Quinta-feira, 31.08.17

WWF: Deskobre kuaze espésie foun hamutuk 400 iha Amazónia iha tinan rua nia laran

Sientista sira deskobre ona espésie foun hamutuk 381 hosi ai-horis sira no animal sira, inklui lekirauk, golfiñu, anfíbiu sira no réptil sira, iha rejiaun amazóniku iha tinan rua, informa ona iha loron-kuarta ne'e hosi Fundu Mundial ba Natureza (WWF). 

 

 

Espésie foun ida rejistadu ona iha tinan rua dala ida entre Janeiru 2014 no Dezembru 2015, maioria iha área sira konservasaun nian ka zona sira ne'ebé besik.

 

Tuir relatóriu hosi organizasaun ekolojista, deskobre ona iha ai-laran amazóniku ai-horis hamutuk 216, ikan 93, anfíbiu 32, réptil 19, mamíferu 20 - mamíferu rua hanesan fósil - no manu ida.

 

Entre sira ne'ebé maka bolu atensaun maka lekirauk ida, ho ikus naruk mean, hetan iha noroeste estadu Mato Grosso, espésie foun ida ikan golfiñu mota nian, ne'ebé karik hahú mosu iha tinan millaun 2,8 liubá no manu ida ho kanta ne'ebé espesial tebes.

 

Tuir investigador sira, espésie haat rejista ona iha Rezerva Nasional Kobre no sira nia Asosiadu (Renca), ne'ebé iha loron hirak ne'e, sai hanesan objetu ba debate maka'as ida tanba dekretu polémika ida hosi Governu brazileiru ne'ebé loke área liu 47.000 kilómetru kuadradu - área boot ida liu Dinamarka - ba esplorasaun mineira privadu ida.

 

Área ne'e harii iha 1984, situa entre estadu Amapá no estadu Pára, fronteira ho Suriname no Guiana Franseza.

 

Hodi hatán ba krítika sira ne'e, Ezekutivu desidi muda dekretu, maibé justisa federal brazileiru determina ona nia suspensaun, hanesan mós ba "asaun administrativu ruma" ne'ebé hakarak halakon Renca, desizaun ida ne'ebé Brazília sei hakarak halo apelu kontra.

 

Ne'e hanesan edisaun datoluk ba relatóriu, fó sai hosi WWF hamutuk ho Institutu Mamirauá, elabora hosi sientista sanulu resin ne'ebé estuda espésie sira iha rai laran no hasoru ho deskoberta foun sira ho baze hosi informasaun sira ne'ebé iha ona.

 

Entre tinan 2010 no 2013 deskobre ona espésie foun hamutuk 602 no entre 1999 no 2009 númeru aumenta to'o 1.200.

 

Dokumentu destaka ona katak, maski iha esforsu sira iha tinan ikus ne'e, "maibé iha mamuk ida kona-ba koñesimentu kona-ba diversidade loloos Amazónia nian", tanba extensaun hosi teritóriu ka tanba "auzénsia hosi rekursu hodi halo investigasaun sira".

 

WWF hatete fali kona-ba importánsia hodi "aumenta atensaun" ba rejiaun ne'ebé "terus ona tanba impaktu desflorestasaun nian, tanba atividade agropekuáriu no tanba obra boot sira infraestrutura nian, hanesan konstrusaun hidroelétriku no estrada sira".

 

ho Lusa

horadoplaneta às 16:26 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

WWF: Quase 400 novas espécies descobertas na Amazónia em dois anos

Cientistas descobriram 381 novas espécies de fauna e flora, incluindo macacos, golfinhos, anfíbios e répteis, na região amazónica em dois anos, informou na quarta-feira o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês). 

 

 

Uma nova espécie foi registada a cada dois dias entre janeiro de 2014 e dezembro de 2015, a maioria em áreas de conservação ou zonas próximas.

De acordo com o relatório da organização ecologista, foram descobertas na selva amazónica 216 plantas, 93 peixes, 32 anfíbios, 19 répteis, 20 mamíferos - dois deles fósseis - e uma ave.

