Segunda-feira, 31.10.16

Uma hosi au ne’ebé namlele: hanesan kilat forte hodi satan inundasaun

Uma ne’ebé halo hosi au iha  Vietname

Inundasaun ka bee-sa’e hanesan dezastre naturais ne’ebé sempre akontese iha mundu. Tuir ONU, populasaun ne’ebé barak – tanba halo ema barak maka hela metin iha fatin ida de’it - no agravamentu hosi alterasaun klimátika maka sai nu’udar fatór importante, hodi kria inundasaun no tahu maka’as.

 

Ema besik milloens 150, liu-liu sira ne’ebé hela iha rejiaun ki’ak liu hosi mundu ne’e, maka kada tinan, sempre afeta ho fenómenu ne’e. Atu minimize estragu hosi inundasaun, maka atelié arkitetu vietnamita ida - H&P Architects – fó solusaun ekolójika liu ba problema refere: uma halo hosi au, ho folin kiik no ladun hetan impaktu ambientál maka’as, tanba bele namlele iha bee-leten no fó seguransa ba família bainhira bee-sa’e.

 

Hanaran Blooming Bamboo Homes, uma hirak ne’ebé ho estrutura kman no modular, no halo harii de’it iha loron 25 nia laran. Maski halo ho lalais, maibé iha mos presu. Kada Blooming Houses ho folin besik €1.500 (R$4.800). Tuir arkitetu sira, uma ne’ebé halo ho au, bele namlele iha bee-leten to’o metro 1,5. Maski nune’e sira harii ona, ho modelu ne’ebé bele aguenta ho inundasaun to’o metro altura tolu.  

 

SAPO TL ho Green Savers

 

horadoplaneta às 07:48 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Casas de bambu flutuante: uma poderosa arma contra as inundações

Casa de bambu no Vietname

As inundações são dos desastres naturais mais frequentes no planeta. De acordo com a ONU, o crescimento populacional – que leva a que as pessoas que se fixem em áreas de leito de cheia – e o agravamento das alterações climáticas são os principais factores que potenciam o aumento e a severidade das cheias.

Estima-se que cerca de 150 milhões de pessoas, principalmente nas regiões mais pobres do planeta, sejam afectadas todos os anos por este fenómeno. Para minimizar os estragos provocados pelas inundações, um ateliê de arquitectos vietnamitas – os H&P Architects – propôs uma solução mais ecológica para o problema: casa feitas a partir de bambu, com baixo custo e impacto ambiental, que flutuam na água e mantêm as famílias em segurança em situações de cheia.

 

Chamadas de Blooming Bamboo Homes, as casas possuem uma estrutura leve e modular, que pode ser construída em apenas 25 dias. Aliado à rapidez de construção está também o preço. Cada uma desta Blooming Houses custa cerca de €1.500 (R$4.800). Segundo os arquitectos, as habitações de bambu estão aptas a flutuar em cheias até 1,5 metros. No entanto, estão já a trabalhar num modelo que resista a uma inundação até três metros de altura.

 

@GreenSavers

horadoplaneta às 07:46 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 28.10.16

Islándia: rai ho paizajen hirak ne’ebé furak liu no izoladu hosi mundu

Hosi buat furak bobot iha Planeta, Islándia iha sivilizasaun/kultura ida ne’ebé ema laharee.

Lahanesan ho kontinente europeu – no Reinu Unidu – ho kilómetru 1.300, illa refere iha senáriu balun ne’ebé idíliu liu no ho kór mutin hosi ami-ninia époka Invernu – hosi naturais furak oioin maka dada turista sira – hetan osan barak- bá vizita nasaun refere.

 

Parte seluk hosi jelu nomós gruta glaciares irlandés, paradoxalmente, mosu vulkaun hanesan Holuhraun, ne’ebé fó kontraste inkrível ba paizajen.

