Sexta-feira, 23.10.15

Timor-Leste hahú sente impaktu hosi alterasaun klimátika

Timor-Leste, hanesan mos nasaun Pasífika seluk, hahú sente impaktu hosi alterasaun klimátika, tanba mudansa hosi époka udan ne’ebé akontese ladun kleur, maibé ho ninia intensidade maka’as, tuir alerta hosi Governu no Uniaun Europeia nian ohin.


 

Alerta ne’e fó sai durante konferénsia imprensa entre Governu ho Uniaun Europeia (UE) hodi komemora semana ba Alterasaun Klimátika nomós nu’udar antesipasaun hosi konferénsia klima Paris (Cop21), hodi asina akordu ambientál globál foun ida.

 

“Tempu udan hamenus bee, maibé intensidade udan ladun bot. Impaktu mai Timor-Leste maka: ladun iha bee no rai monu no problema ne’e hanesan de’it bainhira foho ida inklina”, dehan Sylvie Tabezze, embaixadór UE nina iha Dili.

 

“Foti medida hodi halakon ka minimiza impaktu hosi alterasaun klimátika maka urjente, liu-liu ba nasaun hirak ne’ebé vulnerável. Foti medida agora, salva osan no ema-nia moris”, hatutan tan.

 

Constâncio Pinto, ministru hosi Komérsiu, Indústria no Ambiente Timor-Leste dehan katak kombate alterasaun klimátika “hanesan preokupasaun ida” iha rai laran no sorumutu iha Paris sei nu’udar oportunidade ida hodi konsolida ajenda internasionál ne’e.  

 

"Timor-Leste, hanesan mos iha nasaun seluk, hahú sente ona impaktu ida ne’e. Haree impaktu ne’ebé mosu bainhira udan monu rai nomós kustu ne’ebé iha", dehan.

 

Husu kona-ba medida ne’ebé Governu sei foti hodi proteje ambiente, inklui hamoos lixu, hili fo’er iha mota-laran no kampaña informasaun, Cosntâncio Pinto haktuir hikas kona-ba “dezafiu bot hirak ne’ebé” nasaun ne’ebé enfrenta.

 

“Hanesan problema transversál ne’ebé presija parte hothotu ninia envolvimentu. Ami halo esforsu, inklui halo konferénsia hodi sensibiliza informasaun kona-ba kestaun ambientál no hahú ho halo sentru insinerasaun ba lixu, liu hosi investimentu dolár milloens 150”, tenik Pinto.

 

“Dezafiu ida ba governu Timór no ami sei esforsa-aan hodi rezolve no fó resposta ba dezafiu refere. Maibé ami ladun iha rekursu umanu nomós finansiamentu, tanba ne’e maka difikulta ami-ninia intervensaun iha área refere. Ami labele fó resposta ba buat hotu iha tempu ida de’it”, hatutan tan.

 

Sylvie Tabezze dehan tan katak molok fulan ida hala’o konferénsia Paris, ida ne’e hanesan “momentu importante ida”.

 

"Konferénsia Paris hanesan oportunidade istórika ida hodi aselera mudansa ba ekonomia globál ho emisaun karbonu ladun nomós proteje ambiente", dehan.

 

Kona-ba Timor-Leste, nia dehan katak tenke aproveita momentu, “atu labele baruk, maibé fó kontribuisaun hamutuk ho komunidade internasionál sira”, liu hosi esperiénsia ne’ebé sira iha kona-ba klimátika.

 

"Ha’u hein katak Timor-Leste bele submete ba ninia pozisaun COP21. Importante maka nasaun hothotu halo parte hodi kombate alterasaun klimátika. Akordu ida iha Paris hanesan oportunidade hodi hatudu katak ita hotu serbisu hamutuk hodi hatan ba dezafiu globál ida", dehan.

 

Timor-Leste ratifika ona iha 2006, Konvensaun Nasoens Unidas kona-ba Alterasaun Klimátika (UNFCCC) hodi adere ba faze daruak hosi Protokolu Quioto.

