Quinta-feira, 18.08.16

Saida maka subar iha tasi okos hosi illa Ataúro, Timor-Leste?

Rikusoin ne’ebé hasubar-aan iha Timór

Mark Erdmann

 

Rikusoin ne’e, hasubar-aan iha tasi azul ninia okos hosi illa Ataúro ne’ebé sai nu’udar oasis biodiversidade mariña nian. Illa ne’ebé, situa ho kilómetru besik 25 hosi kapitál Timor-Leste, Dili, nakonu ho rikusoin iha tasi okos, tanba iha tasi okos hosi illa ne’e, ezisti ikan resife ho espésie 252 – ne’ebé laezisti iha fatin seluk hosi mundu ne’e.

 

Imajen sira ne’e ami fó sai iha ne’e, hatudu duni kona-ba realidade refere: ikan ho tamañu no feitiu hanesan, nomós kór furak ne’ebé hala’i ka nani bá no mai iha tasi okos illa timor-oan, iha parte Sudoeste aziátika. Rikusoin mariñu ne’ebé ema barak ladauk hatene!



Foto: Gerry Allen, Mark Erdmann, Tracy Farrell, David Emmett

horadoplaneta às 03:48 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Centros de negócios agrícolas revitalizam produção em Moçambique

A abertura de um conjunto de 23 centros de negócio agrícolas vai revitalizar a produção de pequenos camponeses no centro e norte de Moçambique, reduzir a pobreza e má nutrição e contribuir para a melhoria da constante insegurança alimentar.


 

Os centros, cuja amostra foi hoje inaugurada em Chimoio, Manica, centro de Moçambique, numa parceria público privada entre os governos moçambicano e americano, através da Agência de Desenvolvimento Internacional (Usaid), vão disponibilizar lojas de compra de cereais e de venda de sementes e fertilizantes qualificados, além de apoio tecnológico de produção e recolha mecanizada.

 

"Estes centros vão aumentar a capacidade de decisão dos que trabalham a terra e melhorar a qualidade de vida dos camponeses", disse Dean Pittman, embaixador dos Estados Unidos da América em Moçambique, durante a inauguração do primeiro centro multifuncional.

 

Pittman reconheceu a ineficiência de vias de escoamento e acesso ao mercado, o que resulta na perdas de colheitas e insegurança alimentar dos pequenos camponeses, e espera que esta inovação da abordagem agrária reduza a pobreza e a desnutrição em Moçambique.

 

Os centros, denominados por "3í Farmers Empowerment Hubs", estão sob gestão da multinacional Export Marketing Group (ETG), que participa com a maior fatia do financiamento, e vai privilegiar a operacionalização das lojas de comercialização de tecnologias agrícolas.

 

O ministro da Indústria e Comércio moçambicano, Max Tonela, disse que o projeto vai permitir que o país consolide a segurança alimentar e evitar choques externos na importação de comida.

 

"Com os centros vamos poder reduzir as importações de alimentos produzidos localmente, e facilitar o desenvolvimento do país com o aumento das poupanças das famílias locais", afirmou Max Tonela, que procedeu à inauguração das infraestruturas em Manica.

 

Por sua vez o governador de Manica, Alberto Mondlane, considerou que a nova abordagem agrícola "tem um valor acrescentado para os esforços da província, para incrementar a produção", sustentando que "só se consegue comercializar aquilo que se consegue produzir".

 

Além de seis centros de Manica, o projeto inclui a implementação de mais 17 centros em distritos com potencial agrícola nas províncias de Tete e Zambézia (centro de Moçambique) e Nampula (norte) com uma área calculada em 36.400 metros quadrados.

 

O projeto, avaliado em cerca de 30 milhões de dólares (26 milhões de euros) vai dar a 22.900 agricultores oportunidades de vender ou armazenar grãos de sementes e leguminosas gratuitamente por três meses, analisar a flutuação dos preços do mercado, além de acesso a financiamentos.

 

 

@Lusa

horadoplaneta às 03:48 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

O que se esconde na água da ilha Ataúro, em Timor Leste?

