Quinta-feira, 27.07.17

Santuáriu hosi orangotango sira iha Indonézia ameasadu tanba okupasaun

Grupu ida konservasaun ambiental alerta ona katak kuaze 1/5 hosi ai-laran ne'ebé serva hanesan santuáriu ba orangutan sira iha parte indonéziu hosi Bornéu hetan okupasaun no estraga, ameasa nune'e esforsu sira reabilitasaun hosi animal ne'e iha risku. 

 

 

Foto@ Hotli Simanjuntak /EPA

 

Porta-vós hosi Borneo Orangutan Survival Foundation, Nico Hermanu, hatete ona katak ai-laran ho hektar 340 resin hosi Samboja Lestari, iha Kalimantan Oriental, hetan invazaun no okupa hosi ema sira ne'ebé maka mai hosi zona sira iha Indonézia no ne'ebé tesi ai sira no kuda hahán sira.

 

Empreza agro-alimentar sira no populasaun lokal sira sunu ho intensaun zona sira ai-laran nian hodi hamoos rai no okupa ho plantasaun sira.

 

Atividade sira ne'e akontese besik "eskola ai-laran" ida, ne'ebé simu orangutan hodi moris hanesan semi-independente no aprende hetan hahán mesak, harii uma no hahalok sira seluk ne'ebé importante hodi animal ne'ebé iha risku bele moris.

 

Fundasaun sosa ona hosi ema lokal sira, iha tinan barak nia laran, rai hodi instala santuáriu ho hektar 1.850 no rekupera ona ai-laran hosi zona ne'ebé agora iha orangutan hamutuk 170 maka moris iha fatin ne'e.

 

Hermanu afirma ona katak fundasaun aviza ona rezidente sira katak sira halo invazaun ba santuáriu Samboja Lestari, "maibé sira halo nafatin atividade". Polísia lokal lakohi halo atuasaun no rekomenda ona diálogu "ne'ebé la rezolve buat ida", nia afirma.

 

Fundasaun agora buka hela ajuda hosi governu lokal, hosi provínsia Kalimantan Oriental, hodi garanti sira direitu kona-ba rai.

 

Númeru hosi orangutan iha Kalimantan no iha illa indonéziu Sumatra, rekoñesidu hanesan animal oinseluk no klasifika hanesan iha risku atu lakon, ho respeitu, hosi organizasaun ambiental sira, tuun maka'as dezde dékada 1970.

 

Orangutan sira hanesan animal sira ne'ebé hetan protesaun iha Indonézia no iha Malázia, maibé desflorestasaun halo diminuisaun maka'as hosi nia "habitat" natural, hafoin besik hosi 40% hosi ai-laran iha Kalimantan lakon dezde inísiu dékada 1970.

 

Iha dékada tuirmai, ambientalista sira kalkula katak parte barak hosi ai-laran sei hetan estrada no sei sai hanesan rai agríkola.

 

Borneo Orangutan Survival Foundation, organizasaun ida hosi organizasaun oioin ne'ebé dedikadu ba konservasaun hosi orangutan sira, iha mós autorizasaun ba tinan 60 nia laran ba ai-laran ho hektar rihun 86 resin iha Kalimantan, ne'ebé sira sosa hosi Governu iha tinan 2011.

 

Na próxima década, os ambientalistas preveem que uma ainda maior parte da floresta venha a ser devastada e convertida em terreno agrícola.

 

Besik 1/4 iha kondisaun adekuadu ba reabilitasaun hosi orangutan sira nian.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 15:20 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Santuário de orangotangos na Indonésia ameaçado por ocupação

Um grupo de conservação ambiental alertou que quase um quinto da floresta que serve de santuário aos orangotangos na parte indonésia do Bornéu foi ocupado e danificado, ameaçando os esforços de reabilitação da espécie em risco. 

 

Foto@ Hotli Simanjuntak /EPA


O porta-voz da Borneo Orangutan Survival Foundation, Nico Hermanu, disse que cerca de 340 hectares da floresta de Samboja Lestari, em Kalimantan Oriental, foram invadidos e ocupados por pessoas que vieram de outras zonas da Indonésia e que cortaram árvores e plantaram cultivos.

