Sexta-feira, 20.11.15

Governu Timór halo tara-bandu hodi fó protesaun ba ai-kameli

Governu Timór aprova ona rezolusaun ida hodi hametin liu tan esforsu ba protesaun ai-kameli, ne’ebé sai nu’udar "ai-emblemátiku ho valór nasionál", liu hosi tan tara- bandu, atu nune’e ema labele tesi, estraga no faan.


 

Ezekutivu  ne’e haktuir katak iha rezolusaun ai- kameli no espésie nativa Santalum Album, "sai ona hanesan objetu esplorasaun ekonómiku nian iha kedas tempu koloniál "ho númeru ne’ebé kiik oituan liu" ho ai iha nasaun ne’e.

 

Tamba ne’e maka, rezolusaun ne’e konsidera  ai- kameli " presija hetan duni protesaun espesiál hosi parte instituisaun públika hothotu nomós hosi ema idaidak inklui grupu, tanba ladun barak, hodi hatutan tan katak labele “tesi, estraga no faan”.

 

Governu kompromete atu intensifika ba inventariasaun, peskiza no kuda tan ai- kameli, tanba ne’e husu ba ministériu Agrikultura  no Peskas, ba Polísia Nasionál Timor-Leste nomós ba autoridade kompetente sira " atu halo tuir lei no regulamentu ne’ebé aplika ona, hodi fó protesaun ba ambiente, liu hosi hamenus esplorasaun ilegál ba aihoris nomós ba produtu florestál nian seluk".

 

Ho valór ekonómiku ás no iha valór seluk - "ekolójiku, kultura, terapéutiku, ornamentál no inkluzivu ba relijiosu sira" – ai- kameli hetan esplorasaun ho forma "ilegál no insustentável", dala barak estraga ai sira ne’ebé foin buras ka moris.

 

Seidauk iha dadus ne’ebé konta kuantitavamente kona-bá ai- kameli iha nasaun ne’e, iha rezolusaun ne’e nota  de’it katak " desflorestasaun iha Timor-Leste, iha área florestál ho nia totál pursentu 50 iha territóriu nasionál, no  pursentu 1,7 ba kada tinan".

 

Ho nue’e tenke tau importánsia atu "dezenvolve prátika jestaun florestál sustentável, ne’ebé  bele inklui  programa reflorestasaun no dezenvolve mekanismu ba kontrola atividade florestál degradante nian".

 

"Polítika nasionál no estratéjia sira ba setór florestál ne’e defini hanesan objetivu espesífiku ba protesaun floresta, ho nia ámbitu prioritáriu liu ba proteje ai- kameli  ", haktuir testu ne’e.

 

SAPO TL no Lusa

horadoplaneta às 07:16 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Governo timorense reforça proibições para proteger sândalo

O Governo timorense aprovou uma resolução que pretende reforçar os esforços de proteção do sândalo, como "planta emblemática de valor nacional", reforçando as proibições em vigor de corte, extração e comercialização.


 

Na resolução, o executivo sublinhou que o sândalo e em particular a espécie nativa Santalum Album, "tem sido objeto de exploração económica desenfreada desde os tempos coloniais" com um número "bastante reduzido" de árvores no país.

 

Por isso, o texto considerou que o sândalo "merece especial proteção por parte das instituições públicas e das pessoas singulares e coletivas devido à sua escassez" e sublinhou que "o corte, extração e comercialização" é proibido.

 

Compromete o Governo a intensificar a inventariação, pesquisa e plantação de sândalo e insta o Ministério da Agricultura e Pescas, a Polícia Nacional de Timor-Leste e as demais autoridades competentes "a garantir o cumprimento das leis e regulamentos aplicáveis à proteção ambiental e reprimir a exploração ilegal das florestas e dos produtos florestais".

 

Com elevado valor económico e diversos fins - "ecológicos, culturais, terapêuticos, ornamentais e inclusive religiosos" - o sândalo tem sido explorado de forma "ilegal e insustentável", muitas vezes com a tala de árvores demasiado jovens.

 

Sem detalhar dados quantitativos sobre o sândalo no país, a resolução nota apenas que "a desflorestação em Timor-Leste, cuja área florestal total ronda 50 por cento do território nacional, é de cerca de 1,7 por cento anualmente".

 

Daí que tenha insistido na importância de "desenvolver práticas de gestão florestal sustentável, que incluem programas de reflorestação e desenvolver mecanismos para controlar atividades florestais degradantes".

 

"A política nacional e estratégias para o setor florestal definem como objetivo específico a proteção da floresta, no âmbito do qual a proteção do sândalo se assume como prioritário", sublinhou-se no texto.

 

@Lusa

horadoplaneta às 07:12 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Proposta painel CPLP nian kona-ba alterasaun klimátika

Brazileiru Tércio Ambrizzi, espesialista kona-ba alterasaun klimátika, horisehik iha Lisboa, husu atu kria painel intergovernamentál ida ne’ebé envolve membru hothotu hosi Komunidade Nasaun Lian Portugés (CPLP), atu nune’e bele estuda no apoia desizór sira kona-ba fenómenu ne’e.


