Terça-feira, 27.09.16

Angola hanesan nasaun luzófonu ho mortalidade aas relasionadu ba poluisaun ár nian - OMS

Angola hanesan nasaun luzófonu - no ida hosi nasaun afrikanu ualu - ho taxa aas liu ba mortalidade ne'ebé iha ligasaun ho poluisaun atmosfériku, ho ema na'in 50 entre ema rihun 100 maka mate tanba espozisaun ba ár ne'ebé ladi'ak. 

 

Ar poluidu iha sidade Beijing, Xina. Imajen ne'ebé hasai iha loron 22 Dezembru 2015. Foto@ Wu Hong / EPA

 

Informasaun sira halo parte iha relatóriu "Poluisaun hosi ár ambiente: Avaliasaun Global ida hosi Espozisaun no todan moras nian", ne'ebé fó sai iha loron-tersa ne'e hosi Organizasaun Mundial ba Saúde (OMS) no ne'ebé konklui katak ema millaun tolu mate tinan-tinan tanba kauza sira ne'ebé iha relasaun ho poluisaun ár esterior no katak 92% hosi populasaun mundial respirta ár ne'ebé la moos.

 

Ho rekursu ba modelu foun ida avaliasaun nian ba kualidade ár nian, OMS konfirma katak ema na'in sia entre na'in sanulu moris iha fatin sira ne'ebé kualidade ár esteriór aas liu limiti ne'ebé defini tiha ona.

 

OMS defini ba limiti konsentrasaun anual médiu ho mikrograma 10 ba metru kúbiku ida hosi partíkula mihis sira (PM2,5), valor ne'ebé, tuir relatóriu, aumenta iha nasaun luzófonu sira maibé la konta ho Portugal (9) no Brazil (10).

 

Iha tabela ne'e, nasaun luzófonu ne'ebé hetan liu klasifikasaun aat maka Cabo Verde, ne'ebé aprezenta konsentrasaun médiu ida ho 36 mikrograma hosi partíkula mihis sira tuir metru kúbiku, bainhira tenki hanoin ba medisaun sira iha ambiente rural no urbanu.

 

Guiné Ekuatorial aprezenta konsentrasaun média anual ida ho 33 mikrograma hosi partíkula mihis sira tuir metru kúbiku, Guiné-Bissau 27, Mosambike 17, Timor-Leste 15 no São Tomé & Prínsipe 13.

 

Bainhira konsidera de'it mediasaun sira iha ambiente urbanu, Angola sai hanesan nasaun luzófonu ho rezultadu aat liu, aprezenta konsentrasaun médiu anual ida ho 42 mikrograma hosi partíkula mihis sira tuir metru kúbiku ár nian, númeru ne'ebé tuun ba 27 bainhira konta ho zona rural no urbanu sira.

 

Númeru sira bazeia hosi medisaun sira liuhosi satelit, modelu sira transporte aéreu nian no estasaun sira hosi sukat poluisaun atmosfériku iha fatin 3.000 resin, iha fatin rural no mós urbanu sira, no estudu dezenvolve hosi OMS hamutuk ho Universidade Bath, iha Reinu Unidu. Relatóriu halo mós avaliasaun ida hosi impaktu hasoru espozisaun ár poluidu iha saúde, bazeia iha informasaun hosi tinan 2012.

 

Iha nível global, autór sira konklui katak ema millaun tolu ne'ebé mate tinan-tinan iha ligasaun ho poluisaun atmosfériku, liuliu ba moras respiratóriu todan sira, moras pulmaun obstrutivu krónika, kankru pulmaun nian, moras relasionadu ho sirkulasaun ba fuan nian no asidente vaskular serebral.

 

Entre nasaun luzófonu sira, Angola hanesan nasaun ne'ebé iha ema barak mate tanba poluisaun atmosfériku nian - na'in 51 entre populasaun rihun 100. Bainhira kompara ho nasaun afrikanu sira seluk, iha de'it nasaun hitu maka iha taxa aas: Mali (60), Burkina Faso (58), Níker (57), Eritreia (56), no Benim, Chade ho Repúblika Demokrátika Kongo (52).

 

Guiné Ekuatorial iha taxa ida ba ema na'in 50 mate tanba poluisaun ár esteriór entre populasaun rihun 100, Guiné-Bissau 47, Cabo Verde 37, Timor Leste 31, São Tomé & Prínsipe 26, Brazil 14 no Portugal hitu.

