Quinta-feira, 13.07.17

Alterações climáticas colocam em perigo a produção mundial de café

As alterações climáticas colocam em risco a produção mundial de café, cuja procura tem aumentado nos últimos anos, alertaram especialistas e autoridades colombianas no primeiro fórum mundial dos países produtores. 

 


“Toda a gente vai ser afetada. O café é muito sensível a ligeiras variações de temperatura. À medida que ela (a temperatura) aumenta, todos (os países) vão ser afetados”, disse o brasileiro e, diretor executivo da Organização Internacional do Café (OIC), que reúne 43 países exportadores e sete importadores.

 

As superfícies cultiváveis destinadas ao café podem ficar reduzidas para metade em 2050 devido ao aumento das temperaturas, que favorecem o desenvolvimento de doenças que afetam a planta, segundo um relatório do Instituto de Climatologia australiano, divulgado em 2016.

 

com Lusa

horadoplaneta às 10:47 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 29.06.17

Alterações climáticas podem aumentar em 25% área sem gelo da Antártida em 2100

 

Uma investigação publicada hoje revela que as alterações climáticas podem vir a aumentar em 25% a área sem gelo da Antártida no final do século, um cenário que provocaria drásticas mudanças na biodiversidade do continente. 

 

 

Foto@ Felipe Trueba /EPA

 

 A zona sem gelo representa atualmente cerca de 1% da superfície do continente - cuja área total é de aproximadamente 14 milhões de quilómetros quadrados -, figurando como o lugar onde se concentra quase toda a sua fauna e flora.

 

Uma investigação realizada pela Divisão Australiana da Antártida (AAD, na sigla em inglês), a primeira a estudar o impacto das alterações climáticas nas zonas sem gelo na Antártida, prevê que estas se expandam e se unam entre si.

 

Segundo Aleks Terauds, investigador da AAD, à luz da previsão, o desaparecimento do gelo em 2100 vai fazer emergir aproximadamente 17.267 quilómetros quadrados de terreno, o que representa um aumento de quase 25%.

 

“Tal vai oferecer novas áreas de expansão a espécies autóctones, mas também pode vir a causar a propagação de espécies invasoras e, a longo prazo, a extinção das espécies nativas menos competitivas”, disse Aleks Terauds, citado num comunicado da AAD.

 

A investigadora Jasmine Lee assinalou que, ao contrário de estudos anteriores centrados na redução da camada de gelo e no potencial impacto no aumento do nível do mar, o novo trabalho foca-se nos efeitos na biodiversidade do continente gelado.

 

Lee indicou que as atuais zonas sem gelo constituem importantes zonas de reprodução de focas e aves marinhas, além de acolherem invertebrados, fungos e líquenes endémicos.

 

A investigação, publicada pela revista Nature, foi apresentada diante do Comité para a Proteção do Ambiente durante a reunião consultiva do Tratado da Antártida que decorreu, em maio, na China.

 

com Lusa

horadoplaneta às 16:19 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 14.06.17

Juncker: União Europeia não vai renegociar Acordo de Paris sobre o clima

O presidente da Comissão Europeia assegurou hoje, perante o Parlamento Europeu, em Estrasburgo, que “a União Europeia não vai renegociar o Acordo de Paris” sobre o clima, apesar do abandono dos Estados Unidos, que classificou como uma desilusão. 

 

 

“Os 29 artigos do acordo devem ser implementados e não renegociados. A acção climática não necessita de mais distracções. Passámos 20 anos a negociar, agora é tempo de agir, é tempo de implementar”, declarou Jean-Claude Juncker, que foi ovacionado pelos eurodeputados.

 

Juncker disse que a UE está “desapontada” e “lamenta a decisão” da administração norte-americana liderada por Donald Trump de “abdicar da acção comum” no combate ao aquecimento global, mas sublinhou que a mesma “não significa o fim do Acordo de Paris”.

