Segunda-feira, 15.06.15

Natureza reklama aldeia xineza ida nebe abandonadu

Iha dékada hirak ikus ne'e, Xina husik ona nia ruralidade no transforma ona iha nasaun ida nebe industrializadu liu iha mundu.


 

Ohin loron, imajen sira hosi Pekin, Xangai, Tianjin ka Guangzhou to'o iha mundu tomak hanesan prova grandeza hosi Xina: edifísiu modernu sira, metrópole konsumista sira.

 

Maibé, iha tempu liubá Xina hanesan nasaun rurál ida. Aldeia no vila barak maka populasaun sira husik ona, sira nebe sai hosi aldeia hodi ba sidade boot, no aldeia sira ne'e sai abandonadu.

 

Shengsi, arkipélagu ida ho illa atus resin lokalizadu iha mota Yangtze, iha vila piskatóriu oioin, nebe neineik, natureza sei halakon.

 

Tuir Good, fotógrafu Tang Yuhong hasai sira nia retratu hosi aldeia ida, iha illa Goqui, nebe kór matak taka. Hanesan iha pasadu laiha ema ida maka hela iha fatin ne'e.

 

Atu haree foto sira, klika iha: Aldeia xineza sira nebe abandonadu

 

ho Green Savers

horadoplaneta às 17:04 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Como a natureza reclama uma aldeia chinesa abandonada

Nas últimas décadas, a China deixou para trás muita da sua ruralidade e transformou-se numa das nações mais industrializadas do mundo.

 

 

Hoje, imagens de Pequim, Xangai, Tianjin ou Guangzhou chegam a todo o mundo como provas da grandiosidade chinesa: edifícios modernos, metrópoles consumistas.

 

Porém, há bem pouco tempo a china era um país rural. Muitas destas aldeias e vilas foram deixadas pelos seus habitantes, que partiram em busca da grande cidade, e muitas delas ficaram para sempre abandonadas.

 

Shengsi, um arquipélago com centenas de ilhas localizadas na boca do rio Yangtze, tem várias vilas piscatórias que, a pouco e pouco, estão a ser engolidas pela natureza.

 

Segundo o Good, o fotógrafo Tang Yuhong retratou uma delas, na ilha de Goqui, que está literalmente coberta de verde. Como se ninguém alguma vez por lá tivesse passado, quanto mais vivido.

 

Para ver mais fotos, clique em: As aldeias chinesas abandonadas

 

com Green Savers

horadoplaneta às 16:45 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Papa Francisco konvida atu "renova atensaun" hasoru "degradasaun ambientál"

Papa Francisco konvida horisehik atu "renova atensaun hasoru degradasaun ambientál no rekuperasaun ba ida ne’e iha kada teritóriu", wainhira anunsia publikasaun iha loron 18 juñu hosi nia ensíklika kona-ba meiu ambiente.

 

 

"Ensíklika ne’e diriji ba ema hotu atu bele simu nia mensajen no moris iha responsabilidade ba uma komun ne’ebé Maromak tau fiar mai ita", adianta papa, hafoin selebra Angelus, iha Praça de São Pedro repleta.

 

Títulu ne’ebé sai primeira ensíklika Francisco nian- tanba ida anteriór "Luz da fé" (Lumen Fidei) hakerek ona parsialmente hosi nia antesesór, Bento XVI - maka "Laudato si (louvado seja), kona-ba kuidadu ba uma komun'.

 

'Laudato si' hanesan fraze inisiál hosi Kántiku Kriatura São Francisco de Asís nian, hakerek iha 1225.

 

Ensíklika ne’e mós hanesan dokumentu pontifísiu daruak hafoin ezortasaun apostólika "Evangelii Gaudium" (A alegria do Evangelho).

 

Francisco ko’alia kona-ba meiu ambiente iha nia-diskursu barak no nia fraze ne’e famoza iha ne’ebé sita hosi ansiaun ida ne’ebé hatete ba nia: "Maromak sempre perdua, ema dalaruma, Rai nunka perdua".

 

Hodi aprezenta dokumentu, pontífise hili reprezentante hosi Igreja katólika, prezidente Konsellu Pontifísiu Justisa no Dame nian, kardeál Peter Turkson, maibé mós Giovanni Zizioulas, reprezentante hosi patriarkadu ortodoxo Konstantinopla, ne’ebé ativu tebes iha defeza ba ekolojia.

 

Integra komisaun ne’ebé aprezenta ensíklika laiku ida, sientista Schellenhuber, fundadór no diretór Institutu Potsdam ba investigasaun kona-ba impaktu alterasaun klimátika.