O tesouro escondido em Timor

@Mark Erdmann

 

Escondida num mar azul turquesa profundo, a ilha de Ataúro é um oásis da biodiversidade marinha. Situada a cerca de 25 km de Díli, capital de Timor Leste, tem no mar a sua maior riqueza, com mais de 252 espécie de peixes de recife nas águas em torno desta ilha mágica – nenhum outro lugar no mundo tem tamanha variedade.

 

 

As imagens que aqui publicamos mostram isso mesmo: peixes de todos os tamanhos e feitios, com cores vibrantes que se fundem na perfeição nas tonalidades intensa dos corais da ilha timorense, no Sudoeste asiático. Um tesouro marinho ainda com tanto por descobrir!

 

Fotos: Gerry Allen, Mark Erdmann, Tracy Farrell, David Emmett

horadoplaneta às 03:47 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Sentru negósiu agríkola revitaliza produsaun iha Mosambiké

Abertura ona  sentru negósiu agríkola hamutuk  23 ne’ebé sei revitaliza produsaun povu  kiik nian  iha  sentru no norte Mosambiké nian, hamenus kiak no nutrisaun ladi’ak nomós kontribui hadi’a konstante ba inseguransa iha alimentu sira.


Sentru  ne’ebé sai hanesan amostra hetan inaugurasaun ohin iha Chimoio, Manica, sentru Mosambiké, parseria públiku privadu ida  entre governu mosambikanu no amerikanu, liuhosi Ajénsia Dezenvolvimentu Internasionál (Usaid), sei disponibiliza loja sosa sereál no  fa’an musan ninia no fertilizante ho kualifikadu, aléinde apoiu produsaun teknolójiku no rekolla mekanizadu.

 

"Sentru hirak ne’e sei aumenta kapasidade  desizaun toos na’in sira no hadi’a kualidade vida povu nian", haktuir Dean Pittman, embaixadór Estadus Unidus Amérika iha Mosambiké, durante inaugurasaun ba primeiru sentru multifunsionál ne’e.

 

Pittman rekoñese inefisiénsia ba dalan  no asesu ba merkadu, ne’ebé rezulta menus ba kolleita no inseguransa alimentar ba povu kiik sira, no hein katak inovasaun abordajen agrária ne’e bele reduz kiak no desnutrisaun iha Mosambiké.

 

Sentru sira, ho naran "3í Farmers Empowerment Hubs", tuir  jestaun multinasionál Export Marketing Group (ETG), ne’ebé partisipa ho kuantidade finansiamentu ne’ebé boot, no sei fó vantajen  operasionalizasaun ba loja komersializasaun teknolojia agríkola.

 

Ministru Indústria no Komérsiu mosambikanu, Max Tonela, informa katak projetu ne’e sei permite atu nasaun konsolida seguransa alimentar no evita xoke esternu iha importasaun ba alimentu.

 

"ho sentru ne’e ita bele hamenus  importasaun iha alimentu produsaun lokál nian, no fasilita dezenvolvimentu nasaun ho aumentu poupansa família local nian", afirma Max Tonela, ne’ebé prosede inaugurasaun infraestrutura iha Manica.

 

Iha fatin hanesan governadór Manica, Alberto Mondlane, konsidera katak abordajen agríkola foun ne’e  "iha  valór akresentadu ba esforsu provínsia nian, hodi aumenta produsaun", nia hatutan tan katak "sé konsege faan buat ne’ebé  karik konsege produz".

 

Aléinde sentru neen iha Manica, projetu ne’e inklui implementasaun sentru liu 17 iha distritu sira ho  potensiál agríkola iha provínsia Tete no Zambézia (sentru Mosambiké nian) no Nampula (norte) ho área ida iha metro 36.400 kuadradu.

 

Projetu ne’e, avalia dólar besik  millaun 30 (euro millaun 26) sei entrega ba  agrikultór sira 22.900 iha oportunidade atu faan ka haloot ninia musan sira no leguminoza ho gratuita durante fulan tolu, halo analiza ba flutuasaun folin merkadu nian, aléinde asesu finansiamentu.

 

SAPO TL ho Lusa

horadoplaneta às 03:32 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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