Sexta-feira, 26.09.14

A água na Terra é mais antiga do que o Sol

Investigadores calculam que metade da água nos oceanos da Terra seja mais antiga do que o próprio Sol. Algumas moléculas da água que bebemos podem ter sido formadas ha 4,5 mil milhões de anos.



EPA@ Reid Wiseman/NASA


O estudo publicado na revista Science concluiu que a assinatura química de alguma da água na Terra só pode ter sido criada se a água tiver tido origem há milhares de anos atrás, antes de ter sido formado o nosso sistema solar. As águas primordiais devem constituir 30 a 50% de toda a água no nosso planeta, noticia o LA Times.

Ilse Cleeves, que coordenou este estudo na Universidade do Michigan, acredita que a água, elemento essencial para a formação da vida, possa ser comum nas fases iniciais de vários planetas jovens, em todo o universo. A maior parte dos investigadores aceita a ideia de que a água possa ter vindo congelada em cometas e asteroides que se formaram em ambientes mais frios e que depois colidem com o nosso planeta ou outros, transportando água de um lado para outro. O planeta Terra terá sido, na sua origem, completamente seco, uma vez que o disco protoplanetário em que foi formado é demasiado quente para permitir a existência de água líquida ou gelada.

Agora a grande questão prende-se com a origem dessa água antes de ter sido transportada. Para responder, os investigadores analisaram a composição química e concluiram que uma em cada três mil moléculas de água é composta por um átomo de deutério em vez do átomo de hidrogénio. O deutério é semelhante ao hidrogénio, mas contém no seu núcleo um protão e um neutrão, o que o torna duas vezes mais pesado.

A água com deutério só pode ser encontrada em circunstâncias muito específicas, nomeadamente ambientes muito frios e com energia suficiente para combinar hidrogénio, deutério e oxigénio. Assim, a água poderá ter uma de duas origens: em nuvens de gases que originaram o sistema solar e o próprio sol ou a violência e energia libertadas com o nascimento de estrelas conduziram ao reprocessamento destes elementos químicos e à origem dos planetas e da água.

com Exame Informática

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Sexta-feira, 12.09.14

Brazil no Indonézia sei kolabora iha área defeza no protesaun ba ai-laran sira

Brazil ho Indonézia sei asina, iha semana oinmai, akordu rua koperasaun nian iha área sira defeza no protesaun ba ai-laran sira, haktuir hosi embaixadór brazileiru iha Indonézia ba Lusa, Paulo Alberto Soares, iha loron-kinta ne'e.


Foto: Barbara Walton/Indonesia Feature Package Wildlife/EPA


Akordu iha área defeza nian ne'ebé sei asina iha loron 29 Setembru iha Brazília, Brazil, envolve defeza marítimu, aeronáutiku, treinu no tranferénsia teknolojia nian, nia adianta no hatutan katak sei hanesan oportunidade negósiu nian, iha tempu ne'ebé ekipamentu defeza nian reprezenta parte barak esportasaun brazileriu nian ba Indonézia.

Aleinde aviaun sira treinu militár Embraer nian no "roket sira" Avibras nian, Brazil bele esporta "ró sira hodi halo patrulla ba illa rihun 17 iha Indonézia", destaka hosi embaixadór.

Akrodu sei asina loron 21 hafoin tomada pose ba Prezidente indonéziu foun, Joko Widodo, ne'ebé defende aposta maka'as iha uzu tasi no transporte marítimu.

Entre loron 13 to'o 17 fulan-Outubru, iha mós Brazília, Ministériu Meiu Ambiente sei asina mós akordu ida hodi proteje no monitoriza ai-laran sira indonéziu nian, iha ámbitu REDD+, mekanizmu ida ne'ebé Nasaun Unidu lansa hodi hamenus emisaun gás sira ho efeitu ne'ebé mosu hosu desflorestasaun no degradasaun florestál nian.