 

Guide to Iceland hanesan site ida ne’ebé mos di’ak hodi koñese Islándia no koko atu hatene, folin hodi vizita illa refere. Bele haree senáriu balun hosi ne’ebá.


Fotos: Iurie Belegurschi / Guide to Iceland


SAPO TL ho GreenSavers

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horadoplaneta às 07:37 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Islândia: terra com as mais belas e isoladas paisagens do mundo

De todas as grandes belezas do Planeta, a Islândia possui as que mais isoladas estão da complexa civilização das grandes urbes.

Separada do continente europeu – e do Reino Unido – por 1.300 quilómetros, a ilha possui alguns dos cenários mais idílicos e brancos do nosso Inverno – entre outras maravilhas naturais que levam milhares de turistas – os mais endinheirados – a visitar o país.

Ao lado da neve e dos célebres glaciares irlandeses surgem, paradoxalmente, vulcões como o Holuhraun, que dá um contraste incrível à paisagem.

 

O Guide to Iceland é um dos melhores sites para conhecer a Islândia e tentar perceber quanto custará visitar a ilha branca. Veja alguns dos cenários que poderá lá encontrar.

 

Fotos: Iurie Belegurschi / Guide to Iceland

@GreenSavers

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horadoplaneta às 07:34 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 24.10.16

Konsentrasaun hosi dióksidu karbonu (CO2) iha atmosfera to'o rekord foun - ONU

Konsentrasaun hosi dióksidu karbonu (CO2) iha atmosfera to'o ona rekord ba parte 400 parte tuir millaun ida (ppm) iha tinan 2015, marka istóriku ida ba saúde planeta nian, alerta hosi ONU iha loron-segunda ne'e. 

 

Foto@ Bernd Settnik / EPA

 

Gás sira ho efeitu estufa ultrapasa ona limiti hosi 400 ppm iha fulan balun nia laran, iha fatin espesífiku sira, maibé nunka iha baze anual global, hatete hosi Organizasaun Meteorolójiku Mundial (OMM), ajénsia hosi ONU nian.

 

Iha boletin ikus kona-ba gás sira ho efeitu estufa, OMM rejista mós "aumentu ida ba rekord foun sira" iha tinan ne'e hosi taxa sira konsentrasaun CO2 nian, kalkula katak ba média anual sei mantén aas hosi 400 ppm "ba jerasaun barak nia laran".

 

Aumentu hosi konsentrasaun CO2 nian akontese balun tanba "El Niño" maka'as, fenómenu meteorolójiku ne'ebé rejista iha tinan haat ka tinan lima nia laran ho efeitu manas ida ne'ebé jeneralizadu.

 

"El Niño" hamosu ona "rai-maran iha rejiaun tropikal sira no hamenus kapasidade hosi aborsaun hosi CO2 iha ai-laran sira, vejetasaun no iha oseanu sira", haktuir hosi OMM. Petteri Taalas, responsável hosi ajénsia, ho sede iha Jenebra, hatete ona katak maski fenómenu hahú diminui maibé "alterasaun klimátiku sira la'e".

 

Taalas felisita ona akordu ne'ebé hetan iha Kigali iha inísiu fulan ne'e nian, ne'ebé hanoin ba eliminasaun tuir faze hosi hidrofluorokarbonetu sira (HFC), kategoria ida hosi gás sira ne'ebé iha efeitu estufa aas tebes, uza liuliu iha jeleira sira no aparellu sira ár kondisionadu sira.

Responsável hosi OMM hatete ona katak lahó asaun ida hanesan hodi halakon emisaun sira hosi CO2 nian, mundu sei falla nafatin ba objetivu sira ne'ebé defini iha akordu istóriku hosi Paris kona-ba diminuisaun hosi emisaun gás sira ne'ebé iha efeitu estufa.

Boletin anual hosi OMM kona-ba gás sira ho efeitu estufa analiza konsentrasaun hosi gás sira iha atmosfera no la'ós emisaun sira.

