Quarta-feira, 14.10.15

UNESCO defende kombinasaun tradisaun no siénsia hodi prevene risku dezastre

UNESCO defende ohin kombinasaun prátika no matenek tradisionál ho koñesimentu sientífiku hodi prevene risku dezastre ho forma efikás no sustentável, bainhira komemora Loron Internasionál ba Redusaun Dezastre Naturál.


 

Foto: Epifânio Sarmento @SAPO TL

 

"Ita la bele ignora koñesimentu ne’ebé disponível mai ita; maibé, ita tanke haboot no integra koñesimentu no esperiénsia iha ne’ebé de’it sira iha. Konvida ita-nia parseiru hotu no governu hodi promove vizaun global ne’e: ne’e mak xave ba konstrusaun sosiedade ne’ebé reziliente tebes bainhira sira halo parte", refere diretora-jerál Organizasaun Nasoins Unidas nian ba Edukasaun, Siénsia no Kultura (UNESCO), Irina Bokova, iha mensajen ida ne’ebé fósai iha okaziaun efeméride.

 

"Koñesimentu salva vida. Loron ne’e hanesan oportunidade ida hodi konsentra iha importánsia vitál hosi koñesimentu lokál, tradisionál no indíjena, iha redusaun risku dezastre ba ida ne’ebé hanaran perigu naturál", konsidera diretora-jerál UNESCO nian, no asegura katak nia ajénsia "firmemente kompromete iha prosesu ne’e, liuhosi nia esperiénsia edukasionál, sientífika no kulturál".

 

Responsável ne’e lembra katak "kontribuisaun koñesimentu, indíjena no lokál, ba reziliénsia entre populasaun vulnerável realsa bainhira mosu tsunami iha oseanu Índiku iha tinan 2004", ho ne’e " UNESCO kompromete ho maiór difuzaun posível ba koñesimentu indíjena hodi hasoru dezafiu hosi mudansa klimátika no risku naturál, liu-liu iha zona remota, hanesan illa kiik sira, zona ho altitude boot no trópiku úmidu".

 

Fó ezemplu ba impaktu hosi tipu inisiativa ne’e, Irina Bokova hatete katak "UNESCO lansa inisiativa ida, iha Filipina, Timor-Leste no iha Indonézia hodi rejista koñesimentu local ne’ebé ajuda atu prevee, “mitigar” no adapta ho tempestade, siklone no efeitu hosi mudansa klimátika".

 

"Buat hotu hatudu koñesimentu kle’an no domíniu iha ambiente ba povu sira ne’ebé hela iha ne’ebá, ne’ebé bele inklui ho urjente iha polítika jestaun dezastre naturál", nia afirma iha nota.

 

Terseira Konferénsia Mundiál Nasoinss Unidas nian kona-ba Redusaun Risku ba Dezastre, ne’ebé realize iha fulan marsu, iha sidade japoneza, Sendai apela ba nesesidade atu fó sai ho di’ak koñesimentu ne’e ba benefísiu ema hotu nian, no enkoraja atu halo "maiór koperasaun" entre governu, autoridade lokál, komunidade no povu indíjena iha formulasaun no implementasaun polítika no norma hodi prevene dezastre naturál.

 

SAPO TL ho Lusa

 

horadoplaneta às 02:01 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

UNESCO defende combinação de tradição e ciência para prevenir risco de desastres

A UNESCO defendeu hoje a combinação de práticas e saberes tradicionais com conhecimentos científicos para prevenir de forma eficaz e sustentável o risco de desastres, quando se assinala o Dia Internacional para a Redução de Desastres Naturais.


 

Foto: Epifânio Sarmento @SAPO TL

 

"Não podemos ignorar o conhecimento disponível para nós; ao invés disso, devemos expandir e integrar o conhecimento e experiência onde quer que eles podem ser encontrados. Convido a todos os nossos parceiros e governos para promover essa visão global: é a chave para a construção de sociedades que são tanto mais resilientes quando elas são inclusivas", refere a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, numa mensagem divulgada por ocasião da efeméride.

 

"O conhecimento salva vidas. Este dia é uma oportunidade para se concentrar na importância vital dos conhecimentos locais, tradicionais e indígenas, na redução do risco de desastres no que diz respeito aos perigos naturais", considerou a diretora-geral da UNESCO, assegurando que a sua agência "está firmemente empenhada neste processo, através da sua experiência educacional, científica e cultural".

 

A responsável lembrou que "a contribuição do conhecimento, indígena e local, para a resiliência entre populações vulneráveis foi realçada aquando do tsunami registado no oceano Índico em 2004", pelo que "a UNESCO está comprometida com a maior difusão possível dos conhecimentos indígenas para enfrentar os desafios das mudanças climáticas e os riscos naturais, especialmente em zonas remotas, tais como pequenas ilhas, zonas de grande altitude e os trópicos húmidos".

 

Exemplificando o impacto deste tipo de iniciativa, Irina Bokova assinalou que "a UNESCO lançou uma iniciativa, nas Filipinas, Timor-Leste e na Indonésia para registar o conhecimento local que ajuda a prever, mitigar e adaptar às tempestades, ciclones e os efeitos das mudanças climáticas".

 

"Tudo demonstra o profundo conhecimento e domínio do ambiente pelos povos que vivem lá, o que deve-se incluir urgentemente nas políticas de gestão de desastres naturais", afirmou na nota.

 

A Terceira Conferência Mundial das Nações Unidas sobre Redução de Riscos de Desastre, realizada em março último, na cidade japonesa de Sendai apelou para a necessidade de tornar esse conhecimento melhor difundido para o benefício de todos, exortando para "uma maior cooperação" entre governos, autoridades locais, comunidades e povos indígenas na formulação e implementação de políticas e normas para a prevenção de desastres naturais.

 

@Lusa

horadoplaneta às 01:44 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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