Estudu ida hosi investigadór sira hosi Universidade Maryland nian ne'ebé fó sai  foin lalais ne'e hatudu katak hosi tinan 2000 to'o 2012 Indonézia lakon ona área ai-laran ho tamaña hanesan Irlanda, nune'e, ba dala uluk, halakon Brazil iha taxa desflorestasaun nian.

"Akordu ne'e iha relevánsia polítiku no estratéjiku importante ida, tanba hanesan ai-laran rua boot liu iha mundu no Brazil konsege ona teknolojia ida avansadu liu iha satelit hodi monitora ai-laran sira ne'ebé iha hetan estraga", haktuir hosi Paulo Alberto Soares.

Diplomata hatutan katak programa ne'e hakarak "halo mós ai-laranprodutivu sira lahó estraga" ka kuda fali hafoin ko'a ia sira no la interfere iha "área sira ne'ebé hanesan prezervasaun ba indíjena sira".

"Iha parte finanseiru hanesan interesante ba transferénsia teknolójiku entre nasaun emerjente rua, la halo parte iha nasaun kapitalista tradisionál iha sékulu XX - hosi Europa to'o Estadus Unidus", nia subliña.

Embaixadór brazileiru iha Indonézia adianta mós katak entre fulan-Novembru no fulan-Dezembru nasaun rua ne'e hakarak asina akordu ida koperasaun tékniku nian ne'ebé envolve transferénsia koñesimentu sira, hanesan ezemplu, iha ambiente no enerjia renovável sira, no iha área seluk siénsia no teknolojia nian.

Iha área edukasaun, hahú tinan 2012 nasaun rua ne'e kopera ona liuhosi Fundasaun ba Asosiasaun sira Nasaun Sudeste Aziátiku (ASEAN) nian no hosi Fundasaun Getulio Vargas.

Embaixadór iha esperansa katak Governu indonéziu foun sei hakotu ho blokeiu ba na'an karau brazileiru nian ne'ebé hahú iha tinan 2009, tanba Brazil esporta ba nasaun 130 no oferese presu baratu tebes duké presu sira ne'ebé pratika iha merkadu indonéziu.

Bainhira falla diálogu, esportadór boot na'an karau nian iha mundu sei kestiona formalmente ba Indonézia iha Organizasaun Mundiál Komérsiu nian, hodi defende katak rejiaun esportadór sira, livre hosi febre aftoza ho vasinasaun, laiha ligasaun ho estadu ne'ebé ninia etatutu seidauk hetan rekoñesimentu hosi Organizasaun Mundiál Saúde Animál nian.

Kona-bá na'an manu, Brazil sei aprezenta duni julgamentu formál ida ba restrisaun sira ba importasaun, hanesan "koeln tebes", hatete hosi embaixadór no nia hatutan katak nasaun bele mós "transfere teknolojia hodi hadi'a kualidade manu indonéziu nian", ne'ebé lotuk liu no ladún iha proteina duké brazileiru nian.

Indonézia hanesan parseiru prinsipál komérsiu Brazil nian iha Sudeste Aziátiku, iha tinan 2014 troka komersiál sira entre nasaun rua ne'e sei to'o dolár millaun rihun haat (euro millaun rihun 3,09), haktuir hosi diplomata.

BRazil fa'an, liuliu, aviaun sira, maibé mós soja, batar no algodaun, bainhira Indonézia ninia destake ba esportasaun ba Brazil maka óleu palma, pneu no hena sira.

ho Lusa

horadoplaneta às 12:41 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Brasil e Indonésia vão colaborar nas áreas de defesa e proteção das florestas

O Brasil e a Indonésia vão assinar, nas próximas semanas, dois acordos de cooperação nas áreas de defesa e proteção das florestas, disse à Lusa o embaixador brasileiro na Indonésia, Paulo Alberto Soares neste quinta-feira.