 

Manifestou-se mesmo convicto de que a saída dos EUA "tornará o resto do mundo mais unido e determinado em trabalhar com vista à plena implementação" do "acordo histórico" assinado na capital francesa em 2015.

 

Lusa

horadoplaneta às 12:42 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 23.01.17

China convida Trump a combater em conjunto alterações climáticas

O Governo chinês convidou hoje a nova administração dos Estados Unidos, encabeçada por Donald Trump, a combater em conjunto as alterações climáticas e sublinhou que todos os países devem cumprir com o Acordo de Paris. 

 

 

Hua Chunying, porta-voz do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, garantiu em conferência de imprensa que Pequim tem "mantido contacto" com o novo Executivo norte-americano.

 

"A China está disposta a trabalhar com todas as partes, incluindo a nova Administração dos EUA, para continuar com o diálogo e a cooperação sobre a questão das alterações climáticas", disse Hua.

 

A porta-voz do ministério considerou o Acordo de Paris um "marco histórico", que a China tem intenção de implementar nas suas políticas domésticas e quer promover no exterior.

 

"É um feito que não foi fácil de alcançar. Todos os países deviam seguir a tendência, aproveitar a oportunidade, adotar ações e implementar o acordo para benefício das gerações futuras", referiu.

 

Hua insistiu na vontade da China de trabalhar junto com Trump, apesar das críticas do Presidente norte-americano às políticas comerciais do país asiático ou a sua aproximação a Taiwan, que Pequim considera território seu e não uma entidade política soberana.

 

"Estamos prontos para trabalhar com a nova Administração (dos Estados Unidos) de uma forma construtiva, para solucionar as nossas diferenças e evitar que perturbem as relações gerais entre os dois países", afirmou a porta-voz.

 

Durante a campanha e já como Presidente eleito, Donald Trump culpou o país asiático de "manipulação da moeda", ou "batotice", e ameaçou taxar os produtos chineses em 45%.

 

Alguns analistas consideram que poderá ocorrer uma guerra comercial entre as duas maiores economias do planeta.

 

"As guerras ou confrontações comerciais não produzirão vencedores, apenas prejudicarão os interesses de ambos e de todas as partes", afirmou Hua, que instou Washington a resolver com Pequim as suas disputas e desacordos em matéria comercial.

 

com Lusa

horadoplaneta às 21:58 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 06.01.17

Poluentes químicos ameaçam ursos polares - Estudo

Os poluentes químicos são também uma ameaça para a vida dos ursos polares, além do aquecimento global, conclui um estudo, hoje divulgado, que sintetiza 40 anos de trabalho de investigação. 

 

EPA@ Greenpeace Photo

 

Segundo o estudo, publicado na revista científica Environmental Toxicology and Chemistry, estes poluentes representam um risco para a saúde dos ursos cem vezes superior ao limite considerado aceitável para os animais adultos.

 

Nas crias, sujeitas aos químicos através do leite materno, o risco é mil vezes superior.

 

Os cientistas sintetizaram 40 anos de trabalho sobre a exposição dos ursos polares a químicos, mas também das focas e do bacalhau, numa área entre as ilhas Svalbard (Noruega) e o estado do Alasca (Estados Unidos), ambos banhados pelo oceano Ártico.

 

"Trata-se do primeiro estudo que visa quantificar o risco que os poluentes orgânicos persistentes representam para ecossistema ártico", disse, citada pela agência AFP, a principal autora do estudo, Sara Villa, toxicóloga da Universidade de Milano-Bicocca, em Itália.

 

Usados na agricultura e na indústria, os poluentes orgânicos persistentes, como os pesticidas, mantêm-se durante décadas na natureza, contaminando a cadeia alimentar: passam, por exemplo, do plâncton (organismos microscópicos que flutuam no mar) aos peixes, depois às focas e, no fim, aos ursos.

