Quarta-feira, 01.07.15

Kasadór sira oho metade elefante sira Mosambike nian iha tinan lima nia laran

Estudu foun ida hosi Wildlife Conservation Society, nebe apoia hosi Governu Mosambike nian, hatudu katak kasadór ilegál sira oho kuaze metade hosi elefante sira iha nasaun ne'e tanba nia marfín iha tinan lima ikus ne'e.


 

Populasaun elefante nia tuun ba 48%, nebe hanesan diminuisaun ida hosi animál 20.000 ba animál 10.300. "Númeru tuun ne'e relasionadu ho kasa nebe maka'as hasoru animál sira ne'e iha nasaun", bele le iha dokumentu hosi organizasaun internasionál, nebe haktuir hosi Guardian.

 

Zona remota sira hosi norte Mosambike nian, nebe inklui Rezerva Nasionál Niassa, sai hanesan zona nebe afetadu liu no koresponde ba 95% hosi elefante sira nebe mate no rejista iha períudu tempu ne'e. Populasaun iha rejiaun ne'e tuun hosi 15.400 ba 6.100 elefante.

 

Númeru elefante sira nebe mate aas tebes iha zona ida ne'e mosu tanba kasadór sira nebe to'o hosi Tanzánia, nebe populasaun elefante sira nia lakon tiha ona. "Problema boot maka governasaun. Norte sai nafatin hanesan área ida kiak no remota, nível alarmante ida ba korupsaun", hatete hosi diretór Wildlife Conservation Society iha Mosambike, Alastair Nelson. "Polísia balun iha norte no iha fronteira simu osan no dalaruma empresta sira nia arma ba kasadór sira", nia hatutan.

 

Tinan-tinan iha besik elefante 30.000 resin maka mate iha Áfrika, nebe hodi hametin komérsiu ilegál marfin nian. Populasaun elefante atuál afrikanu nian maka hamutuk animál 470.000. Iha sékulu liubá, númeru ne'e sa'e ba millaun resin.

 

ho Green Savers

horadoplaneta às 11:50 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Caçadores mataram metade dos elefantes de Moçambique em cinco anos

Um novo estudo da Wildlife Conservation Society, apoiado pelo Governo de Moçambique, revela que os caçadores furtivos mataram quase metade dos elefantes do território daquele país pelo seu marfim nos últimos cinco anos.


 

O declínio da população de elefantes foi de 48%, o que corresponde a uma diminuição de 20.000 para 10.300 animais. “A quebra deve-se à caça cada vez maior destes animais no país”, lê-se no documento da organização internacional, cita o Guardian.

 

As zonas remotas do norte de Moçambique, que incluem a Reserva Nacional de Niassa, foram das mais afectadas e correspondendo a 95% das mortes de elefantes registadas neste período de tempo. A população nesta região passou de 15.400 para apenas 6.100 paquidermes.

 

O elevado número de mortes de elefantes nesta zona de Moçambique pode ser explicada pela chegada dos caçadores da Tanzânia, onde as populações de elefantes já foram dizimadas. “O maior problema é governação. O norte sempre foi uma área pobre e remota, um nível alarmante de corrupção”, indica o director da Wildlife Conservation Society em Moçambique, Alastair Nelson. “Alguns polícias do norte e da fronteira são subornados e chegam mesmo a emprestar as suas armas aos caçadores”, acrescenta.

 

Estima-se que todos os anos sejam abatidos cerca de 30.000 elefantes em África, o que continua a alimentar o comércio ilegal de marfim. A população actual de elefantes africanos está fixada em 470.000 animais. No século passado, o número ascendia a vários milhões.

 

com Green Savers

horadoplaneta às 11:37 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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