Foto: Barbara Walton/Indonesia Feature Package Wildlife/EPA

 

O acordo na área da defesa, que será assinado a 29 de setembro em Brasília, no Brasil, envolve defesa marítima, aeronáutica, treino e transferência de tecnologia, adiantou, frisando que será uma oportunidade de negócio, numa altura em que os equipamentos de defesa já representam a maior fatia das exportações brasileiras para a Indonésia.

Além dos aviões de treino militar da Embraer e dos 'rockets' da Avibras, o Brasil poderá exportar "navios para patrulhar as 17 mil ilhas da Indonésia", destacou o embaixador.

O acordo será assinado 21 dias antes da tomada de posse do novo Presidente indonésio, Joko Widodo, que tem defendido uma maior aposta no uso do mar e no transporte marítimo.

Entre 13 e 17 de outubro, também em Brasília, o Ministério do Meio Ambiente assinará um acordo para proteger e monitorizar as florestas indonésias, no âmbito do REDD+, um mecanismo lançado pelas Nações Unidas para reduzir as emissões dos gases com efeito de estufa provenientes da desflorestação e da degradação florestal.

Um estudo de investigadores da Universidade de Maryland divulgado recentemente mostrou que, de 2000 a 2012, a Indonésia perdeu uma área florestal do tamanho da Irlanda, superando, pela primeira vez, o Brasil na taxa de desflorestação.

"Este acordo tem uma relevância política e estratégica importante, porque são as duas maiores florestas do mundo e o Brasil conseguiu uma tecnologia muito avançada de satélite para monitorar as florestas onde há desmatamento", frisou Paulo Alberto Soares.

O diplomata acrescentou que o programa visa também "tornar as florestas produtivas sem destruir", ou seja, replantar imediatamente após recolher a madeira, e não interferir nas "áreas que são de preservação dos indígenas".

"Interessante, mais até do que o lado financeiro, é a transferência tecnológica entre dois países emergentes, fora do contexto dos tradicionais países capitalistas do seculo XX - da Europa e os Estados Unidos", sublinhou.

O embaixador brasileiro na Indonésia adiantou também que entre novembro e dezembro os dois países têm previsto assinar um acordo de cooperação técnica, que envolva transferência de conhecimentos, por exemplo, em ambiente e energias renováveis, e outro nas áreas de ciência e tecnologia.

No campo da educação, desde 2012 que os dois países cooperam através da Fundação da Associação dos Países do Sudeste Asiático (ASEAN) e da Fundação Getulio Vargas.

O embaixador tem esperança de que o próximo Governo indonésio acabe com o bloqueio à carne bovina brasileira que vigora desde 2009, até porque o Brasil exporta para 130 países e oferece preços mais baratos do que os que se praticam no mercado indonésio.

Se o diálogo falhar, o maior exportador de carne bovina do mundo irá questionar formalmente a Indonésia na Organização Mundial do Comércio, defendendo que as regiões exportadoras, livres da febre aftosa com vacinação, estão isoladas dos estados cujo estatuto ainda não foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal.

Quanto à carne de frango, o Brasil vai mesmo apresentar um julgamento formal das restrições às importações, o que é "muito desgastante", confessou o embaixador, salientando que o país pode também "transferir tecnologia para melhorar a qualidade do frango indonésio", que é mais magro e com menos proteínas do que o brasileiro.

A Indonésia é o principal parceiro comercial do Brasil no Sudeste Asiático, sendo que em 2014 as trocas comerciais entre os dois países deverão rondar os quatro mil milhões de dólares (3,09 mil milhões de euros), segundo o diplomata.

O Brasil vende, sobretudo, aviões, mas também soja, milho e algodão, enquanto o destaque das exportações indonésias para o Brasil vai para o óleo de palma, pneus e tecidos.

com Lusa

horadoplaneta às 11:02 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 10.09.14

Seul sei instala pontu karegamentu sira hidroelétriku nian ba smartphone

Kapitál mundiál ba smartphone hetan ona dalan inovadór ida no hanesan belun ambiente nian hodi karega telemóvel millaun resin no dispozitivu móvel sira seluk ne'ebé ezisti iha sidade.

