Quarta-feira, 09.11.16

Tinan lima ikus ne'e hanesan tinan ne'ebé manas liu

Efeitu sira hosi alterasaun klimátiku mosu beibeik iha tinan hirak ikus ne'e, ho períudu 2011-2015 nune'e sai hanesan tinan lima ikus ne'ebé maka manas liu dezde hahú rejistu, haktuir hosi relatóriu ida ONU nian ne'ebé fó sai iha loron-tersa iha Maroko. 

 

 

Alterasaun klimátiku sira halo beibeik ema mate tanba rai-manas, aumenta furakaun, inundasaun sira no rai-maran, ne'ebé mosu maka'as iha tinan hirak ikus ne'e. Tuir informasaun ne'ebé fó sai hosi Organizasaun Meteorolójiku Mundial (OMM), bainhira hakotu negosiasaun sira ONU nian kona-ba klima, ne'ebé hala'o iha Marrakech, sinal ekolójiku hosi ema moris nian bele hetan iha fenómenu klimátiku sira.

 

Dékada 50 ikus ne'e hanesan períudu hosi tinan lima ne'ebé manas liu dezde halo rejistu, ho 2014 no 2015 hanesan tinan sira ne'ebé manas liu. Tuir OMM, organizasaun hosi universu ONU nian, 2016 karik bele halakon tinan 2014 no 2015.

 

Mudansa klimátiku "aumentu maka'as risku sira hosi eventu todan sira, hanesan mós rai-manas, rai-maran, udan no inundasaun sira ne'ebé estraga", hatete hosi sekretáriu-jeral OMM, Petteri Taalas, ne'ebé haktuir hosi ajénsia France Presse no AP.

 

Ema rihun 300 resin mate ona iha dezastre sira ne'ebé mosu tanba fenómenu klimátiku sira durante períudu 2011-2015.

 

Excesso mortalidade barak - ne'ebé atribuidu tanba impaktu adisional hosi mudansa klimátiku - akontese durante 2010-2012, iha rai-maran ne'ebé akontese iha Áfrika Osidental. Furakaun Haiyan iha Filipina, iha 2013, no rai-manas maka'as iha Índia no Pakistaun iha 2015 hanesan fenómenu sira seluk ne'ebé kontribui maka'as hodi hamate ema barak.

 

Tuir relatóriu ne'ebé fó sai iha Marrakech, kobertura jelu iha Ártiku, iha veraun, hanesan 28% ki'ik liu duké sukat iha tinan 1981-2010, to'o nível ne'ebé ki'ik liu iha 2012. Jelu iha tasin Antártiku aumenta liu média liuliu iha invernu.

 

Superfísie jelu ne'ebé nabeen iha Gronelándia - ne'ebé kontribui ba aumentu nível tasi nian -, iha períudu 2011 to'o 2015, kontinua mós iha valor ne'ebé aas hosi média, rejista iha tinan lima nia laran, hosi 1981 to'o 2010.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 17:20 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Os últimos cinco anos foram os mais quentes de sempre

Os efeitos das alterações climáticas tornaram-se mais frequentes nos últimos anos, com o período 2011-2015 a ser o conjunto de cinco anos mais quente desde que há registos, segundo um relatório das Nações Unidas divulgado esta terça-feira (08/11) em Marrocos. 

 

 

As alterações climáticas têm provocado mais ondas mortais de calor, mais furacões, inundações e secas, que têm sido mais frequentes e intensas nos últimos anos. Segundo dados divulgados pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), à margem das negociações da ONU sobre o clima, que decorrem em Marraquexe, a pegada ecológica dos seres humanos é cada vez mais visível nos fenómenos climáticos.

 

A última meia década foi o período de cinco anos mais quente desde que há registos, com 2014 e 2015 a serem os mais quentes de todos os anos. Segundo a OMM, organização do universo das Nações Unidas, 2016 pode mesmo bater 2014 e 2015.

 

A mudança climática "tem aumentado os riscos de eventos extremos, tais como ondas de calor, secas, chuvas e inundações prejudiciais", disse o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, citado pelas agências France Presse e AP.

 

Cerca de 300 mil pessoas morreram em catástrofes estimuladas pelos fenómenos climáticos, durante o período 2011-2015.

 

A grande maioria do excesso de mortalidade - a atribuída ao impacto adicional da mudança climática - ocorreu durante a 2010-2012, nas secas da África Oriental. O furacão Haiyan nas Filipinas, em 2013, e as ondas de calor na Índia e no Paquistão, em 2015, foram outros dos fenómenos que mais contribuíram para a mortalidade provocada por fenómenos extremos.

 

De acordo com o relatório divulgado em Marraquexe, a cobertura de gelo do Ártico, no verão, esteve 28% abaixo da média de 1981-2010, alcançando o nível mais baixo em 2012. Pelo contrário, o gelo no mar Antártico ficou acima da média, especialmente no inverno.

 

Também a superfície de gelo derretido na Gronelândia – que contribui para a elevação do nível do mar –, no período de 2011 a 2015, continuou em valores acima da média, registados todos os cinco anos, de 1981 a 2010.

 

com Lusa

horadoplaneta às 16:41 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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