Sexta-feira, 22.04.16

Bainhira Planeta mosu ho arte duke ho siénsia

Kór hosi Oseanu ne’ebé ita laharee

Lee-na’in sira, la’os Vincent van Gogh maka pinta imajen hosi ita-nia galeria. Imajen hirak ne’e maka reprezenta realidade: satélite sira maka hasai imajen hirak ne’e no uza teknolojia foun hodi halo koloridu, atu hatudu temperatura oioin kona-ba korente tasi-nian.

 

Rotasaun tuir imajen ne’ebé iha hatudu temperatura – hosi verde malirin polo nian ba to’o mean manas trópiku, besik ekuadór. Imajen hirak ne’e kria hodi halo kamada ba korente tasi tuir dadus NASA nian, hamutuk ho fotos hosi satélite ne’ebé situa iha fatin oioin Planeta nian.

Korente tasi-nian afeta hosi anin lokál, maibé tuir imajen ne’ebé iha, korente ne’ebé akontese hosi superfísie tasi nian, akontese iha mar altu no guia hosi sistema anin globo ne’ebé komplesu.

 

Ajénsia hanesan NASA ka ESA, esplika ba Mail Online, katak sira halo monitorizasaun ba temperature Tasi-nian, liu hosi satélite atu hatene oinsá maka klima muda ekosistema globál. Maski nune’e, imajen hirak ne’e maka furak liu hosi ajénsia refere.

 

SAPO TL ho Green Savers

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horadoplaneta às 02:34 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Quando o Planeta se parece mais com arte do que com ciência

As cores escondidas do Oceano

Não, caro leitor, não foi Vincent van Gogh que pintou as imagens da nossa galeria. Elas representam a realidade: foram tiradas por satélites e coloridas utilizando uma tecnologia recente que revela as diferentes temperaturas das correntes oceânicas.

 

Os redemoinhos que se podem ver nas imagens mostram as temperaturas – desde o verde frio dos polos até ao vermelho quente dos trópicos, perto do equador. As imagens foram criadas ao criar camadas de correntes oceânicas compiladas pelos dados da NASA, juntando-as às fotos de satélite situados em várias partes do Planeta.

 

As correntes costeiras são afectadas pelos ventos locais, mas as correntes da superfície do Oceano, reveladas por estas imagens, ocorrem em mar alto e são guiadas pelo complexo sistema de ventos do globo.

 

Agências com como a NASA ou a ESA, explica o Mail Online, monitorizam as temperaturas do Oceano ao utilizarem satélites para perceber como o clima está a mudar o ecossistema global. Estas imagens, porém, são das mais belas alguma vez produzidas por estas agências.

 

@Green Savers

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horadoplaneta às 02:31 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 21.04.16

Acordo de Paris contra alterações climáticas recolhe assinaturas na sexta-feira

O acordo de Paris, contra as alterações climáticas, será assinado na sexta-feira, em Nova Iorque, com cerca de 160 Estados com presença confirmada, como Portugal, comprometendo-se a reduzir as emissões e a desistir das energias fósseis.


Numa sessão simbólica marcada para a sede da Organização das Nações Unidas (ONU), no Dia Mundial da Terra, vai ser assinado o acordo obtido a 12 de dezembro de 2015, depois de difíceis negociações entre 195 países e União Europeia. Portugal será representado pelo ministro do Ambiente, João Matos Fernandes.

Com o objetivo de entrada em vigor em 2020, no entanto, o acordo só se concretiza quando 55 Estados responsáveis por, pelo menos, 55% das emissões de gases com efeito de estufa o ratificarem.

Depois da adoção do texto em Paris, ainda é necessária a assinatura do acordo, até final de abril de 2017, e a ratificação nacional, consoante as regras de cada país, podendo ser através da votação no parlamento ou de decreto-lei, por exemplo.

Uma das novidades deste documento é a revisão a cada cinco anos das metas de contribuição de cada Estado para tentar parar o aquecimento do planeta e as consequências associadas, como a maior frequência de fenómenos extremos de calor, levando as secas e a incêndios florestais, e de concentração da chuva em períodos curtos de tempo, provocando cheias e inundações, a que se junta a subida do nível do mar.