 


Nune'e, Seul, iha Koreia-Súl, sei instala estasaun lima karegamentu nian ne'ebé fonte enerjia hosi mini turbina elétriku tolu, jera ho enerjia ne'ebé mai hosi mota artifisiál iha Cheonggyecheon, ne'ebé atravesa kapitál koreanu.

Dezenvolvimentu no instalasaun ba pontu karegamentu sira sei hala'o hosi start-up ida, Enomad, ne'ebé indika katak estasaun sira sei bele karega smartphone ida entre oras ida ka oras rua no tablet ida entre oras tolu ka oras haat ho enerjia ne'ebé prodús hosi turbina sira ne'ebé sei hetan watt 15 to'o watt 20.

Bainhira projetu-pilotu durante fulan tolu hetan susesu, estasaun sira karegamentunian bele aumenta no instaladu iha kilómetru 10.8 sira iha besik mota, refere hosi Inhabitat.

Koreia-Súl hanesan nasaun teknolójiku ida iha mundu. Hamutuk 70% resin hosi populasaun millaun 50 iha nasaun iha pelumenus smartphone ida, ne'ebé reprezenta taxa boot penetrasaun mundiál nian. Ekipamentu ida ne'e hanesan populár tenes nune'e maka Governu lansa ona kampaña ida hodi kombat vísiu ba smartphone. Nasaun iha mós banda larga ida lalais liu iha mundu no iha ona planu atu aumenta rede nasionál ba internet 5G iha tinan 2018 oinmai, ho teste sira ne'ebé sei hala'o durante Jogu Olímpiku sira Invernu nian.

ho Green Savers

horadoplaneta às 11:39 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Seul vai instalar pontos de carregamento hidroeléctricos para smartphones

A capital mundial dos smartphones encontrou uma maneira inovadora e amiga do ambiente para carregar os milhões de telemóveis e outros dispositivos móveis existentes na cidade.

 

 

Desta forma, Seul, na Coreia do Sul, vai instalar cinco estações de carregamento que são ser alimentadas por três mini turbinas eléctricas, gerando energia a partir do rio artificial de Cheonggyecheon, que atravessa a capital coreana.

O desenvolvimento e instalação dos pontos de carregamento está a cargo de uma start-up, a Enomad, que indica que as estações vão conseguir carregar um smartphone entre duas a três horas e um tablet entre três e quatro horas com a energia produzida pelas turbinas, que deverão gerar entre 15 a 20 watts.

Caso o projecto-piloto de três meses tenha sucesso, as estações de carregamento podem ser expandidas e instaladas ao longo dos 10,8 quilómetros do rio, refere o Inhabitat.

A Coreia do Sul é uma das nações mundiais mais tecnológicas. Mais de 70% dos 50 milhões de habitantes do país têm pelo menos um smartphone, o que representa a maior taxa de penetração mundial. Este tipo de equipamentos é tão popular que o Governo lançou uma campanha para combater o vício dos smartphones. O país tem ainda a banda larga mais rápida do mundo e planeia aumentar a rede nacional para a internet 5G já em 2018, com os testes a decorrerem durante os Jogos Olímpicos de Inverno.

com Green Savers

horadoplaneta às 11:09 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 05.09.14

Sientista sira deskobre dinosauru ho metru 25 no tonelada 58 iha Arjentina

Naruk metru 25 no aas metru ualu, todan tonelada 58 no, maski nune'e, iha hela faze kresimentu nian. NE'e hanesan diagnóstiku hosi dinosauru ne'ebé hakoi iha rejiaun Patagónia nian, no konsideradu ona hanesan animál boot ida ne'ebé karik uluk moris iha Rai. Boot tebes hodi halo investigadór sira bolu nia ho naran Dreadnoughtus – hanesan omenajen ba ró funu nian ne'ebé nunka lakon iha Funu Mundiál Dahuluk.