 

Entre os mais chamativos figura um macaco, com uma longa cauda avermelhada, avistado no noroeste do estado de Mato Grosso, uma nova espécie de golfinho de água doce, que se estima que tenha aparecido há 2,8 milhões de anos, e um pássaro com um canto muito peculiar.

 

Segundo os investigadores, quatro das espécies foram registadas na Reserva Nacional de Cobre e seus Associados (Renca), que tem sido, nos últimos dias, objeto de um intenso debate devido a um polémico decreto do Governo brasileiro que abria essa área de mais 47.000 quilómetros quadrados - uma superfície maior do que a Dinamarca - para a exploração mineira privada.

 

Essa área foi criada em 1984, ficando entre os estados do Amapá e do Pará, fronteiriços com o Suriname e Guiana Francesa.

 

Em resposta à onda de críticas, o Executivo decidiu alterar o decreto, mas a justiça federal brasileira determinou a sua suspensão, bem como a de “qualquer ato administrativo” que procure extinguir a Renca, uma decisão da qual Brasília já anunciou que vai recorrer.

 

Esta é a terceira edição do relatório, divulgada pelo WWF a par com o Instituto Mamirauá, elaborado por dezenas de cientistas que estudaram as espécies no terreno e contrastaram as novas descobertas com as bases de dados existentes.

 

Entre 2010 e 2013 foram descobertas 602 novas espécies, enquanto entre 1999 e 2009 o número escalou até às 1.200.

 

O documento destacou que, apesar dos esforços dos últimos anos, “existe, todavia, uma lacuna em termos de conhecimento sobre a real diversidade da Amazónia”, devido à vasta extensão do território ou à “a ausência de recursos para efetuar investigações”.

 

WWF ressalvou a importância de se “redobrar a atenção” naquela região, que “sofreu o impacto da deflorestação, da atividade agropecuária e de grandes obras de infraestruturas, como a construção de hidroelétricas e estradas”.

 

Lusa

horadoplaneta às 15:48 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 11.07.16

Cientistas alertam para ameaça a 745 espécies na Amazónia devido ao petróleo

A ampliação e a extração de petróleo na Amazónia equatoriana podem ameaçar mais de 25 ecossistemas e 745 espécies únicas, segundo um estudo da ‘Ecology and Evolution’, que alerta para a grande vulnerabilidade da floresta. 

 

 

A investigação, de âmbito internacional, conta com a participação dos investigadores espanhóis do Real Jardim Botânico (CSIC) - Jesús Nuñoz, Javier Fajardo e Janeth Lessmann, da Universidade Católica do Chile, e Elisa Bonaccorso, da Universidade Tecnológica Indoamérica do Equador.

 

O artigo foca-se nos 30 por cento da Amazónia equatoriana que se encontra atualmente nas mãos de empresas petrolíferas para exploração, valor que pode ampliar-se até 70% se o governo equatoriano ampliar as permissões da concessão de exploração de petróleo.

 

Jesús Muñoz, atual diretor do Real Jardim Botânico de Madrid, realçou que com o novo esquema de exploração petrolífera que se propõe no sul da Amazónia, 25 ecossistemas e 745 espécies únicas e insubstituíveis encontram-se em perigo.

 

Neste contexto, garante que a Amazónia equatoriana é uma região especialmente “vulnerável à perda de biodiversidade” com uma proteção insuficiente para enfrentar novas extrações de petróleo.

 

Para remediar esta situação, o estudo propõe explorar alternativas de conservação para aquela zona e sugere um aumento do nível de proteção de determinadas áreas chave pela sua composição biológica.

 

Ressalva também a necessidade de utilizar tecnologia de ponta na extração de petróleo para reduzir os impactos ambientais.

 

O relatório também aponta uma perspetiva de futuro partindo do aumento da extração de petróleo que afeta não só o Equador, mas também outros países como a Colômbia, o Perú ou a Bolívia.

 

com Lusa

horadoplaneta às 16:39 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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