florestais na Europa devido aos efeitos das mudanças climáticas tanto a curto como a médio prazo.

 

 

Esta conclusão consta do relatório apresentado nesta segunda-feira em Yokohama (Japão), elaborado por cerca de 500 cientistas/peritos e representantes políticos, em que se analisa o conhecimento atual das mudanças climáticas e o seu impacto no Homem e na natureza em diferentes pontos do mundo.

 

Trata-se de "um dos mais completos relatórios científicos da História", afirmou o secretário da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Michel Jarraud, durante a apresentação do documento, em conferência de imprensa.

 

"Já que não há nenhuma dúvida de que o clima está a mudar", apontou, sublinhando que "95% destas mudanças se ficam a dever à ação humana".

 

O relatório apresentado hoje pelo IPCC - criado pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente e pela OMM - analisa os efeitos das alterações climáticas atualmente e a médio (entre 2030 e 2040) e a longo prazo (2080-2100), tendo em conta um aquecimento global de entre 2 e 4 graus centígrados, baseado em projeções atuais.

 

No caso da Europa, as mudanças climáticas vão provocar um aumento das restrições de água devido à "significativa redução da extração dos rios e aquíferos subterrâneos" combinada com a subida da procura para irrigação, energia, indústria e uso doméstico, refere o documento, citado pelas agências internacionais.

 

Este processo intensificar-se-á, em determinadas áreas do continente, devido a uma maior perda de água através do seu processo natural de evaporação, particularmente no sul da Europa", detalha o documento.

 

Outro risco assinalado para a Europa prende-se com o aumento das vagas de calor, as quais são passíveis de ter um impacto negativo na saúde e no bem-estar públicos, na produtividade laboral, na produção agrícola e na qualidade do ar, bem como elevar o risco de incêndios florestais "no sul da Europa e na região boreal da Rússia".

 

No relatório, o IPCC alerta, além disso, para a maior probabilidade de inundações nas zonas costeiras devido à crescente urbanização, ao aumento do nível do mar e à erosão da costa.

A fim de atenuar estes riscos, o IPCC insta os líderes políticos a tomarem medidas para reforçar os sistemas de vigilância, advertindo para "eventos climáticos extremos", bem como a melhorarem a gestão de recursos hídricos e as políticas para promover a poupança de água ou para combater os fogos florestais.

 

"Reduzir estes riscos dependerá da nossa capacidade de mitigar os efeitos das mudanças climáticas e de os adaptar às nossas sociedades", destacou Chris Field, vice-presidente deste grupo de trabalho da ONU.

 

O presidente do IPCC, Rajendra Pachauri, sublinhou, em particular, a necessidade de se reduzirem as emissões de gases com efeito estufa, um fator "do qual dependerá aquilo que acontecer em muitas partes do mundo nos próximos anos".

 

Sapo TL/SIC/Lusa

horadoplaneta às 14:13 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Hora do Planeta 2014 no mundo

No passado dia 29 de Março foi a Hora do Planeta, uma iniciativa que começou em Sydney em 2007 e junta centenas de milhões de pessoas em todo o mundo, seja qual for a sua raça, religião, cultura e situação geografica numa acção simbólica em defesa do ambiente, um momento único de contemplação do planeta e celebração do compromisso de protegê-lo durante todo o ano.

 

Veja aqui a Hora do Planeta no mundo inteiro:

 

horadoplaneta às 13:13 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 28.03.14

Isaac Cordal: artista plástiku ne'ebé obsekadu ho alterasaun klimátiku sira (ho Foto)

Alterasaun klimátiku sira no kapitalizmu ninia hahalok aat sira dalabarak konsideradu hanesan ameasa rua boot liu iha mundu modernu. Maibé ema barak seidauk haree di'ak ameasa sira ne'e.

 

 

Atu esplika di'ak liu problema sira ne'e ba populasaun, Isaac Cordal oferese hanoin foun ida kona-bá kestaun sira ne'e liuhosi ninia série provokativu sira iha eskultura ki'ik sira ne'ebé dezafia sosiedade.