 

Maski ladauk koñese konteúdu ensíklika nian ne’ebé hakerek iha español, publikasaun ne’e to’o uluk kontrovérsil balun kona-ba mensajen no posível krítika ba sistema ekonómiku no finanseiru atuál hanesan ba grupu ho poder ka multinasionál petrolífera.

 

Krítika ba sistema atuál ekonómiku ne’ebé papa realiza ona iha okaziaun oi-oin, wainhira akuza sosiedade katak hanoin de’it iha manan no la iha ema.

Kardeál hosi Honduras Oscar Rodríguez Maradiaga, koordenadór hosi grupu ne’ebé hanaran "C9" ne’ebé ajuda Francisco iha reforma ne’ebé adotadas iha Kuria no ne’ebé lee dokumentu, afirma katak ida ne’e hanaran"testu delisiozu", ne’ebé delikadu kona-ba kestaun balun.

 

Maradiaga mós fó sai katak sei ba ko’alia lolos kona-ba responsabilidade ne’ebé empreza sira iha nune’e hodi kastigu sira ne’ebé kontra planeta.

 

"Ida ne’e sei book ita hotu hodi reflete", adianta.

 

Durante voo ne’ebé fila hikas hosi viajen ne’ebé halo ba Filipina iha fulan-Janeiru, Francisco fó sai ona katak nia hakarak atu ninia encíclica bele publika iha fulan-Juñu atu nune’e bele fó sai molok Cimeira kona-ba Clima de Paris ne’ebé sei hala’o iha fulan-Dezembru.

 

SAPO TL ho Lusa

horadoplaneta às 06:16 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Papa Francisco convida a "renovar a atenção" perante a "degradação ambiental"

O papa Francisco convidou hoje a "renovar a atenção face à degradação ambiental e à recuperação desta em cada território", quando anunciava a publicação a 18 de junho da sua encíclica sobre o meio ambiente.

 

 

"Esta encíclica é dirigida a todos os que possam receber a sua mensagem e crescer na responsabilidade para a casa comum que Deus nos confiou", adiantou o papa, depois celebrar o Angelus, perante uma Praça de São Pedro repleta.

 

O título da que será a primeira encíclica de Francisco - já que a anterior "Luz da fé" (Lumen Fidei) tinha sido escrita parcialmente pelo seu antecessor, Bento XVI - é "Laudato si (louvado seja), sobre o cuidado da casa comum'.

 

'Laudato si' é a frase inicial do Cântico das Criaturas de São Francisco de Asís, escrito en 1225.

 

A encíclica também é o segundo documento pontifício depois da exortação apostólica "Evangelii Gaudium" (A alegria do Evangelho).

 

Francisco falou de meio ambiente em muitos dos seus discursos e é famosa a sua frase em que cita o que uma vez um ancião lhe disse: "Deus perdoa sempre, os homens às vezes, a Terra nunca perdoa".

 

Para apresentar o documento, o pontífice escolheu um representante da Igreja católica, o presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz, cardeal Peter Turkson, mas também Giovanni Zizioulas, representante do patriarcado ortodoxo de Constantinopla, muito ativo na defesa da ecologia.

 

Integra a comissão que apresenta a encíclica um laico, o cientista Schellenhuber, fundador e diretor do Instituto Potsdam para a investigação sobre o impacto das alterações climáticas.

 

Se bem que ainda não se conheça o conteúdo da encíclica escrita em espanhol, a publicação chega precedida de algumas controvérsias sobre qual será a mensagem e a possível crítica aos sistemas económicos e financeiros atuais bem como aos grupos de poder ou multinacionais petrolíferas.

 

Críticas ao atual sistema económico que o papa já realizou em várias ocasiões, ao acusar a sociedade de só se pensar em ganhos e não nas pessoas.

 

O cardeal das Honduras Oscar Rodríguez Maradiaga, coordenador do denominado grupo "C9" que ajuda Francisco nas reformas adotadas na Curia e que leu o documento, afirmou que se trata de "um texto delicioso" que vai por "o dedo na ferida" sobre algumas questões.

 

Maradiaga também adiantou que vai falar muito claramente da responsabilidade que têm as grandes empresas no castigo que se está a infringir ao planeta.

 

"Será uma grande sacudidela que nos fará refletir a todos", adiantou.

 

Durante o voo de regresso da viagem que fez às Filipinas em janeiro último, Francisco já tinha adiantado que queria que a sua encíclica se publicasse em junho para que fosse difundida antes da Cimeira sobre o Clima de Paris prevista para dezembro.

 

@Lusa

horadoplaneta às 06:12 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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