 

Ao acumularem-se no organismo, até atingirem doses muito tóxicas, os químicos podem afetar os sistemas imunitário, reprodutivo e endócrino.

 

Vestígios de policlorobifenilos (PCB), um dos poluentes orgânicos persistentes, cujo uso está proibido desde a década de 70, foram detetados nos ursos polares, de acordo com a investigação.

 

Novas famílias de compostos químicos, como a do ácido perfluorooctanessulfónico (PFOS), considerado "muito tóxico para os mamíferos", substituíram o PCB.

 

De acordo com o estudo, as concentrações de PFOS são elevadas nos ursos polares, dez vezes mais do que nas focas.

 

Estas substâncias químicas, autorizadas, são utilizadas para impermeabilizar papel, tecidos, mobiliário, evitar manchas de água ou gordura, e para produzir determinadas espumas de extintores.

 

As estimativas apontam para que, em 2050, a população de ursos polares, já ameaçada pelo degelo decorrente das alterações climáticas, diminua num terço.

 

No Ártico, o aquecimento global poderá gerar verões sem gelo dentro de 20 anos, vaticinam os cientistas.

 

com Lusa

horadoplaneta às 23:45 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 14.12.16

Ártico bate recordes de calor entre outubro de 2015 e setembro de 2016

O Ártico bateu recordes de calor no período de 12 meses terminado em setembro, quando o ar quente desencadeou uma fusão massiva de gelo e neve e atrasou o gelo do inverno, divulgaram cientistas na terça-feira. 

 

 

A avaliação lúgubre foi feita no relatório sobre o Ártico relativo a 2016, um documento revisto por outros cientistas que não os seus autores, feito por 61 cientistas de todo o mundo, que é publicado pela agência governamental dos EUA para a Atmosfera e os Oceanos (NOAA, na sigla em Inglês).

 

O documento cobre o período de outubro de 2015 a setembro de 2016, um período em que “a temperatura média anual sobre as áreas terrestres (do Ártico) foi a maior desde que há registos”, como se salientou.

 

“Raramente se viu o Ártico evidenciar um tão claro, forte ou acentuado sinal de persistente aquecimento e os seus efeitos em cascada no ambiente do que este ano”, afirmou Jeremy Mathis, diretor do programa de investigação sobre o Ártico que está a ser desenvolvido na NOAA.

 

A região do Ártico continua a aquecer a uma velocidade que é o dobro da do resto do planeta, que também deve ter em 2016 o ano mais quente dos tempos modernos.

 

Os cientistas climáticos disseram que as razões para o aumento da temperatura incluem a queima dos combustíveis fósseis, que emite gases com efeito de estufa para a atmosfera, bem como a tendência de aquecimento do oceano associada ao El Niño, que terminou em meados do ano mas exacerbou o aquecimento.

 

A temperatura média anual do Ártico em terra supera em 3,5 graus Celsius (ºC) a registada em 1900.

 

A temperatura da superfície do mar no pico do verão, em agosto de 2016, esteve 5ºC acima da média do período 1982-2010 nos mares de Barents e Chukchi, bem como nas costas leste e oeste da Gronelândia.

 

com Lusa

horadoplaneta às 21:56 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 22.11.16

Recordes das temperaturas altas vão ser mais frequentes do que das frias

Um estudo divulgado, nesta segunda-feira, prevê que os recordes diários de temperaturas elevadas nos EUA vão ser batidos com mais frequência do que no caso das frias. 

 

AFP Photo@ Jim Watson

 

Normalmente, o país tem registado o mesmo número de máximos de temperaturas quentes e frias ao longo dos anos. Mas desde 2010 que isso deixou de acontecer, com os recordes dos dias quentes a mais do que duplicarem os dos dias frios.

 

O estudo, publicado nos Anais da Academia norte-americana de Ciências, prevê que à medida que as alterações climáticas se intensificarem este rácio suba para cerca de 15 recordes de calor por cada um de frio.