 

Organizadu di'ak tebes, lahó nesesidade espozisaun nian, eskultura ki'ik sira ne'e organizadu iha série oioin no halo parte hanesan arte iha dalan nian. Série ida maka "“Waiting for Climate Change” ("Hein alterasaun klimátiku sira") ne'ebé artista ne'e halo instalasaun oioin no balun iha bee laran hodi bolu atensaun ba nível tasi-been ne'ebé aas. Eskultura ki'ik sira relata senáriu apokalíptiku sira iha konsekuénsia hosi falta asaun no indiferensa relasionadu ho kestaun ambientál sira. Senáriu sira ne'e hanesan mós metáfora hodi halo sosiedade mout, refere hosi Inhabitat.

 

Hodi retrata septisizmu kona-bá autoridade, Cordaal baibain halo ninia figura ki'ik sira ho forma polítiku no emprezáriu sira iha situasaun ladún di'ak ne'ebé sira rasik halo. Iha "Follow the Leaders” ("La'o tuir líder sira"), série seluk ida, artista ne'e fó atensaun ba públiku kona-bá perigu sira bainhira tuir riku no perigozu sira ninia hakarak.

 

Hanesan ho klon ki'ik-oan sira, figura sira ne'e hanesan ho ema negósiu no polítiku sira nian. Instalasaun ne'e hanesan referénsia ba kolapsu kapitalizmu nian, retrata saida maka bele akontese ba prédiu aas sira ka ba ema sira ho pasta no gravata bainhira sistema finanseiru lakon.

 

Sapo TL ho Green Savers PT

horadoplaneta às 15:26 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Isaac Cordal: o artista plástico obcecado com as alterações climáticas (com Fotos)

As alterações climáticas e os males do capitalismo são muitas vezes considerados como as duas maiores ameaças do mundo moderno. Mas muitas pessoas aparentam ter problemas em visualizar tais ameaças.

 

 

Para elucidar melhor a população para estes problemas, Isaac Cordal oferece uma nova perspectiva sobre estas questões através das suas séries provocativas de pequenas esculturas que desafiam a sociedade.

 

Cuidadosamente organizadas, sem necessidade de exposição, estas pequenas esculturas estão organizadas em diversas séries e constituem-se como uma forma de arte de rua. Uma destas séries é “Waiting for Climate Change” (“À espera das alterações climáticas”), onde o artista criou várias instalações efémeras e parcialmente submersas para chamar à atenção para a subida o nível da água do mar. As pequenas esculturas relatam cenários apocalípticos das consequências da inacção e apatia perante as questões ambientais. Os cenários são também uma metáfora para o afundar da sociedade, refere o Inhabitat.

 

Para retratar o cepticismo sobre a autoridade, Cordal normalmente cria as suas pequenas figuras sob a forma de políticos e empresários em situações desagradáveis criadas por eles próprios. Em “Follow the Leaders” (“Seguir os Líderes”), uma outra série, o artista adverte o público para os perigos de seguir as vontades dos ricos e perigosos.

 

À semelhança de pequenos clones, as figuras idênticas assemelham-se a homens de negócios e políticos de meia-idade. Esta instalação é uma alusão ao colapso do capitalismo, retratando o que poderia acontecer aos arranha-céus e aos homens de pasta e gravata assim que o sistema financeiro desaparecesse.

 

Sapo TL com Green Savers PT

horadoplaneta às 15:11 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 26.03.14

Poluição obriga mais uma cidade chinesa a limitar a compra de automóveis

Mais uma cidade chinesa, Hangzhou, decidiu limitar a compra de automóveis, um luxo até há pouco tempo inacessível, mas que nos últimos três anos se tornou uma grande fonte de poluição e um quebra-cabeças urbano.

 

EPA @ Adrian Bradshaw

 

A partir do dia 26 de Março 2014, para tentar melhorar a qualidade do ar e aliviar o trânsito, o governo municipal de Hangzhou restringiu para 80.000 o número de automóveis que podem ser vendidos anualmente na cidade, uma das mais turísticas do país.

 

Oitenta por cento das novas matrículas serão sorteadas e as restantes vão a leilão, com uma base de licitação de 10.000 yuan (cerca de 1.200 euros).