 

Muitas empresas agro-alimentares e populações locais incendeiam deliberadamente zonas da floresta para limpar o terreno e ocupar com plantações.

 

Estas atividades decorrem perto de uma “escola da floresta”, que acolhe 20 orangotangos a viver de forma semi-independente e a aprender a encontrar comida sozinhos, a construir ninhos e outros comportamentos essenciais à sobrevivência desta espécie, em risco.

 

A fundação comprou aos locais, ao longo dos anos, o terreno para instalar o santuário de 1.850 hectares e recuperou a floresta naquela zona, onde agora vivem 170 orangotangos.

 

Hermanu afirmou que a fundação avisou os residentes de que estão a invadir o santuário de Samboja Lestari, "mas as atividades continuaram". A polícia local recusou-se a atuar e recomendou conversações "que não resolveram nada", afirmou.

 

A fundação está agora a procurar a ajuda do governo local, da província de Kalimantan oriental, para garantir os seus direitos sobre a terra.

 

O número de orangotangos no Bornéu e na ilha indonésia de Samatra, reconhecidos como espécies diferentes e ambos classificados como em risco ou em vias de extinção, respetivamente, por organizações ambientais, caiu drasticamente desde a década de 1970.

 

Os orangotangos são espécies protegidas na Indonésia e na Malásia, mas a desflorestação reduziu drasticamente o seu 'habitat' natural, depois de perto de 40% da floresta do Bornéu ter desaparecido desde o início da década de 1970.

 

Na próxima década, os ambientalistas preveem que uma ainda maior parte da floresta venha a ser devastada e convertida em terreno agrícola.

 

A Borneo Orangutan Survival Foundation, uma de várias organizações dedicadas a conservação do orangotango, detém também uma concessão por 60 anos de cerca de 86 mil hectares de floresta no Bornéu, que comprou ao Governo em 2011.

 

Cerca de um quarto tem condições adequadas para a reabilitação de orangotangos.

 

com Lusa

horadoplaneta às 12:13 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 13.07.17

Alterasaun klimátika hamosu perigu ba produsaun mundial kafé nian

Alterasaun klimátika hamosu perigu ba produsaun mundial kafé nian, ne'ebé nia interese aumenta iha tinan hirak ikus ne'e, alerta hosi espesialista sira no autoridade kolombianu sira iha fórum mundial dahuluk hosi nasaun produtor sira. 

 

 

"Ema tomak sei afetadu. Kafé hanesan sensível tebes ba mudansa ki'ik hosi temperatura. Bainhira temperatura aumenta, nasaun sira hotu sei afetadu", hatete hosi brazileiru no diretór ezekutivu hosi Organizasaun Internasionál Kafé nian (OIC) ne'ebé halibur nasaun exportador no importador hamutuk 43.

 

Rai sira ne'ebé bele kuda kafé bele diminui ba metade iha tinan 2050 tanba aumentu hosi temperatura, ne'ebé favorese dezenvolvimentu hosi moras sira ne'ebé afeta ai-horis ne'e, haktuir hosi relatóriu hosi Institutu Klimatolojia australianu ne'ebé fó sai iha tinan 2016.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 10:49 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Alterações climáticas colocam em perigo a produção mundial de café

As alterações climáticas colocam em risco a produção mundial de café, cuja procura tem aumentado nos últimos anos, alertaram especialistas e autoridades colombianas no primeiro fórum mundial dos países produtores. 

 


“Toda a gente vai ser afetada. O café é muito sensível a ligeiras variações de temperatura. À medida que ela (a temperatura) aumenta, todos (os países) vão ser afetados”, disse o brasileiro e, diretor executivo da Organização Internacional do Café (OIC), que reúne 43 países exportadores e sete importadores.

 

As superfícies cultiváveis destinadas ao café podem ficar reduzidas para metade em 2050 devido ao aumento das temperaturas, que favorecem o desenvolvimento de doenças que afetam a planta, segundo um relatório do Instituto de Climatologia australiano, divulgado em 2016.

 

com Lusa

horadoplaneta às 10:47 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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