Aleinde CO2, relatóriu ne'e haree taxa sira konsentrasaun metanu nian, óksidu nitrozu nian no gás sira seluk ho impaktu maka'as iha alterasaun klimátiku sira.

ho Lusa

horadoplaneta às 23:02 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera atinge novo recorde - ONU

A concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera atingiu o recorde de 400 partes por milhão (ppm) em 2015, um marco sinistro para a saúde do planeta, alertou hoje a ONU. 

 

Foto@ Bernd Settnik / EPA

 

Os gases com efeito de estufa tinham já ultrapassado o limiar de 400 ppm em alguns meses, em locais específicos, mas nunca numa base anual global, indicou a Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência das Nações Unidas.

 

No último boletim sobre gases com efeito de estufa, a OMM também registou um "aumento para novos recordes" este ano das taxas de concentração de CO2, prevendo que a média anual se mantenha acima dos 400 ppm "por muitas gerações".

 

O aumento da concentração de CO2 deve-se em parte a um forte "El Niño", fenómeno meteorológico que se regista a cada quatro ou cinco anos com um efeito de aquecimento generalizado.

 

O "El Niño" deu origem a "secas nas regiões tropicais e reduziu a capacidade de absorção do CO2 de florestas, vegetação e oceanos", de acordo com a OMM.

Petteri Taalas, responsável da agência, com sede em Genebra, advertiu que apesar de o fenómeno ter diminuído "as alterações climáticas não".

 

Taalas aplaudiu o acordo conseguido em Kigali no início deste mês, que visa a eliminação faseada dos hidrofluorocarbonetos (HFC), uma categoria de gases com efeito de estufa muito acentuado, mas altamente usada em frigoríficos e aparelhos de ar condicionado.

 

O responsável da OMM advertiu que sem uma ação semelhante para eliminar as emissões de CO2, o mundo vai continuar a falhar os objetivos definidos no acordo histórico de Paris sobre redução de emissões de gases com efeito de estufa.

 

O boletim anual da OMM sobre gases com efeito de estufa analisa a concentração de gases na atmosfera, em vez das emissões.

 

Além do CO2, este relatório monitoriza as taxas de concentração de metano, óxido nitroso e vários outros gases com grande impacto nas alterações climáticas.

 

com Lusa

horadoplaneta às 16:16 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 19.10.16

Corte de árvores em Díli não é política do Governo e deve-se a obras

O primeiro-ministro Rui Maria de Araújo disse hoje que o corte de árvores nas últimas semanas em Díli, algumas com várias décadas, é uma questão "prática" relacionada com obras em curso na cidade e não política do Governo.


Foto: @teodolindareishornay

 

"Essa questão tem a ver com o alargamento das obras, construção de estradas, passeios e escoamento de águas. Nos cadernos de encargos não podemos dizer que se pode ou não se pode cortar esta ou aquela árvore", afirmou Rui Maria de Araújo.

 

"Isto não é uma questão de política, mas de implementação das obras. Estamos constantemente a fazer lembrar ao Ministério das Obras Públicas que é importante falar com os construtores e operadores para respeitarem o ambiente. Continuaremos a fazer isto", acrescentou, em declarações à Lusa à margem de uma conferência em Díli. Rui Araújo admitiu que por questões práticas "é difícil" conseguir sempre exigir que não se cortem árvores.

 

"Nesta fase é difícil. Não é política do Governo cortar árvores, mas não é sempre possível exigir que não se cortem. É uma questão prática que estamos a tentar resolver", explicou.

 

Nas últimas semanas têm-se multiplicando nas redes sociais fotos com denúncias de cortes de árvores em várias ruas da cidade, afetando alguns das árvores mais antigas da capital de Timor-Leste.

 

A maior parte das árvores são cortadas em passeios onde estão a ser construídos novos canais de escoamento de águas.