 

O autor principal do estudo, Gerald Meehlm, do Centro norte-americano de Investigação Atmosférica, estimou que este rácio tão desequilibrado pode ocorrer dentro de 50 anos a partir de agora, se as emissões de gases com efeito de estufa, resultantes da queima de carvão, petróleo e gás, continuarem com o ritmo atual.

 

com Lusa

horadoplaneta às 12:57 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 17.11.16

Everydayclimatechange, Instagram ne'ebé hatudu foto sira hosi alterasaun klimátiku

Alterasaun klimátiku sira hanesan real. Ba ema sira ne'ebé iha dúvida ho asaun sira ne'e maka fotógrafu James Whitlow Delano lansa ona Everydayclimatechange, instagram ne'ebé fotógrafu sira hosi mundu tomak bele fahe imajen sira ne'ebé hatudu impaktu hosi alterasaun klimátiku sira, no hatudu oinsá maka mudansa sira ne'e afeta ema millaun resin nia loron-loron. 

 

Foto: Everydayclimatechange


Entre foto sira ne'ebé fahe iha feed Everydayclimatechange bele haree foto sira hosi ai-laran sira ne'ebé estraga tanba inséndiu sira iha Mosambike, labarik afegaun sira ne'ebé hamoos valeta sira ne'ebé nakonu ho foer sira ne'ebé maka bee lori iha inundasaun, labarik sira ne'ebé tuur iha sasán restu iha bee ne'ebé mosu hosi inundasaun iha Jakarta ka jelu ne'ebé nabeen iha Ártiku.

 

Ema ida bele kontribui ba kauza hosi Everydayclimatechange. Karik hakarak kontribui bele fahe foto sira iha Instagram ho hastag #everydayclimatechange.

 

Fonte: Green Savers

horadoplaneta às 16:00 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 09.11.16

Os últimos cinco anos foram os mais quentes de sempre

Os efeitos das alterações climáticas tornaram-se mais frequentes nos últimos anos, com o período 2011-2015 a ser o conjunto de cinco anos mais quente desde que há registos, segundo um relatório das Nações Unidas divulgado esta terça-feira (08/11) em Marrocos. 

 

 

As alterações climáticas têm provocado mais ondas mortais de calor, mais furacões, inundações e secas, que têm sido mais frequentes e intensas nos últimos anos. Segundo dados divulgados pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), à margem das negociações da ONU sobre o clima, que decorrem em Marraquexe, a pegada ecológica dos seres humanos é cada vez mais visível nos fenómenos climáticos.

 

A última meia década foi o período de cinco anos mais quente desde que há registos, com 2014 e 2015 a serem os mais quentes de todos os anos. Segundo a OMM, organização do universo das Nações Unidas, 2016 pode mesmo bater 2014 e 2015.

 

A mudança climática "tem aumentado os riscos de eventos extremos, tais como ondas de calor, secas, chuvas e inundações prejudiciais", disse o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, citado pelas agências France Presse e AP.

 

Cerca de 300 mil pessoas morreram em catástrofes estimuladas pelos fenómenos climáticos, durante o período 2011-2015.

 

A grande maioria do excesso de mortalidade - a atribuída ao impacto adicional da mudança climática - ocorreu durante a 2010-2012, nas secas da África Oriental. O furacão Haiyan nas Filipinas, em 2013, e as ondas de calor na Índia e no Paquistão, em 2015, foram outros dos fenómenos que mais contribuíram para a mortalidade provocada por fenómenos extremos.

 

De acordo com o relatório divulgado em Marraquexe, a cobertura de gelo do Ártico, no verão, esteve 28% abaixo da média de 1981-2010, alcançando o nível mais baixo em 2012. Pelo contrário, o gelo no mar Antártico ficou acima da média, especialmente no inverno.

 

Também a superfície de gelo derretido na Gronelândia – que contribui para a elevação do nível do mar –, no período de 2011 a 2015, continuou em valores acima da média, registados todos os cinco anos, de 1981 a 2010.