Tuir The New York Times, ne'ebé maka avansa notísia iha minutu balun, katak animál ninia ruin sira agora hili hela iha Patagónia hanesan animál ida kompletu liu ne'ebé maka hetan hosi dinosauru ida nian. Lidera hosi paleontolojista Kenneth J. Lacovara, hosi Universidade Drexel, Filadélfia, iha Estadus Unidus, grupu serbisu ne'e esplika ba Scientific Reports katak ninia ruin sira boot tebes.

"Ha'u iha ruin ho tonelada 16 iha ha'u ninia laboratóriu", esplika hosi Lacovara ne'ebé maka deskobre fósil iha tinan 2005. Eskavasaun fósil ne'e demora tinan haat, no ruin sira ne'e halo viajen ba Filadélfia liuhosi tasi iha tinan 2009. Presiza tinan haat hodi "monta" ruin sira no estuda ninia ruin liu 200 resin ne'ebé reprezenta 45% dinosauru ne'e.

 



Dreadnoughtus moris iha tinan millaun 84 no millaun 66, halo parte iha grupu dinosauru saurópode sira ne'ebé koñesidu ho naran titanosauru.

Investigadór sira halo ona teste ba ruin sira no publika ona modelu 3D ba ruin ida-idak, hodi tulun paleontólogu sira seluk atu estuda fósil hosi dook no bele imprimi réplika dimensaun tolu ruin sira nian.

Dinosauru ninia naran kompletu maka Dreadnoughtus schrani, hanesan omenajen ba dreadnought, ró funu ne'ebé nunka lakon iha Funu Mundiál Dahuluk, no ba Adam Schran ne'ebé hanesan emprendedór iha ramu teknolójiku ne'ebé tulun hodi fó osan ba projetu ne'e.

ho Green Savers

horadoplaneta às 15:07 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Cientistas descobrem dinossauro de 25 metros e 58 toneladas na Argentina

Media 25 metros de comprimento e oito de altura, pesava 58 toneladas e, apesar de tudo, ainda estava em fase de crescimento. É este o diagnóstico do dinossauro desenterrado na região da Patagónia, Argentina, e que já é considerado um dos maiores animais que alguma vez viveu na Terra. Tão grande que os investigadores o chamam Dreadnoughtus – em homenagem ao navio de guerra invencível da Primeira Guerra Mundial.

 

 

Segundo o The New York Times, que avançou a notícia há poucos minutos, o esqueleto agora recolhido na Patagónia é um dos mais completos alguma vez encontrado de um grande dinossauro. Liderado pelo paleontologista Kenneth J. Lacovara, da Universidade de Drexel, Filadélfia, Estado Unidos, o grupo de trabalho explicou ao Scientific Reports que os ossos são enormes.

“Tenho 16 toneladas de osso no meu laboratório”, explicou Lacovara, que descobriu o fóssil em 2005. A escavação do fóssil demorou quatro anos, tendo os ossos viajado para Filadélfia, por via marítima, em 2009. Foram precisos outros quatro anos para “montar” o esqueleto e estudar os seus mais de 200 ossos, que representam 45% do dinossauro.

 



O Dreadnoughtus viveu há 84 milhões e 66 milhões de anos, fazendo parte de um grupo de dinossauros saurópodes conhecidos como titanossauros.

Os investigadores fizeram testes a todos os ossos e publicaram os modelos 3D de cada um, o que pode ajudar outros paleontólogos a estudar o fóssil à distância e até imprimir réplicas a três dimensões dos ossos.

