Sexta-feira, 12.09.14

Brazil no Indonézia sei kolabora iha área defeza no protesaun ba ai-laran sira

Brazil ho Indonézia sei asina, iha semana oinmai, akordu rua koperasaun nian iha área sira defeza no protesaun ba ai-laran sira, haktuir hosi embaixadór brazileiru iha Indonézia ba Lusa, Paulo Alberto Soares, iha loron-kinta ne'e.


Foto: Barbara Walton/Indonesia Feature Package Wildlife/EPA


Akordu iha área defeza nian ne'ebé sei asina iha loron 29 Setembru iha Brazília, Brazil, envolve defeza marítimu, aeronáutiku, treinu no tranferénsia teknolojia nian, nia adianta no hatutan katak sei hanesan oportunidade negósiu nian, iha tempu ne'ebé ekipamentu defeza nian reprezenta parte barak esportasaun brazileriu nian ba Indonézia.

Aleinde aviaun sira treinu militár Embraer nian no "roket sira" Avibras nian, Brazil bele esporta "ró sira hodi halo patrulla ba illa rihun 17 iha Indonézia", destaka hosi embaixadór.

Akrodu sei asina loron 21 hafoin tomada pose ba Prezidente indonéziu foun, Joko Widodo, ne'ebé defende aposta maka'as iha uzu tasi no transporte marítimu.

Entre loron 13 to'o 17 fulan-Outubru, iha mós Brazília, Ministériu Meiu Ambiente sei asina mós akordu ida hodi proteje no monitoriza ai-laran sira indonéziu nian, iha ámbitu REDD+, mekanizmu ida ne'ebé Nasaun Unidu lansa hodi hamenus emisaun gás sira ho efeitu ne'ebé mosu hosu desflorestasaun no degradasaun florestál nian.

Estudu ida hosi investigadór sira hosi Universidade Maryland nian ne'ebé fó sai  foin lalais ne'e hatudu katak hosi tinan 2000 to'o 2012 Indonézia lakon ona área ai-laran ho tamaña hanesan Irlanda, nune'e, ba dala uluk, halakon Brazil iha taxa desflorestasaun nian.

"Akordu ne'e iha relevánsia polítiku no estratéjiku importante ida, tanba hanesan ai-laran rua boot liu iha mundu no Brazil konsege ona teknolojia ida avansadu liu iha satelit hodi monitora ai-laran sira ne'ebé iha hetan estraga", haktuir hosi Paulo Alberto Soares.

Diplomata hatutan katak programa ne'e hakarak "halo mós ai-laranprodutivu sira lahó estraga" ka kuda fali hafoin ko'a ia sira no la interfere iha "área sira ne'ebé hanesan prezervasaun ba indíjena sira".

"Iha parte finanseiru hanesan interesante ba transferénsia teknolójiku entre nasaun emerjente rua, la halo parte iha nasaun kapitalista tradisionál iha sékulu XX - hosi Europa to'o Estadus Unidus", nia subliña.

Embaixadór brazileiru iha Indonézia adianta mós katak entre fulan-Novembru no fulan-Dezembru nasaun rua ne'e hakarak asina akordu ida koperasaun tékniku nian ne'ebé envolve transferénsia koñesimentu sira, hanesan ezemplu, iha ambiente no enerjia renovável sira, no iha área seluk siénsia no teknolojia nian.

Iha área edukasaun, hahú tinan 2012 nasaun rua ne'e kopera ona liuhosi Fundasaun ba Asosiasaun sira Nasaun Sudeste Aziátiku (ASEAN) nian no hosi Fundasaun Getulio Vargas.

Embaixadór iha esperansa katak Governu indonéziu foun sei hakotu ho blokeiu ba na'an karau brazileiru nian ne'ebé hahú iha tinan 2009, tanba Brazil esporta ba nasaun 130 no oferese presu baratu tebes duké presu sira ne'ebé pratika iha merkadu indonéziu.

Bainhira falla diálogu, esportadór boot na'an karau nian iha mundu sei kestiona formalmente ba Indonézia iha Organizasaun Mundiál Komérsiu nian, hodi defende katak rejiaun esportadór sira, livre hosi febre aftoza ho vasinasaun, laiha ligasaun ho estadu ne'ebé ninia etatutu seidauk hetan rekoñesimentu hosi Organizasaun Mundiál Saúde Animál nian.

Kona-bá na'an manu, Brazil sei aprezenta duni julgamentu formál ida ba restrisaun sira ba importasaun, hanesan "koeln tebes", hatete hosi embaixadór no nia hatutan katak nasaun bele mós "transfere teknolojia hodi hadi'a kualidade manu indonéziu nian", ne'ebé lotuk liu no ladún iha proteina duké brazileiru nian.