 

Tuir relatóriu, partíkula poluente sira konsisti iha partíkula sólidu ne'ebé kahur maka'as ho partíkula been sira hosi substánsia orgániku sira no la orgániku sira ne'ebé metin iha ár.

 

Komponente barak liu maka sulfatu, nitratu, amónia, kloretu sódiu, karbonu metan no pó mineral, no sira seluk.

 

Partíkula sira hanesan ka ki'ik liu duké mikrómetru hosi diámetru sanulu hanesan perigozu tebes tanba bele tama no hela metin iha pulmaun sira.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 12:05 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Angola é o país lusófono com maior mortalidade associada à poluição do ar - OMS

Angola é o país lusófono - e um dos oito países africanos - com maior taxa de mortalidade associada à poluição atmosférica, com 50 pessoas em cada 100 mil a morrerem devido à exposição a ar exterior de má qualidade. 

 

Ar poluido na cidade de Beijing, China. Imagem tirada no dia 22 de Dezembro 2015. Foto@ Wu Hong / EPA

 

Os dados constam do relatório "Poluição do ar ambiente: Uma avaliação Global da Exposição e do peso da doença", hoje divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e que conclui que três milhões de pessoas morrem todos os anos por causas associadas à poluição do ar exterior e que 92% da população mundial respira ar poluído.

 

Com recurso a um novo modelo de avaliação da qualidade do ar, a OMS confirma que mais de nove em cada dez humanos vivem em locais onde a qualidade do ar exterior excede os limites definidos.

 

A OMS define como limite uma concentração anual média de 10 microgramas por metro cúbico de partículas finas (PM2,5), valor que, segundo o relatório, é excedido em todos os países lusófonos exceto Portugal (nove) e Brasil (10).

 

Nesta tabela, o país lusófono mais mal classificado é Cabo Verde, que apresenta uma concentração média de 36 microgramas de partículas finas por cada metro cúbico, quando se tem em conta as medições em ambiente rural e urbano.

 

A Guiné Equatorial apresenta uma concentração média anual de 33 microgramas de partículas finas por metro cúbico, a Guiné-Bissau 27, Moçambique 17, Timor-Leste 15 e São Tomé e Príncipe 13.

 

Quando consideradas apenas as medições em ambiente urbano, Angola é o país lusófono com piores resultados, apresentando uma concentração média anual de 42 microgramas de partículas finas por metro cúbico de ar, valor que desce para 27 quando se tem em conta as zonas rurais e urbanas.

 

Os números têm por base medições através de satélite, modelos de transporte aéreo e estações de medição da poluição atmosférica em mais de 3.000 localidades, tanto rurais como urbanas, e o estudo foi desenvolvido pela OMS em colaboração com a Universidade de Bath, no Reino Unido. O relatório faz também uma avaliação do impacto da exposição ao ar poluído na saúde, tendo em conta dados do ano 2012.

 

A nível global, os autores concluem que três milhões de mortes anuais estão associadas à poluição atmosférica, nomeadamente doenças respiratórias agudas, doença pulmonar obstrutiva crónica, cancro do pulmão, doença isquémica do coração e acidente vascular cerebral.

 

Entre os países lusófonos, Angola é o país com mais mortes associadas à poluição atmosférica - 51 por cada 100 mil habitantes.

 

Quando comparado com os restantes países africanos, apenas sete têm uma taxa superior: Mali (60), Burkina Faso (58), Níger (57), Eritreia (56), e Benim, Chade e República Democrática do Congo (52).

 

A Guiné Equatorial apresenta uma taxa de 50 mortes associadas à poluição do ar exterior em cada 100 mil habitantes, a Guiné-Bissau 47, Cabo Verde 37, Timor Leste 31, São Tomé e Príncipe 26, Brasil 14 e Portugal sete.

 

Segundo o relatório, as partículas poluentes consistem numa mistura complexa de partículas sólidas e líquidas de substâncias orgânicas e inorgânicas em suspensão no ar.

 

A maioria dos seus componentes são sulfatos, nitratos, amónia, cloreto de sódio, negro de carbono e pó mineral, entre outros.

