Japão aceita decisão do Tribunal Internacional que proíbe caça à baleia no Antártico

O Japão anunciou nesta segunda-feira que, apesar de "profundamente  dececionado", vai respeitar a decisão do Tribunal Internacional de Justiça  que proíbe a caça à baleia no Antártico por navios japoneses.

 

 

EPA@ Jeremy Sutton - Hibert

 

"O Japão vai respeitar a decisão do tribunal como país que respeita  o Estado de direito e como membro responsável da comunidade internacional",  disse aos jornalistas Koji Tsuruoka, responsável japonês, presente na sala  de audiência em Haia, Holanda, e que acompanhou a deliberação do juiz do  Tribunal Internacional. 

 

O tribunal dá assim razão à Austrália que acusou o Japão de prática  comercial de caça à baleia a coberto de um programa de investigação científica.

 

Considerando que Tóquio não está a respeitar uma moratória de 1986 que  proíbe a caça à baleia a não ser que a prática se destine a fins científicos,  Camberra pediu ao tribunal para ordenar o fim do programa Jarpa II (investigação).

 

De acordo com a Austrália, o Japão caçou 10.000 baleias entre 1987 e  2009 e quando o processo começou os dois países comprometeram-se a respeitar  a decisão judicial. 

 

Sapo TL/SIC/Lusa

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