Indonézia hanesan parseiru prinsipál komérsiu Brazil nian iha Sudeste Aziátiku, iha tinan 2014 troka komersiál sira entre nasaun rua ne'e sei to'o dolár millaun rihun haat (euro millaun rihun 3,09), haktuir hosi diplomata.

BRazil fa'an, liuliu, aviaun sira, maibé mós soja, batar no algodaun, bainhira Indonézia ninia destake ba esportasaun ba Brazil maka óleu palma, pneu no hena sira.

ho Lusa

horadoplaneta às 12:41 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Brasil e Indonésia vão colaborar nas áreas de defesa e proteção das florestas

O Brasil e a Indonésia vão assinar, nas próximas semanas, dois acordos de cooperação nas áreas de defesa e proteção das florestas, disse à Lusa o embaixador brasileiro na Indonésia, Paulo Alberto Soares neste quinta-feira.


Foto: Barbara Walton/Indonesia Feature Package Wildlife/EPA

 

O acordo na área da defesa, que será assinado a 29 de setembro em Brasília, no Brasil, envolve defesa marítima, aeronáutica, treino e transferência de tecnologia, adiantou, frisando que será uma oportunidade de negócio, numa altura em que os equipamentos de defesa já representam a maior fatia das exportações brasileiras para a Indonésia.

Além dos aviões de treino militar da Embraer e dos 'rockets' da Avibras, o Brasil poderá exportar "navios para patrulhar as 17 mil ilhas da Indonésia", destacou o embaixador.

O acordo será assinado 21 dias antes da tomada de posse do novo Presidente indonésio, Joko Widodo, que tem defendido uma maior aposta no uso do mar e no transporte marítimo.

Entre 13 e 17 de outubro, também em Brasília, o Ministério do Meio Ambiente assinará um acordo para proteger e monitorizar as florestas indonésias, no âmbito do REDD+, um mecanismo lançado pelas Nações Unidas para reduzir as emissões dos gases com efeito de estufa provenientes da desflorestação e da degradação florestal.

Um estudo de investigadores da Universidade de Maryland divulgado recentemente mostrou que, de 2000 a 2012, a Indonésia perdeu uma área florestal do tamanho da Irlanda, superando, pela primeira vez, o Brasil na taxa de desflorestação.

"Este acordo tem uma relevância política e estratégica importante, porque são as duas maiores florestas do mundo e o Brasil conseguiu uma tecnologia muito avançada de satélite para monitorar as florestas onde há desmatamento", frisou Paulo Alberto Soares.

O diplomata acrescentou que o programa visa também "tornar as florestas produtivas sem destruir", ou seja, replantar imediatamente após recolher a madeira, e não interferir nas "áreas que são de preservação dos indígenas".

"Interessante, mais até do que o lado financeiro, é a transferência tecnológica entre dois países emergentes, fora do contexto dos tradicionais países capitalistas do seculo XX - da Europa e os Estados Unidos", sublinhou.

O embaixador brasileiro na Indonésia adiantou também que entre novembro e dezembro os dois países têm previsto assinar um acordo de cooperação técnica, que envolva transferência de conhecimentos, por exemplo, em ambiente e energias renováveis, e outro nas áreas de ciência e tecnologia.

No campo da educação, desde 2012 que os dois países cooperam através da Fundação da Associação dos Países do Sudeste Asiático (ASEAN) e da Fundação Getulio Vargas.

O embaixador tem esperança de que o próximo Governo indonésio acabe com o bloqueio à carne bovina brasileira que vigora desde 2009, até porque o Brasil exporta para 130 países e oferece preços mais baratos do que os que se praticam no mercado indonésio.

Se o diálogo falhar, o maior exportador de carne bovina do mundo irá questionar formalmente a Indonésia na Organização Mundial do Comércio, defendendo que as regiões exportadoras, livres da febre aftosa com vacinação, estão isoladas dos estados cujo estatuto ainda não foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal.

Quanto à carne de frango, o Brasil vai mesmo apresentar um julgamento formal das restrições às importações, o que é "muito desgastante", confessou o embaixador, salientando que o país pode também "transferir tecnologia para melhorar a qualidade do frango indonésio", que é mais magro e com menos proteínas do que o brasileiro.

A Indonésia é o principal parceiro comercial do Brasil no Sudeste Asiático, sendo que em 2014 as trocas comerciais entre os dois países deverão rondar os quatro mil milhões de dólares (3,09 mil milhões de euros), segundo o diplomata.

O Brasil vende, sobretudo, aviões, mas também soja, milho e algodão, enquanto o destaque das exportações indonésias para o Brasil vai para o óleo de palma, pneus e tecidos.

com Lusa

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