 

As partículas iguais ou menores do que 10 micrómetros de diâmetro são particularmente perigosas porque podem penetrar e instalar-se nos pulmões.

 

com Lusa

horadoplaneta às 11:01 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Reinu Unidu deskoñesidu

Reinu Unidu iha époka Outonu

Kaótika Londres fó sai testu no fotografia hirak ne’ebé, halo ita koñese besik liu tan Reinu Unidu. Iha ne’ebá maka hala’o akontesimentu bot hosi parte kulturál, polítika ka sosiál britániku nian, maibé ‘illa ne’e’ subar buat barak ba ita, alénde edifisiu parlamentár, relójiu bobot no estádiu futeból nian.

 

Hanesan fotográfu Thomas Heaton dehan katak, nia la’o haleu Reinu Unidu hodi buka momentu hosi loro-matan ne’ebé monu/tun, tempestade nomós paizajen ne’ebé furak.

 

 

Tuir Heaton esplika ba Mail Online, Northumberland ho Lake District hanesan fatin di’ak hodi kapta sena hosi époka outonu nian.

 

“Momentu furak hosi outonu la’o lalais de’it no bele lakon tanba tempestade, tanba ne’e maka oportunidade ne’ebé iha, ladun barak ka bot. Tanba ne’e, maka outonu hanesan tempu ida hosi tinan nian ida ne’ebé espesiál tebes”.

 

Fotos: Thomas Heaton

horadoplaneta às 04:03 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

O Reino Unido desconhecido

Reino Unido rima com Outono

A caótica Londres monopoliza os textos e fotografias que conhecemos do Reino Unido. É lá que grande parte dos acontecimentos culturais, políticos ou sociais britânicos acontecem, mas a “ilha” reserva-nos muito mais do que edifícios parlamentares, relógios gigantes e estádios de futebol.

 

Que o diga o fotógrafo Thomas Heaton, que percorreu o Reino Unido à procura dos melhores pores-do-sol, tempestades e paisagens de espanto.

 

Segundo explicou Heaton ao Mail Online, a Northumberland e o Lake District são os melhores locais para captar as cenas outonais.

 

“As cenas mais belas do Outono duram muito pouco tempo e podem ser arruinadas por uma tempestade, por isso a janela de oportunidade é muito curta. O que o torna numa época do ano muito especial”, confidenciou o jovem.

 

Fotos: Thomas Heaton

horadoplaneta às 03:47 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 16.09.16

Tinan 2016 la'o daudaun hodi sai hanesan tinan ne'ebé manas liu iha istória

Organizasaun Meteorolójiku Mundial (OMM) hatete iha loron-sesta ne'e katak tinan 2016 la'o daudaun hodi muda ba tinan ne'ebé manas liu duké iha rejistu istóriku sira no ne'e bele sai hanesan padraun ba realidade foun ida.  

 

Loro-monu iha Hanover, Alemaña. Foto@ Julian Stratenschulte / EPA


"Ita sai ona hanesan sasin hosi períudu naruk ida ba rai-manas estraordináriu nian no buat hotu hatudu katak ne'e sei muda iha dalan foun ida", afirma hosi sekretáriu-jeral OMM, Petteri Taalas, ne'ebé haktuir hosi ajénsia EFE.

 

Tinan ne'e marka daudaun ho rejistu hosi nível konsentrasaun hosi dióksidu karbonu ne'ebé aas tebes no rekord hosi temperatura sira ne'ebé tuun beibeik, hatutan hosi finlandés ne'ebé diriji ajénsia hosi ONU nian ba klima.

 

Situasaun ne'e no bee hosi oseanu sira ne'ebé manas sai hanesan orijen hosi fenómenu ba koral sira ne'ebé sai mutin, nia hatutan mós.

 

"Períudu anormal ne'ebé naruk hosi akesimentu global kontinua ona iha fulan-Agostu, ne'ebé sai hanesan ida ne'ebé manas liu iha rejistu sira iha rai no mós iha oseanu sira", hatutan hosi porta-vós OMM nian, Claire Nullis, ne'ebé haktuir informasaun sira hosi ajénsia espasial norte-amerikanu (NASA) no hosi Sentru Europeu ba Previzaun Meteorolójiku sira ba Prazu Médiu.

