Terça-feira, 22.11.16

Rekord sira ba temperatura aas sei akontese beibeik duké temperatura malirin

Estudu ida ne'ebé divulga, iha loron-segunda ne'e, kalkula katak rekord diáriu hosi temperatura aas sira iha EUA sei mosu beibeik duké temperatura sira malirin nian. 

 

AFP Photo@ Jim Watson

 

Baibain, nasaun ne'e hetan númeru máxima hanesan hosi temperatura manas no malirin nian iha tinan ida nia laran. Maibé hahú tinan 2010 maka ne'e la akontese ona, ho rekord hosi loron manas sira aumenta maka'as duké temperatura malirin sira.

 

Estudu, ne'ebé publikadu iha Anais hosi Akademia norte-amerikanu sira Siénsia nian, kalkula katak bainhira alterasaun klimátiku sira aumenta, númeru ne'e sa'e ba rekord 15 manas nian tuir ida hosi malirin nian.

 

Autór prinsipal hosi estudu, Gerald Meehlm, hosi Sentru norte-amerikanu hosi Investigasaun Atmosfériku, kalkula katak númeru ne'ebé laiha ekilíbriu maka'as bele akontese iha tinan 50 nia laran hahú agora, bainhira emisaun hosi gás ho efeitu estufa ne'ebé mosu bainhira sunu karvaun, petróleu no gás, kontinua ho ritmu ida hanesan ho agora.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 13:54 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Recordes das temperaturas altas vão ser mais frequentes do que das frias

Um estudo divulgado, nesta segunda-feira, prevê que os recordes diários de temperaturas elevadas nos EUA vão ser batidos com mais frequência do que no caso das frias. 

 

AFP Photo@ Jim Watson

 

Normalmente, o país tem registado o mesmo número de máximos de temperaturas quentes e frias ao longo dos anos. Mas desde 2010 que isso deixou de acontecer, com os recordes dos dias quentes a mais do que duplicarem os dos dias frios.

 

O estudo, publicado nos Anais da Academia norte-americana de Ciências, prevê que à medida que as alterações climáticas se intensificarem este rácio suba para cerca de 15 recordes de calor por cada um de frio.

 

O autor principal do estudo, Gerald Meehlm, do Centro norte-americano de Investigação Atmosférica, estimou que este rácio tão desequilibrado pode ocorrer dentro de 50 anos a partir de agora, se as emissões de gases com efeito de estufa, resultantes da queima de carvão, petróleo e gás, continuarem com o ritmo atual.

 

com Lusa

horadoplaneta às 12:57 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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