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horadoplaneta às 08:13 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Tesi ai iha Dili-laran la’os polítika Governu maibé tanba obra

Primeiru ministru Rui Maria de Araújo ohin dehan katak, ai-hun hirak ne’ebé hetan tesi iha Dili, semana hirak ne’e nia laran, inklui sira ne’ebé antigu liu, hanesan “kestaun prátika” ida ne’ebé relasiona ho obra hirak ne’ebé halo iha Dili no la’os polítika Governu nian.


Foto: @teodolindareishornay

 

"Kestaun ne’e iha ligasaun ho obra, hanesan halo estrada, paseiu no valeta bee nian. Tuir dokumentu kontratu nian ne’ebé iha, ami labele dehan katak bele tesi ai ida ne’e ka ida ne’ebá”, dehan  Rui Maria de Araújo.

 

"Ida ne’e la’os kestaun polítika, maibé implementasaun obra nian. Ami fó hanoin beibeik ona ba Ministériu Obras Públikas katak importante atu ko’alia ho konstrutór no operadór sira, hodi respeita ambiente. Ami kontinua halo ida ne’e", hatutan tan ida ne’e ba Lusa, durante konferénsia ida iha Dili.

 

Rui Araújo dehan katak haree ba kestaun prátika “ne’e lafasil” atu konsege, tanba sempre iha ezizénsia atu latesi ai hirak ne’e.

"Faze ne’e difisil. La’os polítika Governu nian hodi tesi ai-hun hirak ne’e, maibé labele ezizi, katak latesi. Hanesan kestaun prátika ida ne’ebé, ami koko atu rezolve”, nia esplika.

 

Iha semana hirak ikus ne’e, mosu informasaun oioin iha rede sosiál ho foto kona-ba ai-hun hirak ne’ebé hetan tesi iha sidade, inklui ai antigu ka ai hirak ne’ebé kuda kleur ona iha kapitál Dili.

 

Tanba atu halo konstrusaun foun ba kanál eskoamentu bee nian, maka ai hirak ne’ebé kuda iha paseiu, hetan tesi.

 

SAPO TL ho Lusa

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horadoplaneta às 08:07 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 17.10.16

Alterasaun klimátika bele halo ema millaun 122 resin tama iha pobreza - FAO

Organizasaun ba Alimentasan no Agrikultura alerta iha loron-segunda ne'e katak hanesan urjente área agríkola adapta ba alterasaun klimátiku sira ne'ebé bele halo ema millaun 122 resin tama iha pobreza. 

 

Foto@ António Dasiparu 

 

"Tenki foti medida sira agora hodi hametin agrikultura sai sustentável liu, produtivu no fleksivel hodi nune'e impaktu sira hosi alterasaun klimátiku labele kompromete maka'as produsaun hahán nian iha nasaun no rejiaun sira ne'ebé hasoru ona inseguransa alimentar ne'ebé aas", hakerek hosi diretór-jeral organizasaun nian, José Graziano da Silva, iha prefásiu hosi relatóriu ne'ebé publika iha loron-segunda ne'e.

 

Ho títulu "Estadu hosi Alimentasaun no Agrikultura", relatóriu subliña ona katak, bainhira laiha alterasaun klimátiku, rejiaun barak sei hakarak hamenus ema sira hosi pobreza to'o tinan 2050.

Ho mudansa sira iha klima, no bainhira sei la halo buat ida, kalkula ona katak populasaun moris iha kiak iha ona aumentu ida entre millaun 3 no 122 to'o tinan 2030. Ne'e akontese liuliu tanba impaktu negativu sira hosi akesimentu global iha área agríkola.

 

Sira ne'ebé maka sei afetadu liu maka populasaun sira iha zona kiak sira hosi Áfrika subsarianu, no hosi Súl no Sudeste Aziátiku, liuliu sira ne'ebé maka depende hosi agrikultura hodi moris.