 

Iha fatin seluk, tuir informasaun ikus sira, superfísie hosi jelu Ártiku nian iha veraun boreal, iha loron 10 Setembru, hetan ona extensaun ida ne'ebé ki'ik tebes iha istória, dezde hahú hala'o rejistu sira liuhosi satelit, iha tinan 37 liubá. Extensaun hosi superfísie jelu nian iha tinan ne'e kompara de'it ho ida ne'ebé verifika iha tinan 2007.

 

Extensaun ba jelu iha Ártiku maka hamutuk millaun 4,14 kilómetru kuadradu no sientista sira fiar katak situasaun ne'e la sai dramátiku tanba de'it veraun fresku iha tinan ne'e hosi parte ida ne'e iha mundu, tanba hosi períudu nubladu no tempestade regular sira.

 

"Kondisaun klimatériku sira hamenus lakon jelu durante veraun maibé importante liu maka ita tuun de'it degrau ida hosi rekord", Nullis hatete.

 

Superfísie ki'ik hosi jelu ártiku ho loron 17 Setembru 2012 bainhira diminui to'o millaun 3,39 kilómetru kuadradu.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 15:53 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

O ano de 2016 está a caminho de tornar-se no mais quente da história

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) indicou hoje que 2016 está a caminho de se converter no ano mais quente de que há registos históricos e este pode ser o padrão de uma nova realidade. 

 

Pôr-do-sol em Hanover, Alemanha. Foto@ Julian Stratenschulte / EPA

 

“Fomos testemunhas de um período prolongado de calor extraordinário e tudo indica que se isto se converterá na nova norma”, afirmou Petteri Taalas, secretário-geral da OMM, citado pela agência EFE.

 

O ano está a ser marcado pelo registo de níveis de concentração de dióxido de carbono extremamente altos e pela quebra sucessiva de recordes de temperatura, assinalou ainda o finlandês que dirige a agência das Nações Unidas para o clima.

 

Esta situação e o aquecimento das águas dos oceanos esteve na origem do fenómeno de branqueamento dos corais, sublinhou ainda.

 

“O período excecionalmente prolongado de aquecimento global continuou em agosto, que foi o mais quente nos registos tanto na superfície da terra como nos oceanos”, acrescentou a porta-voz da OMM, Claire Nullis, que citou dados da agência espacial norte-americana (NASA) e do Centro Europeu para as Previsões Meteorológicas a Médio Prazo.

 

Por outro lado, de acordo com os últimos dados, também a superfície de gelo do Ártico alcançou durante o verão boreal, no passado dia 10 de setembro, a segunda mais pequena extensão de sempre, desde que começaram a ser realizados registos por satélite, há 37 anos. A extensão da superfície de gelo este ano apenas é comparável com a verificada em 2007.

 

A extensão de gelo no Ártico foi de 4,14 milhões de quilómetros quadrados e os cientistas acreditam que a situação só não foi mais dramática devido ao verão fresco este ano nessa parte do mundo, em razão de períodos nublados e tempestades regulares.

 

“Essas condições climatéricas desaceleram a perda de gelo durante o verão, mas no essencial estamos apenas um degrau abaixo do recorde”, indicou Nullis.

 

A menor superfície de gelo ártico data de 17 de setembro de 2012, quando diminuiu até aos 3,39 milhões de quilómetros quadrados.

 

com Lusa

horadoplaneta às 14:04 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 15.09.16

Furak hosi fotografia subakuátika, bainhira halo mergullu iha tasi-okos

Furak submarina nian

 Arte Daan Verhoeven hanesan kombinasaun hosi fotografia no mergullu livre. Lori hodi ekipamentu fotografia no mergullu nian, maka fotográfu ne’e tuun ba to’o iha bee-okos, hodi konsege hetan ángulu ne’ebé perfeitu. Hanesan nia halo ho di’ak tebes!

 

Hafoin tuun ba bee-okos besik metru 40, fotográfu ne’e konsentra ninia enerjia hothotu hodi buka imajen ne’ebé di’ak hosi mergulladór hirak ne’e, akompaña ho ninia movimentu impresionante, liu hosi muda-ba no mai ho kalma iha bee okos.

 

Iha ninia site nomós ninia konta instagram imajen hirak ne’e hatudu furak ida ne’ebé oinseluk, tanba hamosu sensasaun ba liberdade, livre….dame.