 

Iha tinan hirak ikus ne’e, Timor-Leste implementa inisiativa oioin iha kuadru ne’e, inklui projetu kiik hosi infraestrutura agríkola, reabilitasaun ba floresta, projetu hamoos bee nomós kampaña informasaun oioin no edukasaun kona-ba tema ambientál.

 

SAPO TL ho Lusa

horadoplaneta às 07:12 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Timor-Leste já começa a sentir o impacto das alterações climáticas - UE

Timor-Leste, como outras nações do Pacífico, já começa a sentir o impacto das alterações climáticas, com mudanças no padrão das chuvas, que ocorrem durante menos dias mas com mais intensidade, alertaram hoje Governo e União Europeia.


 

O alerta foi dado numa conferência de imprensa conjunta do Governo e da União Europeia (UE) para marcar a semana da Alteração Climática e em antecipação da conferência de clima de Paris (Cop21), onde se espera um novo acordo ambiental global.

 

"A época das chuvas traz menos água mas a intensidade das chuvas é menor. O impacto em Timor-Leste é claro: menos água e mais deslizes de terra e problemas idênticos devido às encostas íngremes do país", afirmou Sylvie Tabezze, embaixador da UE em Díli.

 

"Adotar medidas para eliminar ou minimizar o impacto das alterações climáticas é urgente, especialmente para os países mais vulneráveis. Adotar medidas agora salva dinheiro e vidas", insistiu.

 

Constâncio Pinto, ministro do Comércio, Indústria e Ambiente de Timor-Leste, destacou que o combate às alterações climáticas "é uma preocupação" no país e que a reunião de Paris é uma oportunidade para consolidar esta agenda internacional.

 

"Em Timor-Leste, como noutros pontos do planeta, já se começa a sentir esse impacto. Notamos os danos que as chuvas causam e o custo que representam", disse.

 

Questionado sobre as medidas que o Governo tem vindo a tomar para proteger o ambiente, incluindo a limpeza de lixo, a limpeza das ribeiras e campanhas de informação, Constâncio Pinto recordou "os enormes desafios" que o país enfrenta.

 

"São questões transversais, que exigem o envolvimento de várias partes.Há esforços da nossa parte, incluindo conferências para sensibilizar a informação sobre as questões ambientais e vai começar a ser construído um centro de incineração de lixos, num investimento de 150 milhões de dólares", disse.

 

"É um desafio para o governo timorense e vamos esforçar-nos para resolver e responder a este desafio. Mas temos falta de recursos humanos e também de financiamento, o que dificulta a nossa intervenção nestas áreas. Não podemos responder a tudo ao mesmo tempo", afirmou.

 

Sylvie Tabezze referiu ainda que a pouco mais de um mês da conferência de Paris, este é um "momento crucial".

 

"A conferência de Paris é uma oportunidade histórica para acelerar a mudança para uma economia global com menos emissões de carbono e protetora do ambiente", disse.

 

No caso de Timor-Leste trata-se, disse, de aproveitar o momento, "arregaçar as mangas e contribuir para a comunidade internacional" com a sua experiência na agenda climática.

 

"Espero que Timor-Leste seja capaz de submeter a sua posição a tempo do COP21. É importante que todos os países se empenhem no combate às alterações climáticas.

 

Um acordo em Paris é a oportunidade de mostrar que trabalhamos juntos para responder a um desafio global", disse. Timor-Leste ratificou em 2006 a Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (UNFCCC) tendo aderido também à segunda fase do Protocolo de Quioto.

 

Nos últimos anos, Timor-Leste tem implementado várias iniciativas neste quadro, incluindo pequenos projetos de infraestruturas agrícolas, a reabilitação de mangues, projetos de limpeza de água e várias campanhas de informação e educação sobre temas ambientais.

 

@Lusa

horadoplaneta às 07:08 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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