Ao contrário do antecessor protocolo de Quioto, o documento de Paris é abrangente e apresentado como o primeiro acordo universal sobre alterações climáticas, tanto na redução das emissões de gases com efeito de estufa (ou mitigação), como nas tentativas de encontrar formas de retirar dióxido de carbono da atmosfera, através da reflorestação, por exemplo, ou na adaptação às mudanças do clima.

A poupança e uso eficiente de energia e a aposta nas energias renováveis, não poluentes, em vez das fósseis, são alternativas para proteger o planeta.

Até agora, somente os países desenvolvidos estavam sujeitos a regras mais rigorosas de verificação das medidas.

No acordo de Paris está previsto o alargamento a todas as nações, embora fique prevista alguma flexibilidade, justificada com a diferente capacidade de resposta de cada país.

Entre os principais objetivos do acordo está a manutenção da subida da temperatura média abaixo dos dois graus Celsius (2ºC), que muitos cientistas defendem deveria ser 1,5ºC, relativamente à era pré-industrial.

Porém, apesar da urgência de travar o aquecimento do planeta, as medidas para limitar ou reduzir emissões até 2030, avançadas pelos países, em Paris, são insuficientes para aquela meta e só permitiriam chegar aos 3ºC.

Quanto à ajuda aos países mais pobres, ficou estipulada em 2009 a promessa de 100 mil milhões de dólares (cerca de 91 mil milhões de euros) por ano, a partir de 2020, para desenvolvimento de energias limpas e adaptação, e um novo montante deverá ser definido em 2025.

Resultado da insistência dos países mais vulneráveis, o acordo contempla a ajuda às zonas com perdas relacionadas com situações em que já não é possível a adaptação, devido ao degelo dos glaciares e a subida do nível do mar.

Na semana passada, a ministra do Ambiente francesa, Segolene Royale, que foi a presidente da COP21, disse que o número de presenças confirmadas significa que "'momentum' do acordo de Paris não enfraqueceu", sendo a cerimónia uma oportunidade para os líderes internacionais fazerem "uma declaração forte" sobre a futura política relacionada com o preço do carbono, para encorajar o desenvolvimento da energia limpa.

Além da presença do ministro português do Ambiente, são esperados em Nova Iorque cerca de 60 chefes de Estado, como o francês François Hollande, o vice-primeiro ministro chinês, Zhang Gaoli, o primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, ou o secretário de Estado norte-americano, John Kerry.

@Lusa

horadoplaneta às 08:10 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Akordu Paris kontra alterasaun klimátika rekolla asinatura iha sesta-feira ne’e

Akordu Paris, kontra alterasaun klimátika, sei  assina sesta-feira ne’e , iha Nova Iorque, ho  Estadu ne’ebé nia prezensa konfirmadu 160, hanesan Portugál, komprometidu  ona atu  reduz  emisaun no husik enerjia fósseis.


 

Iha  sesaun  simbólika hala’o iha sede Organizasaun Nasoens  Unidas (ONU), iha Loron  Mundiál Rai, sei  asina akordu ne’ebé aseita ona iha loron  12 dezembru 2015, hafoin negosiasaun difísil entre nasaun 195 no Uniaun Europeia. Portugál sei reprezenta hosi ministru Ambiente, João Matos Fernandes.

 

Ho  nia objetivu atu vigora iha 2020, tamba ne’e, akordu ne’e sei konkretiza bainhira responsivel hosi Estadu 55  , pelumenus, 55% hosi emissaun gás ho efeitu estufa hetan  ratifikasaun.

 

Hafoin  adopta tiha testu ne’e iha Paris, karik bele tenki iha assinatura ba akordu ne’e, to’o  finál abril 2017, no ratifikasaun nasionál, tuir  regra kada nasaun, bele liuhosi votasaun iha parlamentu ka dekretu-lei, hanesan  ezemplu.

 

Mosu buat foun iha dokumentu ne’e maka sei iha revizaun kada tinan lima meta kontribuisaun kada Estadu hodi  tenta hapara akesimentu iha planeta no konsekuénsia sira ne’ebé assosia, hanesan frekuénsia fenómenu rai-manas, rai-maran no  inséndiu florestál, no konsentrasaun ba udan iha tempu ho períodu ne’ebé badak, provoka bee nakonu no inundasaun, haree moos subida iha  nível tasi nian.