O nome completo do dinossauro é Dreadnoughtus schrani, em homenagem ao dreadnought, o navio de guerra invencível da Primeira Guerra Mundial, e a Adam Schran, um empreendedor do ramo tecnológico que ajudou a financiar o projecto.

com Green Savers

horadoplaneta às 14:18 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 03.09.14

Kalifórnia hanesan estadu norte-amerikanu dahuluk maka halakon saku plástiku

Kalifórnia sai hanesan estadu norte-amerikanu dahuluk ne'ebé maka halakon uzu saku plástiku deskartável sira. Norma ne'e karik sei hala'o iha loron 1 fulan-Jullu 2015.




Maski iha ona sidade kalifornianu 124 adopta ona medida hodi regula uzu saku plastiku sira, maibé seidauk konsege implementa norma ne'e iha estadu tomak. Iha tinan 2013, estadu Kalifórnia rasik tenta halakon saku plástiku iha teritóriu tomak, maibé proposta ne'e hetan rejeita.

Nune'e, hafoin dékada ida luta hodi bandu saku plástiku sira, ambientalista no defensór sira medida ne'e afirma katak ne'e sei hanesan dalan di'ak liu atu estadu kalifornianu bele implementa hodi hamenus plástiku ninia restu iha oseanu no rezervatóriu sira bee nian.

"Ami la presiza espekula katak proibisaun saku plástiku sira hanesan dalan di'ak ida. Pelumenus tinan ida ona maka kalifornianu millaun 10 resin maka moris ona lahó saku plástiku hosi supermerkadu sira iha sira ninia komunidade", haktuir hosi Mark Murray, diretór-ezekutivu ONG Californians Against Waste. "Proibisaun saku sira hamenus restu no poluisaun ne'ebé plástiku halo no hamenus kustu ba superfísie komersiál sira", nia hatutan.

Agora, atu norma ne'e bele aprova hosi Senadu kalifornianu nian presiza de'it katak lejislasaun tenki asina hosi governadór Jerry Brown hodi sai efetivu hanesan lei, ne'ebé karik sei akontese iha loron 30 fulan-Setembru, haktuir hosi Inhabitat. Dalan ne'e sei afeta farmásia no supermerkadu sira hahú tinan 2015 no loja hemun no konveniénsia sira hahú iha tinan oinmai.

ho Green Savers

horadoplaneta às 12:07 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Califórnia é o primeiro estado norte-americano a banir os sacos de plástico

A Califórnia tornou-se no primeiro estado norte-americano a banir o uso de sacos de plástico descartáveis. A norma deverá entrar em vigor a 1 de Julho de 2015.



 

Embora já 124 cidades californianas tenham adoptado medidas para regular o uso de sacos de plástico, nunca se tinha conseguido implementar a norma em todo o estado. Em 2013, o próprio estado da Califórnia tentou banir os sacos de plástico em todo o território, mas a proposta foi então rejeitada.


Assim, depois de uma década de luta pela proibição do saco de plástico, ambientalistas e defensores da medida afirmam que esta será a maneira mais eficiente que o estado californiano pode implementar para reduzir os detritos de plástico nos oceanos e reservatórios de água.

“Já não temos de especular se a proibição dos sacos de plástico é uma boa medida. Cerca de 10 milhões de californianos vivem já sem os sacos de plástico dos supermercados nas respectivas comunidades há pelo menos um ano”, indica Mark Murray, director-executivo da ONG Californians Against Waste. “A proibição dos sacos reduz os detritos e poluição causada pelo plástico e diminui os custos para as superfícies comerciais”, acrescenta.

Agora, para que a norma foi aprovada pelo Senado californiano é apenas necessário que a legislação seja assinada pelo governador Jerry Brown para ser efectivada como lei, o que poderá acontecer já a 30 de Setembro, refere o Inhabitat. A medida vai afectar farmácias e supermercados a partir de 2015 e lojas de bebidas e de conveniência a partir do ano seguinte.

com Green Savers

horadoplaneta às 11:44 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 01.09.14

Tansá maka ita tenki uza protetór ba loron nian?

horadoplaneta às 15:38 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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