Graziano da Silva defende katak hamlaha, kiak no alterasaun klimátiku sira tenki hala'o hamutuk, maski hanesan "imperativu moral ida, tanba sira ne'ebé maka terus ohin loron hanesan ema sira ne'ebé ladún kontribui ba alterasaun klimátiku sira".

 

Relatóriu hosi FAO fó hanoin katak atu mantén aumentu hosi temperatura global ki'ik liu hosi limiti 2ºC, emisaun sira hosi gás ho efeitu estufa tenki hamenus 70% to'o tinan 2050, ne'ebé sei iha posibilidade ho kontributu hosi área agríkola sira.

 

Pelumenus, área sira ne'e hanesan responsável na 1/5 hosi emisaun sira, liuliu tanba konversaun hosi ai-laran sira iha rai ne'ebé kultivadu, maibé mós tanba pekuária no ba produsaun agríkola nian.

Maibé, tuir hakerek hosi autor sira, área agríkola hasoru dezafiu duplu: hamenus emisaun sira gás nian ho efeitu estufa iha tempu hanesan bainhira produs tan hahán hodi halo bosu populasaun ida ne'ebé aumenta no populasaun ne'ebé aumenta riku.

 

Kalkula katak asaun hodi buka hahán iha 2050 sei aumenta pelumenus 60% duke iha 2006, maibé kresimentu populasaun nian sei konsentra iha rejiaun sira ne'ebé ohin loron iha superioridade ba subnutrisaun no fraku maka'as hasoru alterasaun klimátiku sira.

 

Relatóriu rekoñese katak hadi'a fali agrkultura no sistema alimentar sira sei hanesan prosesu kompleksu ida, tanba númeru boot hosi parte envolvidu sira, ba multiplisidade hosi sistema agríkola no hosi produsaun hahán nian no ba ekosistema sira ne'ebé la hanesan.

 

Nia alerta katak tenki hahú esforsu sira agora tanba impaktu hosi alterasaun klimátiku sira sei sai aat liu ho tempu no bainhira la halo buat ida nasaun kiak sira iha futuru sei hasoru iha tempu hanesan hamlaha, kiak no mudansa klimátiku sira. Iha Graziano da Silva nia liafuan sira, "benefísiu sira adaptasaun nian ultrapasa folin sira hosi falta asaun nian ho marjen ida ne'ebé boot tebes".

 

Iha loron balun antes Konferénsia ba dala 22 hosi Parte sira Konvensaun-Kuadru ONU nian kona-ba Alterasaun Klimátiku, ne'ebé hahú iha 07 Novembru iha Maroko, relatóriu subliña katak susesu hosi mudansa agrikultura depende maka'as hosi tulun ba proprietáriu ki'ik sira iha adaptasaun ba mudansa klimátiku sira.

 

Kalkula katak iha nasaun sira iha dezenvolvimentu família hamutuk millaun 475 resin hosi proprietáriu ki'ik sira ne'ebé prodús iha kontestu sosioekonómiku sira no kondisaun agroekolójiku sira ne'ebé la hanesan, nune'e laiha de'it resposta ida.

Maibé, FAO hakerek iha relatóriu dalan "atlternativu balun no di'ak iha ekonomia" hodi tulun agrikultór sira hodi adapta no halo sira nia moris sai fleksivel, liuliu adopsaun ba hahalok matenek sira,hanesan uza kultura nitrojéniu-efisiente oioin no tolerante ba manas.

 

Adopsaun jeneralizadu hosi prátika nitrojéniu-efisiente, hanesan ezemplu, sei permiti hamenus ema millaun 100 resin hodi labele hetan subnutrisaun, kalkula iha relatóriu.

ho Lusa

horadoplaneta às 22:59 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Alterações climáticas deverão lançar até mais 122 milhões de pessoas na pobreza - FAO

A Organização para a Alimentação e a Agricultura alertou hoje que é urgente ajudar o setor agrícola a adaptar-se às alterações climáticas, que poderão lançar até mais 122 milhões de pessoas na pobreza. 

