Quarta-feira, 09.12.15

Fransa hakarak lansa iha 2020 satélite hodi sukat CO2 iha Rai

Fransa hakarak lansa satélite ida hodi sukat repartisaun CO2 iha superfísie Rai nian,tinan 2020, tuir saida maka ministra Ambiente, Ségolène Royal hateten iha ámbite hosi Simeira Klima (COP21) iha Paris.



Projetu seluk ba konstrusaun hosi satélite seluk, franko-alemaun nian mos sei fó sai, tanba ida ne’e maka foin sukat metanu iha atmosfera.

Dióxidu karbonu (CO2) maka sai nu’udar gás importante ho efeitu estufa ne’ebé mosu hosi atividade ne’ebé ema halo.

 

Metanu, produs hosi deskompozisaun materiál orgánika, hanesan gás daruak ne’ebé importante liu ho efeitu estufa, maibé ninia kontribuisaun ba akesimentu globál bot liu 25 duké ida hosi dioxide karbono, ka unidade metanu ekivale ba unidade CO2 25.

 

Satélite franses ne’ebé halo parte hosi projetu MicroCarb do Centro Nacional de Estudos Espaciais francês (CNES), sei hetan selu hosi Governu ho euros milloens 25, tanba ne’e maka ninia kustu totál bot liu euros milloens 175.

 

Projetu franko-alemaun ho naran Merlin no satélite ne’ebé sei fabrika hosi Airbus, ho despeza euros milloens 250. 

 

MicroCarb no Merlin hanesan “observadór tempu nian”, maibé lahalo “seguransa”, tenik prezidente CNES, Jean-Yves Le Gall horisehik iha konferénsia imprensa, no konsidera katak la’os sientista sira maka monitoriza karik nasaun hirak ne’e kumpri ka la’e kompromisu atu hamenus gaze ho efeitu estufa.

 

COP21, ne’ebé sei hala’o iha Paris to’o sesta-feira, halibur nasaun 195 ne’ebé hakarak atu alkansa akordu vinkulativu ida kona-ba redusaun emisaun gazes ho efeitu estufa ne’ebé bele halo limitasaun to’o 2100, ba akesimentu hosi temperature media globál atmosfera nian ba grau sentígradu rua, bot liu ida ne’ebé rejista molok revolusaun industriál.

 

Kona-ba medida hodi evita kona-ba akesimentu Rai nian, prezidente Méxiko, Enrique Peña Nieto, horisehik hateten katak sei investe dolár milloens 23.000 (euros rihun milloens 21,1) ba refinaria neen, iha tinan tolu oin mai, hodi efisiente liu tan no hamenus emisaun gazes hirak ne’ebé poluente liu.

 

SAPO TL ho Lusa

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horadoplaneta às 02:05 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

França quer lançar em 2020 satélite para medir CO2 na Terra

A França quer lançar em 2020 um satélite para medir a repartição de CO2 na superfície da Terra, anunciou ontem a ministra do Ambiente francesa, Ségolène Royal, no âmbito da Cimeira do Clima (COP21), em Paris.


 

Um outro projeto para a construção de outro satélite, franco-alemão desta vez, foi também anunciado, sendo que esse será responsável por medir com uma precisão sem precedentes as concentrações de metano na atmosfera.

 

O dióxido de carbono (CO2) é o principal gás com efeito de estufa produzido pelas atividades humanas.

 

O metano, produzido pela decomposição da matéria orgânica, é o segundo mais importante gás com efeito de estufa, mas a sua contribuição para o aquecimento global é 25 vezes maior do que a do dióxido de carbono, ou seja, uma unidade de metano equivale a 25 unidades de CO2.

 

O satélite francês, que faz parte do projeto MicroCarb do Centro Nacional de Estudos Espaciais francês (CNES), será inicialmente financiado em 25 milhões de euros pelo Governo francês, sendo que o custo total ascende a 175 milhões de euros.

 

Já o projeto franco-alemão é denominado Merlin e o satélite será fabricado pela Airbus, estando previsto uma despesa de 250 milhões de euros.

MicroCarb e Merlin serão os "vigias do clima", mas não irão "fazer de polícias", disse ontem o presidente do CNES, Jean-Yves Le Gall, em conferência de imprensa, considerando que não cabe aos cientistas monitorizar se os países estão a cumprir ou não com os compromissos de redução de gases com efeito de estufa.

 

A COP21, que decorre até sexta-feira em Paris, reúne representantes de 195 países que tentarão alcançar um acordo vinculativo sobre redução de emissões de gases com efeito de estufa que permita limitar, até 2100, o aquecimento da temperatura média global da atmosfera a dois graus centígrados acima dos valores registados antes da revolução industrial.

 

Ainda quanto a medidas para evitar o sobreaquecimento da Terra, o presidente do México, Enrique Peña Nieto, anunciou ontem que vai investir 23.000 milhões de dólares (21,1 mil milhões de euros) em seis refinarias nos próximos três anos, para as tornar mais eficientes e reduzir as emissões de gases poluentes.

 

@Lusa

horadoplaneta às 02:03 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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