 

com Lusa

horadoplaneta às 16:41 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 08.11.16

Moçambique foi o país mais afetado por fenómenos climáticos em 2015 - estudo

Moçambique foi o país mais afetado em 2015 pelos fenómenos climáticos extremos e quase metade dos Estados mais atingidos estão em África, conclui um relatório hoje publicado em Marraquexe, por ocasião da conferência da ONU cobre o clima (COP22)

 

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Foto@ António Silva/EPA

 

"A África é particularmente vulnerável aos impactos das alterações climáticas", sublinhou Sönke Kreft, autor principal do 12.º "índice anual dos riscos climáticos" publicado pela organização não-governamental Germanwatch.

 

De maneira geral, os países pobres são os mais expostos às tempestades, ondas de calor, inundações ou secas, fenómenos cuja intensidade e frequência aumenta sob o efeito do aquecimento global.

 

"A repartição dos fenómenos climáticos não é equitativa", acrescentou Kreft, lembrando que os países em desenvolvimento só são historicamente responsáveis por uma parte muito pequena das emissões de gases com efeito de estufa na origem destes fenómenos.

 

O índice da Germanwatch regista os acontecimentos extremos em 180 países, com base em dados da seguradora alemã MunichRe, entre outros.

 

Em 2015, o país mais afetado por fenómenos climáticos foi Moçambique, com 351 mortes atribuíveis aos fenómenos extremos, que provocaram danos estimados em 500 milhões de dólares.

 

No ano passado, recordam os autores do estudo, Moçambique foi atingido por graves inundações que resultaram de chuvas intensas que começaram em dezembro de 2014 e duraram até ao fim de janeiro de 2015 ou mais. Cerca de 325 mil pessoas foram afetadas pelas inundações em Moçambique e 163 pessoas morreram.

 

As inundações também provocaram consequências severas nas infraestruturas e na agricultura e levaram a surtos de doenças como a cólera.

 

Os restantes países mais afetados pelos fenómenos climáticos em 2015 são a Dominica, Maláui, Índia, Vanuatu, Birmânia, Bahamas, Gana, Madagáscar e Chile.

 

A África, continente que acolhe a COP22, a decorrer em Marraquexe até dia 18, é particularmente afetada, com quatro dos 10 países mais atingidos em 2015 (Moçambique, Maláui, Gana e Madagáscar).

 

Entre os 10 países africanos mais afetados em 2015 pelos fenómenos climáticos extremos estão quatro países de língua portuguesa: Moçambique (1.º lugar), Cabo Verde (8.º), Guiné-Bissau (9.º) e Angola (10.º). Moçambique é também o segundo país africano mais afetado nos últimos 20 anos.

 

De 1996 a 2015, perto de 11.000 episódios extremos mataram 528 mil pessoas no mundo, sublinha o relatório.

 

Tempestades, vagas de calor e inundações custaram mais de 3.000 mil milhões de dólares (2.700 mil milhões de euros) no mesmo período.

 

Dos dez países mais afetados nas duas últimas décadas, nove eram países em desenvolvimento no grupo dos Estados de baixo e médio-baixo rendimento.

 

Ao longo destes 20 anos, os países mais afetados foram as Honduras, a Birmânia e o Haiti.

 

As Filipinas, o Bangladesh, o Paquistão, o Vietname e a Tailândia foram também particularmente afetados, tanto em termos humanos como financeiramente.

 

O ranking da Germanwatch tem em conta o número absoluto de mortos e a taxa de mortalidade associada aos fenómenos climáticos, assim como as perdas financeiras absolutas e as perdas por unidade do PIB.

 

A 22.ª conferência do clima da ONU decorre até 18 de novembro com a concretização do Acordo de Paris, alcançado no ano passado, na ordem do dia.

 

com Lusa

horadoplaneta às 14:36 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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