Sexta-feira, 09.01.15

Dezde dezastre Fukushima maka fós sai hosi teste sira radioatividade nian

Dezde dezastre iha Fukushima, iha tinan 2011, maka fós nebe kuda iha Japaun hatudu nível aas ba radioatividade nian.


 

Tinan ne'e, no ba dala uluk dezde dezastre naturál. maka fó hatudu nível ki'ik radioatividade nian bazeia iha padraun sira seguransa nian nebe implementa hosi Governu japaun nian.

Fonte governu nian hatete katak verifika ona fós ho tonelada 360.000 no hatudu nível radioatividade nebe ki'ik hosi valór nebe estipuladu hosi Governu.

"Tanba kuantidade fós iha nível ki'ik durante tinan tolu ikus ne'e iha ami nia teste sira indika katak ami foti desizaun loos sira", hatete hosi Tsuneaki Oonami, ofisiál Governu nian nebe haktuir hosi Inhabitat.

Hafoin dezastre nukleár Fukushima nian, Japaun tenki hapara nia esportasaun ikan no agríkola sira, nebe prejudika maka'as agrikultór no peskadór japunés sira. Hasai ona bandu sira, maibé tanba iha beibeik radiasaun nebe sai hosi sentrál iha nasaun balun, liuliu iha Koreia-Súl, maka laiha importasaun ba produtu hahán hosi Japaun.

ho Green Savers

horadoplaneta às 15:33 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Arroz passa pela primeira vez nos testes de radioactividade desde o desastre de Fukushima

Desde o desastre de Fukushima, em 2011, que o arroz cultivado no Japão apresentava elevados níveis de radioactividade.



Este ano, e pela primeira vez desde o desastre nuclear, o arroz colhido apresenta níveis de radioactividade abaixo dos padrões de segurança implementados pelo Governo nipónico.

Fontes governamentais indicaram que 360.000 toneladas de arroz foram verificadas e todas apresentavam níveis de radioactividade abaixo dos 100 becqueréis, o valor estipulado pelo Governo.

“O facto de a quantidade arroz que não passa os nossos testes tem vindo consistentemente a diminuir ao longo dos últimos três anos indica que estamos a tomar as decisões certas”, indica Tsuneaki Oonami, oficial do Governo, cita o Inhabitat.

Depois do desastre nuclear de Fukushima, o Japão foi forçado a suspender as suas exportações pesqueiras e agrícolas, o que prejudicou severamente os agricultores e pescadores do país. As restrições foram já levantadas, mas devido às constantes fugas de radiação da central vários países, nomeadamente a Coreia do Sul, continuam a não importar produtos alimentares do Japão.

com Green Savers

horadoplaneta às 15:22 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

"Guerra à poluição" declarada pelo Governo chinês já começou

As multas por atentados ao meio ambiente na China começaram finalmente a doer, indicando que a "guerra à poluição" anunciada pelo Governo não era uma ameaça retórica.



Foto: How Hwee Young/EPA


Seis empresas de Taizhou, na província de Jiangsu, leste da China, foram condenadas a pagar 160 milhões de yuan (cerca de 22 milhões de euros) por terem descarregado 25.000 toneladas de detritos químicos para dois rios, na maior multa do género ordenada por um tribunal chinês.

A histórica multa, anunciada no penúltimo dia de 2014 pelo mais alto tribunal provincial de Jiangsu, terá de ser paga a um fundo de proteção ambiental até ao final deste mês.

Confirmando o veredicto da primeira instancia que julgou o caso, em agosto passado, o tribunal superior de Jiangsu salientou que as referidas descargas causaram "grave poluição".

Em 2007, a China National Petroleum Corporation, uma das mais lucrativas empresas do país, pagou apenas uma multa de 1 milhão de yuan (137.000 euros) depois de uma explosão numa das suas subsidiárias de Jilin, nordeste da China, ter contaminado o rio Songhua com benzina.

Na altura, a multa foi apresentada como a mais pesada que a Administração Estatal da Proteção Ambiental podia impor, mas a limpeza do rio acabou por custar ao Estado 7.840 milhões de yuan (1.070 milhões de euros).

"Os poluidores não têm motivação para mudar. Em vez de resolverem o problema, preferem pagar as multas. É mais barato", disse à agência Lusa há um ano Ma Jun, diretor da organização não-governamental Institut of Public and Environmental Affairs (IPE) e um dos mais conhecidos ambientalistas chineses.

Neste aspeto, o clima parece estar a mudar.

"Iremos declarar guerra à poluição e lutaremos contra ela com a mesma determinação com que combatemos a pobreza", prometeu o primeiro-ministro, Li Keqiang, em março passado.

Mais de metade dos rios e lagos chineses estão poluídos. Em Pequim e outras grandes cidades a qualidade do ar atinge muitas vezes o nível de "altamente poluído".

"Temos de mudar o modo como a energia é produzida e consumida", prometeu também Li Keqiang.

Nos primeiros nove meses de 2014, as agências ambientais participaram à polícia 1.232 casos envolvendo suspeitas de crimes ambientais - mais 526 do que o total de 2013 e mais do que em toda a década anterior, indica um documento do Ministério da Proteção Ambiental divulgado em dezembro passado.

O preço ambiental da trepidante industrialização da China tornou-se demasiado caro e a poluição passou a ser uma das principais fontes de insatisfação social, a par da corrupção e das crescentes desigualdades sociais.

Como também salientou Ma Jun na referida entrevista, "há dez anos, muitas pessoas ainda pensavam que a China era um país pobre e, antes de pensar em proteger o ambiente, precisava de desenvolver-se".

"A situação, agora, é muito diferente. Cada vez há mais pessoas a compreender que é essencial ter água boa, ar limpo e comida segura", acrescentou o ambientalista.

com Lusa

horadoplaneta às 12:40 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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