 

Foto@ António Dasiparu

 

"A menos que sejam tomadas medidas agora para tornar a agricultura mais sustentável, produtiva e resiliente, os impactos das alterações climáticas irão comprometer gravemente a produção alimentar em países e regiões que já enfrentam uma alta insegurança alimentar", escreve o diretor-geral da organização, José Graziano da Silva, no prefácio de um relatório hoje publicado.

 

Intitulado "O estado da Alimentação e da Agricultura", o relatório sublinha que, se não houvesse alterações climáticas, a maioria das regiões deveria ver reduzir o número de pessoas em risco de pobreza até 2050.

 

Com as mudanças no clima, e se nada for feito, estima-se que a população a viver em pobreza registe um aumento de entre 35 e 122 milhões até 2030.

Isto deve-se sobretudo aos impactos negativos do aquecimento global no setor agrícola.

 

Os mais afetados seriam as populações nas zonas mais pobres da África subsaariana, e do Sul e Sudeste Asiático, especialmente os que dependem da agricultura para viver.

 

Graziano da Silva defende que a fome, a pobreza e as alterações climáticas têm de ser abordadas em conjunto, quanto mais não seja "por um imperativo moral, porque aqueles que hoje mais sofrem são os que menos contribuíram para as alterações climáticas".

 

O relatório da FAO recorda que para manter o aumento da temperatura global abaixo do teto de 2°C, as emissões de gases com efeitos de estufa terão de diminuir 70% até 2050, o que só será possível com o contributo dos setores agrícolas.

 

Estes setores são responsáveis por, pelo menos, um quinto de todas as emissões, sobretudo devido à conversão das florestas em terra cultivada, mas também devido à pecuária e à produção agrícola.

 

No entanto, escrevem os autores, os setores agrícolas enfrentam um duplo desafio: reduzir as emissões de gases com efeitos de estufa ao mesmo tempo que produzem mais alimentos para saciar uma população crescente e cada vez mais rica.

 

Estima-se que a procura global por alimentos em 2050 seja pelo menos 60% maior do que em 2006, mas o crescimento populacional será concentrado nas regiões que já hoje têm maior prevalência de subnutrição e maior vulnerabilidade às alterações climáticas.

 

O relatório reconhece que reformular a agricultura e os sistemas alimentares será um processo complexo, devido ao vasto número de partes envolvidas, à multiplicidade dos sistemas agrícolas e de produção alimentar e às diferenças nos ecossistemas.

 

No entanto, alerta, os esforços têm de começar agora, porque os impactos das alterações climáticas só piorarão com o tempo e se nada for feito os países mais pobres terão no futuro de enfrentar simultaneamente a fome, a pobreza e as mudanças climáticas. Nas palavras de Graziano da Silva, "os benefícios da adaptação ultrapassam os custos da inação com margens muito grandes".

 

Nas vésperas da 22.ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, que começa a 07 de novembro em Marrocos, o relatório sublinha que o sucesso da transformação da agricultura depende em grande medida da ajuda aos pequenos proprietários na adaptação às mudanças climáticas.

 

Estima-se que haja nos países em desenvolvimento cerca de 475 milhões de famílias de pequenos proprietários que produzem em contextos socioeconómicos e condições agroecológicas muito distintas, pelo que não existe uma só resposta.

 

No entanto, a FAO descreve, no relatório, algumas formas "alternativas e economicamente viáveis" de ajudar os agricultores a adaptar-se e a tornar as suas formas de vida mais resilientes, nomeadamente a adoção de práticas inteligentes, como o uso de variedades de culturas nitrogénio-eficientes e tolerantes ao calor.

 

A adoção generalizada de práticas nitrogénio-eficientes, por exemplo, permitiria reduzir em mais de 100 milhões o número de pessoas em risco de subnutrição, estima o relatório.

 

com Lusa

horadoplaneta às 15:31 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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