Capital da próspera província de Zhejiang, na costa leste da China, e sede de um município com cerca de oito milhões de habitantes, Hangzhou é a sexta cidade chinesa a limitar a venda de automóveis, depois de Pequim, Xangai, Cantão, Guiyang e Tianjin.

 

As autoridades ambientais de Hangzhou estimam que as emissões dos automóveis sejam responsáveis por 39,5% da densidade das partículas PM2.5 que minam a qualidade do ar na cidade.

 

Até há pouco mais de duas décadas, a bicicleta era o único meio de transporte privado a que a esmagadora maioria das famílias chinesas podia aspirar.

Em 2009, a China tornou-se o maior mercado automóvel do mundo, ultrapassando os Estados Unidos da América, mas a densidade de veículos - estimada em cerca de 100 por cada mil habitantes - continua a ser muito inferior aos valores dos países mais desenvolvidos.

 

Apesar das crescentes restrições, em 2013, as vendas de veículos aumentaram 14% e todos os meses, em média, há mais de um milhão de novos automóveis nas estradas chinesas.

 

Sapo TL com Lusa

horadoplaneta às 11:44 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 25.03.14

Poluisaun hamate ema millaun hitu iha tinan 2012, hatete OMS

Estudu hatudu katak ligasaun entre poluisaun no moras fuan sira nian no kankru pulmaun sira maka'as tebes.

Pelumenus ema millaun hitu maka mate ona iha tinan 2012 tanba kontaminasaun ár nian, fó sai hosi estudu ida ne'ebé publika iha loron-segunda ne'e hosi Organizasaun Mundiál Saúde nian (OMS).

 

EPA@ Franck Robichon

 

"Iha globál, liu ema millaun hitu maka mate ona tanba efeitu sira hosi kontaminasaun ár esteriór no doméstiku nian, no rejiaun sira Ázia no Pasífiku nian hanesan rejiaun sira ne'ebé afetadu liu", ho vítima mortál liu millaun 5,9, informa hosi OMS.

Númeru sira aumenta daudaun bainhira kompara ho estudu uluk ne'ebé halo iha tinan 2008. Rezultadu sira hanesan "xokante no preokupa tebes", afirma hosi María Neira, diretora departamentu saúde públiku OMS nian.

 

"Kontaminasaun ár nian, agora, hanesan fatór ambientál ida importante liu ba saúde no afeta mundu tomak, iha nasaun riku sira no mós nasaun kiak sira", nia hatutan.

Rezultadu sira hosi estudu ne'e hatudu katak "risku sira tanba kontaminasaun ár nian agora importante liu duké hanoin sira ne'ebé iha uluk, liuliu bainhira refere ba kardiopatia sira no ba asidente vaskulár serebrál sira".

 

"Risku balun iha impaktu aas iha saúde mundu agora nian duké kontaminasaun ár nian (...) no presiza asaun hamutuk ida hodi halo ár ne'ebé ita uza bele sai moos".

Iha tinan 2012, ema millaun 3,7 mate ona tanba efeitu sira kontaminasaun esternu no millaun 4,3 mate tanba ár domésiku - ahi suar no emisaun sira aparellu iha dapur nian, ne'ebé hamanas ho ai ka karvaun, ka sistema sira hodi hamanas nian.

 

Iha estudu uluk, ne'ebé hala'o iha tinan 2008, OMS kontabiliza ona ema millaun 3,2 ne'ebé mate tanba kontaminasaun ár nian, ne'ebé millaun 1,3 mate tanba konsekuénsia hosi kontaminasaun esternu no millaun 1,9 mate tanba kontaminasaun doméstiku.

Númeru foun sira tinan 2012 nian "hanesan preokupante tebes", Neira hatete, hanoin katak hahalok ida hasoru poluisaun ár nian karik sei "salva moris millaun resin".

Estudu tinan 2012 nian hatudu mós katak iha relasaun ida maka'as entre poluisaun aérea no moras fuan sira nian no kankru pulmaun nian.

 

Sapo TL ho SAPO Saúde

horadoplaneta às 11:52 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Poluição matou sete milhões de pessoas em 2012, diz OMS

Estudo revela que a ligação entre poluição e doenças cardiovasculares e cancro do pulmão é grande.