 

Kontráriu fali fali ho antesessór protokolu Quioto nian, dokumentu Paris ne’e abranjente liu no aprezenta hanesan akordu universál dahuluk kona-ba alterasaun klimátika, tantu iha redusaun emisaun  gás ho efeitu estufa (ka mitigasaun), hanesan tentativa hodi hetan forma ida hodi hasai  dióxidu karbonu atmosfera nian, liuhosi reflorestasaun, ezemplu, ka adaptasaun mudansa iha klima.

 

Poupansa no uzu efisiente iha enerjia no  aposta iha enerjia renovável, laós poluente, duké fósseis, hanesan alternativa hodi  bele proteje planeta.

To’o  agora, nasaun  dezenvolvidu  sira deit maka iha  regra ne’ebé  rigorozu liu iha verifikasaun ba nia medida sira.

 

Iha  akordu Paris previstu ona atu habelar ba nasaun hotu,  maski previstu flexibilidade balun, ne’ebé justifika  liuhosi  kapasidade resposta diferente  kada nasaun.

 

Entre objetivu prinsipál tuir manutensaun subida temperatura média  grau Celsius rua (2ºC), ne’ebé  sientista barak defende  karik bele 1,5ºC, relasiona ba iha pré-industriál.

 

Ho nune’e, maski urjénsia liu atu hapara akesimentu iha planeta, medida atu limita ka reduz emisaun sei to’o  2030, tuir nasaun sira, iha Paris, lasufisiente ba meta ida ne’e no bele permite deit ba to’o iha 3ºC.

 

Kona-ba  ajuda ba nasaun sira ne’ebé kiak liu, aprova ona iha  2009  promesa sira ho dólar millaun 100 ( besik  euro millaun  91) kada tinan, hahú iha 2020,  hodi bele  dezenvolve enerjia limpa no adaptasaun, no iha montante foun ida ne’ebé sei  define iha 2025.

 

Rezultadu hosi insisténsia nasaun sira ne’ebé  vulnerávl liu, akordu ne’e kontempla ajuda ba zona sira ne’ebé lakon  relesionadu ho situasaun sira labele  adapta, tamba jelu glasiar no subida nível tasi nian.

 

Iha  semana kotuk, ministra Ambiente fransés, Segolene Royale, ne’ebé hanesan  prezidente COP21, hatete katak númeru prezensa konfirmadu signifika katak "'momentum' iha akordu Paris nian latuun", tamba  serimónia ne’e hanesan oportunidade ida atu líder internasionál sira halo" deklarasaun ida forte" kona-ba  futuru polítiku relasionadu ho folin karbonu, hodi enkoraja dezenvolvimentu iha enerjia limpa.

 

Aléinde  marka prezensa ministru portugés Ambiente, hamutuk ona iha  Nova Iorque besik  xefe Estadu 60, hanesan fransés François Hollande, vise-primeiru ministru xinés, Zhang Gaoli, primeiru-ministru kanadianu, Justin Trudeau, ka sekretáriu Estadu norte-amerikanu, John Kerry.

 

SAPO TL ho Lusa

horadoplaneta às 08:04 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 20.04.16

Boom económico e populacional pode secar Ásia

O forte crescimento económico e populacional, associado às alterações climáticas, pode estimular a ocorrência de graves crises de água numa ampla área da Ásia, no ano de 2050. O alerta vem de um estudo recém-publicado por cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), citado pela Exame.


Foto: Jay Rommel Labra / EPA

 

O estudo utiliza modelagem detalhada para produzir o que os pesquisadores acreditam ser uma gama completa de cenários que envolvem a disponibilidade de água e de sua utilização no futuro.

 

No artigo, os cientistas concluem que há um “alto risco de stress hídrico severo” em grande parte daquele continente, onde mora metade da população mundial.

 

Através de simulações de cenários futuros, os pesquisadores estimam que os valores médios de crescimento projectado para os próximos 35 anos e a influência das mudanças climáticas atirariam 1000 milhões de pessoas a mais num cenário de escassez hídrica, em comparação aos dias de hoje.

 

“Não é apenas uma questão de mudança climática”, explica Adam Schlosser, pesquisador no Programa Conjunto do MIT de Ciência e Política da Mudança Global.

 

“Nós, simplesmente, não podemos ignorar que o crescimento económico e populacional pode ter uma influência muito forte na nossa procura por recursos e a forma como os gerimos. E o clima, associado a isso, pode levar a aumentos substanciais dessas tensões”, sublinha.

