Terça-feira, 28.07.15

Agostu manas no anin ladun bot

Fulan agostu besik tama daudaun no rai-manas, lalehan sei mos no anin mós sei ladun bot. Iha loron 1 temperatuta maxima sei ultrapasa grau 30


CRISTINA QUICLER/ AFP/ Getty Images

 

“Agostu, sei lori loro-matan ninia manas”. Ferik ho katuas sira halo deskrisaun di’ak tebes kona-ba fulan oin.

 

Hahú loron 1, temperature sei aumenta, kalohan ho anin sei lakon. Fulan agostu hanesan époka veraun. Tuir fonte hosi Institutu Portugés do Mar no Atmosfera haktuir ba Expresso katak, iha semana dahuluk temperatuta maxima sei ultrapasa grau 30, liu-liu iha teritóriu kontinentál.

 

Iha fulan jullu ninia rohan sei nebulozidade. Anin sei kontinua to’o tersa-feira no iha fali loron tuir mai, atu iha tasi-ibun no foho leten, anin sei ladun bot.

 

SAPO TL ho Expresso

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Agosto quente e com pouco vento

Agosto está a chegar e traz mais calor, céu limpo e pouco vento. No dia 1 as temperaturas máximas vão ultrapassar os 30 graus


CRISTINA QUICLER/ AFP/ Getty Images

 

 “Agosto, dá o sol no rosto”. A velha máxima popular descreve na perfeição como deverá estar o tempo no próximo mês. A partir de dia 1, sábado, as temperaturas têm tendência a subir e as nuvens e o vento a desaparecer.

 

O oitavo mês do ano prevê-se que seja um típico mês de verão. Segundo avança ao Expresso fonte do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, na primeira semana as temperaturas máximas vão ultrapassar os 30 graus, em praticamente todo o território continental.

 

No que resta de julho haverá alguma nebulosidade. O vento irá manter-se até terça-feira, e nos dias seguintes deverá ser moderado ao final da tarde, no litoral e nas terras altas.

 

@Expresso

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horadoplaneta às 07:44 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Rai-maran iha Mosambike halo ema rihun 135 moris iha situasaun inseguransa alimentár

Rai-maran iha parte súl Mosambike nian afeta ema 135.000, moris tebes iha situasaun inseguransa alimentár, hatete horisehik ba Lusa, portavós hosi Institutu Nasionál Jestaun Kalamidade (INGC).


 

"Ami halo levantamentu no deskobre katak situasaun krítika tebes iha provínsia Gaza no Inhambane [parte súl nasaun nian], afeta ema rihun 138 ", hatete Rita Almeida, iha rohan hosi reuniaun Konsellu Tékniku Emerjénsia Mosambike nian iha Maputu.

 

Hafoin period udan-boot, entre outubru no abril, Mosambike sei afeta hikas hosi kalamidade, rai-maran ne’ebé atinji provínsia iha parte súl nasaun nian, hamosu problema ba atividade agríkola, baze subsisénsia populasaun sira-nian iha zona rekóndita, iha ne’ebé mosambikanu sira hela barak.

 

Tuir dadus ofisiál ne’ebé aprezenta durante reuniaun, jeralmente, setór agráriu iha Mosambike lakon ektare rihun 171 hosi kultura oioin, koresponde ho 3% hosi área ne’ebé kuda ona, hosi sira ne’e 2% destroi hosi udan-boot iha sentru no iha parte norte nasaun nian no 1% larezisti ba rai-maran iha parte súl Mosambike nian.

 

"Iha risku rai-maran atu afeta provínsia sira seluk no, tanba ne’e, ami rejista mós kazu inseguransa alimentár iha zona sira ne’e", adverte Rita Almeida, maibé konsidera katak ambisaun Konsellu Tékniku Emerjénsia maka hadia situasaun família sira ne’ebé afeta iha loron hirak tuir mai.

 

Hanesan forma atu hatan ba nesesidade populasaun sira ne’ebé afetadu, tuir Rita Almeida, Governu mosambikanu sei hala’o planu asisténsia alimentár, ho atensaun espesiál ba provínsia Gaza, ne’ebé presiza tanke bee 22 resin, ho kapasidade litru rihun lima ba populasaun sira.

 

"Ami reforsa provínsia Gaza ho tanke bee, liuliu ba distritu Chigubo no mós Chokwé, ne’ebé sei abastese zona sira seluk", hatete portavós INGC, hatudu katak iha loron hirak tuir mai INGC sei haruka tanke sanulu ba provínsia ne’e.

 

Distritu Chigubo maka atinjidu liu to’o oras ne’e, família 2.500 resin afeta hosi rai-maran no gadu 5.000 resin maka lakon.

 

SAPO TL ho Lusa        

horadoplaneta às 06:31 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Seca em Moçambique coloca mais de 135 mil pessoas em situação de insegurança alimentar

A seca que afeta o sul de Moçambique está a afetar 135.000 pessoas, que se encontram em situação de insegurança alimentar aguda, disse hoje à Lusa a porta-voz do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC).


 

"Nós fizemos o levantamento e constatamos que a situação está mais crítica nas províncias de Gaza e Inhambane [sul do país], com 138 mil pessoas afetadas", disse Rita Almeida, à margem de uma reunião do Conselho Técnico de Emergência de Moçambique em Maputo.

 

Após um período de cheias, entre outubro e abril, Moçambique volta a ser afetado por calamidades, uma seca que está atingir as províncias do sul do país, colocando em causa a atividade agrícola, base de subsistência das populações nas zonas mais recônditas, onde vive a maior parte dos moçambicanos.

 

Segundo os dados oficiais apresentados durante a reunião, no geral, o setor agrário em Moçambique perdeu 171 mil hectares de culturas diversas, o correspondente a 3% da área semeada, do quais 2% foram destruídos pelas cheias durante o período chuvoso no centro e norte do país e 1% não estão a resistir à seca no sul de Moçambique.

 

"Há riscos de a seca afetar outras províncias e, por isso, registarmos também casos de insegurança alimentar nessas zonas", advertiu Rita Almeida, considerando, no entanto, que a ambição do Conselho Técnico de Emergência é melhorar a situação das famílias afetadas nos próximos dias.

 

Como forma de responder às necessidades das populações afetadas, de acordo com Rita Almeida, o Governo moçambicano está levar a cabo planos de assistência alimentar, com especial atenção para a província de Gaza, que precisa de mais 22 tanques de água, com capacidade de cinco mil litros, para as populações.

 

"Estamos a reforçar a província de Gaza com tanques de água, principalmente para os distritos de Chigubo e também de Chokwé, que vão abastecer as outras zonas", disse a porta-voz do INGC, assinalando que o INGC vai enviar, nos próximos dias, dez tanques para aquela província.

 

Só no distrito de Chigubo, o mais atingido até agora, mais de 2.500 famílias foram afetadas pela seca e cerca de 5.000 cabeças de gado foram dadas como perdidas.

 

@Lusa

horadoplaneta às 06:28 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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