Pelo menos sete milhões de pessoas morreram em 2012 devido à contaminação do ar, revela um estudo publicado esta segunda-feira pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

EPA@ Franck Robichon

 

"Globalmente, mais de sete milhões de mortes são devidas aos efeitos da contaminação do ar exterior e doméstico, e as regiões da Ásia e do Pacífico são as mais afetadas", com 5,9 milhões de vítimas mortais, informou a OMS.

Os números estão em crescimento se comparados ao estudo anterior, feito em 2008. Os resultados são "chocantes e bem mais preocupantes", afirmou María Neira, diretora do departamento de saúde pública da OMS.

 

"A contaminação do ar é, agora, o fator ambiental mais importante sobre a saúde e todo mundo é afetado, tanto os países ricos como os mais pobres", acrescentou.

Os resultados do estudo apontam que "os riscos devido à contaminação do ar são agora mais importantes do que se pensava, em particular no que se refere às cardiopatias e aos acidentes vasculares cerebrais".

"Poucos riscos têm um impacto superior sobre a saúde mundial atualmente que a contaminação do ar (...) e é necessária uma ação conjunta para tornar o ar que respiramos mais limpo".

 

Em 2012, 3,7 milhões de pessoas morreram na sequência dos efeitos da contaminação externa e 4,3 milhões devido ao ar doméstico - fumo e emissões dos aparelhos de cozinha, aquecidos com madeira e carvão, ou sistemas de calefação.

No estudo anterior, realizado em 2008, a OMS contabilizou 3,2 milhões de mortos por causa da contaminação do ar, dos quais 1,3 milhão foram consequência da contaminação externa e 1,9 milhão da contaminação doméstica.

 

Estes novos números de 2012 "são muito preocupantes", disse Neira, estimando que uma ação contra a poluição do ar poderia "salvar milhões de vidas".

O estudo de 2012 revela ainda que há um vínculo mais forte do que se pensava entre a poluição aérea e as doenças cardiovasculares e o cancro do pulmão.

 

Sapo TL com SAPO Saúde

horadoplaneta às 10:55 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 21.03.14

21 de Março é Dia Internacional das Florestas

Dia 21 de Março é o Dia Internacional das Florestas, uma efeméride instituída pela Assembleia-Geral das Nações Unidas em 2012 e que visa consciencializar sobre a extrema importância das florestas, razão pela qual é imprescindível geri-las de forma sustentável.

 

 

Com efeito, a 21 de dezembro de 2012, a Assembleia-Geral das Nações Unidas adotou a resolução A/RES/67/200, que prevê que o dia 21 de março seja declarado Dia Internacional das Florestas.

Esta data, que coincide com o início da primavera no hemisfério norte, já era de resto assinalada como Dia Mundial da Floresta, desde 1972, por iniciativa da FAO – Organização da ONU para a Alimentação e Agricultura), e também como Dia da Árvore.

Esta última celebração surgiu nos EUA em 1872 pela mão de um habitante do Nebrasca que resolveu organizar uma ação comunitária de plantação de árvores. Desde então é tradicional, neste dia, a realização de ações de plantação de árvores, simbolizando o reconhecimento da sua importância e da importância das florestas.

Os vários tipos de florestas, desde as tropicais às de montanha, cobrem cerca de 31% da superfície continental a nível global, assegurando diferentes funções vitais que vão desde a proteção das bacias hidrográficas que disponibilizam a água doce de que dependemos à captura e armazenamento de carbono, ajudando a combater as alterações climáticas para além de mitigar os seus efeitos.

É assim urgente inverter a tendência de desflorestação a que se assiste na atualidade, que envolve a destruição de 13 milhões de hectares de florestas todos os anos. É este o apelo que Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, faz neste Dia Internacional das Florestas:

“Numa altura em que deliberamos sobre a agenda de desenvolvimento pós-2015, reconheçamos o papel vital das florestas e comprometamo-nos a trabalhar juntos para proteger e gerir sustentavelmente estes ecossistemas vitais”.

Veja aqui o vídeo oficial do Dia Internacional das Florestas:

 

 

Sapo TL com Naturlink

horadoplaneta às 13:28 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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