Terça-feira, 03.11.15

Kompozisaun kímiku hosi Tasi Glasiár Antártiku sei muda lalais - estudu

Kompozisaun kímiku hosi Tasi Glasiár Antártiku sei muda lalais tanba aumentu hosi konsentrasaun dióksidu karbonu iha atmosfera, no ba kriatura ki'ik sira, nebe forma baze hosi kadeia hahán nian, sei lakon tanba bee nebe sai ásidu maka'as.


 

Investigasaun foun nebe halo hosi ekipa sira hosi universidade norte-amerikanu sira hosi Havai ho Alaska, publika iha edisaun loron-segunda hosi revista Nature Climate Change, refere katak, ba organizmu balun, inisíu hosi situasaun krítiku ne'e bele sai fatal no, bainhira ne'e kontinua nafatin, nia adaptasaun "sei la possivel".

 

Peskiza uza modelu oioin hodi esplora forma sira hanesan absorsaun hosi dióksidu karbonu antrópiku - nebe mosu hosi atividade ema nian - no subsekuente asidifikasaun nebe sei afeta Tasi Glasiár Antártiku iha sékulu tuirmai.

 

Organizmu mariñu ida nebe hetan ameasa tanba bee nebe sai ásidu maka'as maka molusku pterópode sira, karakól ki'ik sira nebe sai hanesan hahán báziku ba ikan sira, baleia sira no manu tasi sira nian.

 

"Oseanu atua hanesan esponja boot ida nebe xupa dióksidu karbonu sira nebe barak liu hosi atmosfera. Prosesu ne'e konsome ion karbonatu sira, importante ba organizmu balun hodi harii no mantén sira nia konxa karbonatu kálsiu nian", esplika hosi Claudine Hauri, peskizadór-xefe no oseanógrafu kímiku, nebe estuda kompozisaun hosi ambiente tasi nian no interasaun sira hosi espésie kímiku sira ho atmosfera.

 

"Dalan úniku hodi hamenus risku nebe asidifikasaun hosi oseanu sira hamosu ba moris mariñu nian no ita nia fonte hahán nian maka hamenus emisaun sira hosi dióksidu karbonu nian", hatutan hosi ko-autór estudu nian, Axel Timmermann, nebe haktuir hosi ajénsia EFE.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 14:39 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Composição química do Mar Glaciar Antártico vai alterar-se rapidamente - estudo

A composição química do Mar Glaciar Antártico vai alterar-se rapidamente devido ao aumento da concentração de dióxido de carbono na atmosfera, e as pequenas criaturas, que formam a base da cadeia alimentar, desaparecerão devido à acidificação da água.

 

 

Uma nova investigação feita por equipas das universidades norte-americanas de Havai e Alasca, publicado na edição de segunda-feira da revista Nature Climate Change, refere que, para alguns organismos, o início desta situação crítica poderá ser fatal e, caso isso perdure, a sua "adaptação não será possível".

 

A pesquisa usa uma série de modelos para explorar as formas como a absorção de dióxido de carbono antrópico - gerada pela atividade do homem -- e a subsequente acidificação afetará o Mar Glaciar Ántártico no próximo século.

 

Um dos organismos marinhos ameaçados pela acidificação são moluscos pterópodes, caracóis minúsculos que servem de alimento básico para peixes, baleias e aves marinhas.

 

"O oceano atua como uma gigantesca esponja que absorve o excesso de dióxido de carbono da atmosfera. Esse processo consome iões carbonatos, necessário para alguns organismos possam construir e manter suas conchas de carbonato de cálcio", explicou Claudine Hauri, o pesquisador-chefe e oceanógrafo químico, que estuda a composição dos ambientes marinhos e as interações das espécies químicas com a atmosfera.

 

A "única maneira de mitigar o risco que a acidificação dos oceanos representa para a vida marinha e nossa fonte de alimento é reduzir as emissões de dióxido de carbono", concluiu o coautor do estudo Axel Timmermann, citado pela agência EFE.

 

com Lusa

horadoplaneta às 14:20 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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