 

Foto: Daan Verhoeven

 

SAPO TL ho Green Savers

horadoplaneta às 06:48 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

A beleza da fotografia subaquática, num mergulho ao fundo dos mares

A beleza submarina

A arte de Daan Verhoeven é uma intrigante combinação de fotografia e mergulho livre. Carregado com pesado equipamento de fotografia e de mergulho, este fotógrafo desce ao ponto mais profundo destas águas, esperando encontrar o ângulo perfeito. E como o faz bem!

 

Depois de uma descida de aproximadamente 40 metros, este fotógrafo concentra toda a sua energia na procura da imagem perfeita destes mergulhadores, enquanto acompanha os seus impressionantes movimentos, num deslizar cheio de calmaria por estas águas.

 

 

O seu site, bem com a sua conta de instagram são de uma beleza estonteante, em imagens que evocam sensações de liberdade, leveza… paz.

 

Foto: Daan Verhoeven

@Green Savers

horadoplaneta às 06:43 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 13.09.16

Artista transforma garafa plástiku ba fali estatua animál no ai-horis

Eskultura hosi Veronika Richterová

Veronika Richterová hanesan artista plástika xeka nian ida ne’ebé kria estatua ba ai-horis no animál ho garafa plástiku. Eskultura hirak ne’e ho kor oioin no furak tebes, maski halo de’it ho plástiku ne’ebé ema tokon-ba-tokon lauza ka so’e de’it.

 

Estatua atus ida resin ne’ebé fó vantajen ba garafa plástiku ne’e, artista refere foti iha fatin balun. Kolesaun ne’ebé hanaran PET-ART, engloba tipu hosi fauna no flora oioin, hahú hosi ai-reti to’o ba pinguins.


Iha inisiu, Veronika Richterová laiha hatama serbisu ho tipu ambinetál ba iha ninia ajenda traballu, tuir Inhabitat hakerek. Richterová hahú halo serbisu uza garafa iha 2004 hafoin deskobre katak objetu hirak fasil atu halo buat seluk no bele nabeen bainhira kona loro-matan/manas, maibé iha parte seluk bele sai mos “obsesaun ba tinan barak” hanesan nian dehan. Durante dékada ida, artista ne’e halo ona kolesaun ba garafa plástiku liu 3.000 hosi nasaun 76 hodi kria eskultura hirak ne’ebé furak.

 

Artista xeka ne’e, uza garafa plástiku hodi halo estátua animál no ai-horis ladun barak. Richterová mos iha kolesaun kandelabrus no luminária ne’ebé halo ho plástiku. Nia mos iha livru editadu ida ne’ebé esplika istória, uzu, moda no faktu interesante seluk kona-ba garafa plástiku.

 

SAPO TL ho GreenSavers

 

horadoplaneta às 03:18 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Artista transforma garrafas de plásticos em esculturas de animais e plantas

As esculturas de Veronika Richterová

Veronika Richterová é uma artista plástica checa que cria esculturas de plantas e animais a partir de garrafas de plástico. As esculturas são tão coloridas e bonitas que à primeira vista é difícil acreditar que são feitas do mesmo plástico que milhares de pessoas atiram para o lixo.

 

As esculturas, que já atingem centenas, dão uma nova vida a garrafas de plástico que a artista recolhe um pouco por todo o mundo. A colecção, chamada PET-ART, engloba vários tipos de fauna e flora, desde cactos a pinguins.

 

No início, Veronika Richterová não contemplava os seus trabalhos em nenhum tipo de agenda ambiental, como escreve o Inhabitat. Richterová começou a trabalhar com garrafas em 2004 depois de descobrir que estes objectos podiam ser facilmente manipulados e deformados com calor, sem saber que mais tarde o trabalho com plástico se tornaria numa “obsessão por muitos anos”, como indica. Mais de uma década volvida, a artista coleccionou mais de 3.000 garrafas de plástico de 76 países diferentes que transformou em bonitas esculturas.

 

As esculturas de animais e plantas representam apenas uma pequena porção do trabalho que a artista checa faz com o plástico. Richterová tem também uma colecção de candelabros e luminárias feitas em plástico. A artista tem também um livro editado onde explica a história, usos, modas e outros factos interessantes sobre as garrafas de plástico.

 

@GreenSavers

horadoplaneta às 03:07 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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