 

O estudo foi publicado na revista PLOS One.

 

Fonte: Green Savers

horadoplaneta às 23:09 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Boom ekonómiku no populasional bele halo maran Ázia

Kresimentu ekonómiku no populasional, ligadu ba alterasaun klimátiku sira, bele hamosu situasaun todan sira ba krizi bee nian iha fatin barak iha Ázia, iha tinan 2050. Alerta ne'e mosu hosi estudu ida ne'ebé foin fó sai hosi sientista sira hosi Massachusetts Institute of Technology (MIT), ne'ebé haktuir hosi Exame.


Foto: Jay Rommel Labra / EPA

 

Estudu uza modelajen detalladu hodi prodús saida maka peskizadór sira fiar hanesan eskala kompletu ida hosi senáriu sira ne'ebé envolve disponibilidade hosi bee no nia utilizasaun iha futuru.

 

Iha artigu, sientista sira konklui katak iha "risku aas ba stress hídriku todan" iha parte barak hosi kontinente ne'ebé hela hosi populasaun mundial.

 

Liuhosi simulasaun sira hosi senáriu futuru sira, peskizadór sira hanoin katak folin médiu hosi kresimentu projetadu ba tinan 35 oinmai no influénsia hosi mudansa klimátiku sira sei halo ema millaun 1000 resin hasoru senáriu ida falta bee nian, kompara ho situasaun ohin loron nian.

 

"La'ós de'it hanesan kestaun ida mudansa klimátiku nian", esplika hosi Adam Schlosser, peskizadór iha Programa Konjuntu hosi MIT ba Siénsia no Polítika Mudansa Global nian.

 

"Ita, simplesmente, labele ignora katak kresimentu ekonómiku no populasional bele iha influénsia mak'as tebes iha ita nia buka ba rekursu sira no oinsá maka ita jere. No klima, asosiadu ba ne'e, bele hamosu aumentu maka'as ba tensaun sira ne'e", nia hatutan.

 

Estudu ne'e publika iha revista PLOS One.

 

Fonte: Green Savers

horadoplaneta às 23:05 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 18.04.16

Imagem da Lua e Mercúrio alinhados sobre o Tejo é distinguida pela NASA

O astrofotógrafo Miguel Claro viu, mais uma vez, o seu trabalho distinguido pela NASA, que escolheu a imagem "Earthsine no perigeu e Planeta Mercúrio sobre a cidade de Lisboa" para fotografia do dia no site da iniciativa APOD.

 

Imagem: Miguel Claro

 

A imagem, datada de 8 de abril, mostra a Lua crescente no perigeu, ou seja, no ponto mais próximo da Terra, alinhada com o planeta Mercúrio (um ponto luminoso que se vê à direita), separados por apenas 6 graus. Neste dia, apenas 3% do disco lunar estava iluminado pela luz do sol, o que, de acordo com a explicação no site de Miguel Claro, permite mostrar perfeitamente o fenómeno do earthshine - o brilho ténue que cobre a parte não iluminada da Lua, e que na verdade é luz reflectida a partir da Terra. Este fenómeno foi descrito pela primeira vez por Leonardo da Vinci, há 500 anos.

 

A imagem foi captada a partir do Barreiro, a 8,5 km de Lisboa, com uma lente telescópica. Sobre a escolha para Astronomy Picture Of the Day (APOD), comenta o fotógrafo Miguel Claro: "É sempre uma enorme honra ter uma imagem publicada na NASA, sendo que ela é comentada e escolhida por dois astrónomos profissionais que são muito exigentes e meticulosos na selecção de entre tantas submissões que recebem diariamente dos quatro cantos do mundo.

 

A imagem tem de ser esteticamente apelativa, mas ter ainda conteúdo científico e educativo. Só há 365 imagens escolhidas de todo o mundo ao longo de um ano, e entre as escolhas encontram-se imagens captadas desde observatórios profissionais até ao próprio Hubble. Esta é a minha 10ª APOD desde 2007. A minha surpresa recaiu sobretudo no facto de após ter sido publicada recentemente a imagem do "Arco-Íris de Airglow" dos Açores, no Pico, no passado mês de Março, e que acabou por correr o mundo, ter tido novamente a agradável oportunidade de levar à NASA e além fronteiras os céus de Portugal, da nossa capital, de Almada e do Barreiro, local onde a fotografia foi captada e que permitiu esta visão privilegiada desde a margem sul à margem lisboeta.