 

Profesór hosi Universidade de São Paulo, Brazil, husu ona atu kria "painel intergovernamentál" ida hosi komunidade luzófona nomós "núkleo ida hodi fó apoia ba peskiza" kona-ba alterasaun klimátika, durante nia halo intervensaun iha 1.º Kongresu CPLP nian, kona-ba aletrasaun klimátika, ne’ebé hala’o horisehik no ohin iha Lisboa.

 

"Dalaruma ami sei bele kria buat ne’e, iha ne’e, atu hodi hala’o peskiza no ajuda ema sira ne’ebé foti desizaun kona-ba diresaun tuir mai", defende Tércio Ambrizzi.

 

"Ita tenke hamutuk hodi kria dokumentu úniku ida, atu nune’e bele hatete kona-ba diferensa nomós frakeza hosi ita idaidak, it abele aliár no kombate di’ak liu tan nomós hamenus asaun hosi mudansa klimátika", tuir sujestaun ne’ebé espesialista fó.

 

 

 

Tuir Ambrizzi, kolaborasaun ne’e tenke hala’o liu hosi universidade no investigadór hosi nasaun CPLP oioin, maibé konta ho “suporte inisiál” hosi governu.

 

Iha parte dader, investigadór sira hosi Brazil, Angola, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Kaboverde no Portugal aprezenta projetu hirak ne’ebé hala’o iha sira-ninia nasaun, hodi kontraria efeitu hosi alterasaun klimátika, hodi hamosu diferensa entre nasaun hothotu ne’ebé hanesan emisór gaze ho efeitu estufa – hanesan Brazil, Angola ka Portugal – ka hosi ema sira ne’ebé la fó liu sira-ninia kontribuisaun, maski sira maka susetível liu atu sofre impaktu hosi mudansa klima nian.

 

Hosi nasuan luzófona sira, Guiné-Bissau, Kaboverde ho São Tomé e Príncipe maka sai nu’udar nasaun ne’ebé ladun fó kontribuisaun barak ba emisaun gazes ho efeitu estufa, maski nune’e sira maka sofre efeitu hirak ne’e, liu hosi udan been ne’ebé menus ka udan bot ne’ebé sempre akontese, inundasaun, rai-maran ka siklone.

 

"Ita tenke koa’lia ba malu kona-ba diferensa ne’e. Tuir buat lolos, nasaun kiik sira lakontribui, maibé sira maka sofre, liu-liu sira ne’ebé hanesan illa – tasi kontinua bot. Sira bele besik liu tan no aproveita oportunidade ne’e hodi husu ajuda ba nasaun poluidór liu no bele foti kedas asaun ruma", hatutan tan espesialista brazileiru.

 

SAPO TL ho Lusa

horadoplaneta às 02:51 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Proposto painel da CPLP sobre alterações climáticas

O brasileiro Tércio Ambrizzi, especialista em alterações climáticas, propôs ontem em Lisboa a criação de um painel intergovernamental, envolvendo todos os membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), para estudar e apoiar os decisores sobre este fenómeno.


O professor da Universidade de São Paulo, no Brasil, sugeriu a criação de um "painel intergovernamental" da comunidade lusófona e de um "núcleo de apoio à pesquisa" sobre alterações climáticas, durante a sua intervenção no 1.º Congresso CPLP sobre alterações climáticas, que decorre hoje e sexta-feira em Lisboa.

 

"Talvez pudéssemos pensar criar aqui algo nesse sentido, para o desenvolvimento de pesquisa e ajudar os tomadores de decisão sobre as direções a seguir", defendeu Tércio Ambrizzi.

 

"Devemos juntar-nos para fazer um documento único, para que, sabendo as diferenças e as fraquezas de cada um de nós, nos possamos aliar e combater melhor e mitigar as ações das mudanças climáticas", sugeriu o especialista.

 

Para Ambrizzi, a colaboração deve ser feita através das universidades e investigadores dos diferentes países da CPLP, mas contando com o "suporte inicial" dos governos.

 

Durante a manhã, investigadores do Brasil, Angola, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Cabo Verde e Portugal apresentaram projetos a decorrer nos respetivos países para contrariar os efeitos das alterações climáticas, tornando evidente as diferenças entre os países que são emissores de gases com efeito de estufa - como Brasil, Angola ou Portugal - ou outros cujo contributo é quase nulo, mas que são mais suscetíveis de sofrer os impactos das mudanças do clima.

 

Entre os países lusófonos, destacam-se a Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe como países que pouco contribuem para as emissões de gases com efeitos de estufa, mas que sofrem mais com os seus efeitos, como a diminuição das chuvas ou ocorrência de chuvas torrenciais, inundações, secas ou ciclones.

 

"Temos de compatibilizar [estas diferenças]. Na verdade, os pequenos países não contribuem, mas são aqueles que vão sofrer mais, principalmente os que são ilhas - o aumento do nível do mar está a ocorrer e vai continuar a ocorrer. Eles poderiam estar mais próximos e aproveitar a oportunidade de contar com a ajuda dos países mais poluidores, e que deveriam ter uma ação mais imediata", sustentou o especialista brasileiro.

 

@Lusa

horadoplaneta às 02:35 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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