 

Miguel Claro é o astrofotógrafo oficial do Dark Sky Alqueva, o primeiro destino turístico do mundo certificado como Starlight Tourism Destination, situado ao largo do grande Lago do Alqueva. O projecto já deu origem a um livro. Pode ver imagens do Dark Sky Alqueva nesta galeria. Pode acompanhar o trabalho de Miguel Claro no site ou na página de facebook Astroarte.

 

Fonte: SAPO PT

horadoplaneta às 16:23 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 15.04.16

Kampaña tasi-ibun moos, ambiente saudável

Ministériu Agrikultura no Peska organiza "Kampaña tasi-ibun moos, ambiente saudável" ne'ebé sei hala'o iha Díli, iha loron-domingo, 17 fulan-Abril. 

 

Foto fó hosi António Casais ba SAPO Timor-Leste

 

Hosi tuku 07h30 to'o tuku 12h00, ho apoiu hosi entidade oioin, organizasaun sira no sidadaun voluntáriu sira, sei hala'o limpeza iha tasi-ibun besik ponte Bidau-Santana, iha Lecidere.

 

Inisiativu ne'e halo parte iha ámbitu CPLP - Prezidénsia Timor-Leste nian, no iha apoiu hosi Gabinete Primeiru-Ministru - UASC - FONGTIL/Sosiedade Sivil – Movimentu Tasi Mos, Uniaun Juventude Haburas, Fundasaun Oriente, no ONG sira seluk ho CAFE (Ministériu Edukasaun), Eskola Portugeza iha Díli, Ministériu Ambiente, Ministériu Saúde, MNEC-CPLP no entidade sira seluk.

 

Fonte: Governo de Timor-Leste

horadoplaneta às 16:07 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Campanha praia limpa, ambiente saudável

O Ministério da Agricultura e Pescas organiza a “Campanha praia limpa, ambiente saudável”, que irá decorrer em Díli, no domingo,17 de Abril. 

 

Foto cedida pelo António Casais ao SAPO Timor-Leste


Das 7h30 às 12h00, como apoio de várias entidades, organizações e cidadãos voluntários, irá proceder-se à limpeza da praia junto à ponte de Bidau-Santana, em Lecidere.

A iniciativa insere-se no âmbito da CPLP – Presidência de Timor-Leste, e conta com o apoio do Gabinete do Primeiro-Ministro – UASC - FONGTIL/Sociedade Civil – Movimento Tasi Mos, União da Juventude Haburas, Fundação Oriente, entre outras ONG e CAFE (Ministério da Educação), Escola Portuguesa em Díli, Ministério do Ambiente, Ministério da Saúde, MNEC-CPLP entre outras entidades.

Fonte: Governo de Timor-Leste

horadoplaneta às 15:25 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Garrafa biodegradável e feita de algas pode ser alternativa ao plástico

Uma garrafa de água de plástico pode demorar até 1.000 anos a decompor-se. Se acrescentarmos a estes dados a quantidade de garrafas que os habitantes do Planeta bebem por ano, estamos perante um número inacreditável de plástico que deixamos para o Planeta até muitos, muitos anos após a nossa morte, sendo que muito deste não é sequer reciclado ou reutilizado.


 

O designer de produto islandês Ari Jónsson decidiu alterar o rumo dos acontecimentos e criou uma garrafa biodegradável e feita de algal, um produto feito, isso mesmo, de algas. A garrafa mantém a forma até estar vazia e, então, começar a decompor-se.

 

A garrafa foi apresentada publicamente em Reiquiavique, na Islândia, durante o DesignMarch, que aconteceu recentemente. “Li que 50% do plástico é utilizado uma vez e atirado fora, por isso pensei que precisávamos de uma forma urgente de o substituir no nosso dia-a-dia”, explicou Jónsson durante a DeisgnMarch. “Por que razão estamos a utilizar materiais que demoram centenas de anos a decompor-se na natureza para os bebermos uma vez e atirarmo-los fora?”, perguntou-se retoricamente.

 

A solução estará na sua garrafa de algas? Não se sabe. Mas ninguém pode dizer que o designer islandês não tentou.

 

@Green Savers

horadoplaneta às 07:49 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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