Quarta-feira, 10.01.18

2017 hanesan tinan datoluk ne'ebé manás liu dezde iha rejistu iha Austrália

2017 hanesan tinan datoluk ne'ebé manás liu iha Austrália dezde iha rejistu sira, ho temperatura média ida hosi 0,95 grau sentígradu aas liu duké média ne'ebé rejista ona entre tinan 1960 no 1990, fó sai iha loron-kuarta ne'e. 

 

Lorosa'e iha Sydney. Foto@ Dean LEwins/Australia & New Zealand Out/EPA

 

Iha nia relatóriu anual, Departamentu Meteorolojia hosi Austrália (BOM, iha lian inglés) esplika ona akontesimentu ne'e maski hosi auzénsia hosi El Niño, fenómenu meteorolójiku ne'ebé iha ligasaun ho aumentu ba temperatura sira, no hosi polo sira hosi Oseanu Índiku nian, ne'ebé mantén mós neutro durante tinan liubá.

 

Organizmu hatete katak akesimentu asosiadu ba mudansa klimátika ne'ebé hamosu hosi atividade ema nian rejista dezde dékada 1950, observa katak temperatura iha Austrália aumenta ona 1,1 grau sentígradu dezde tinan 2010.

 

"Tinan hitu hosi tinan sanulu ne'ebé manás liu iha Austrália akontese dezde tinan 2005", no "Austrália hasoru de'it tinan ida ne'ebé malirin tebes duké média anual hosi dékada ikus ne'e", afirma hosi diretor unidade kontrolo BOm nian, Karl Braganza, iha komunikadu.

 

Tuir Departamentu Meteorolojia Austrália nian, temperatura máxima iha tinan liubá maka hanesan aas liu daruak dezde organizmu ne'e hahú nia rejistu iha tinan 1910, ho marka 48,2 grau sentígradu ne'ebé hetan iha loron 09 Fevereiru, iha Tarcoola, iha estadu Austrália-Súl.

 

Kalan ne'ebé malirin liu akontese iha 16 Jullu iha lokalidade Perisher Valley, iha estadu Nova Gales Súl, ho 12,1 grau negativu.

 

Tuir BOM, loron ne'ebé iha udan maka'as maka 30 Marsu, ho kuantidade udan nian iha Foho Jukes, iha estadu Queensland, rejista ho milímetru 635,0. Loron rua antes, iha aeroportu illa Hamilton nian, iha mós Queensland, anin sira to'o marka kilómetru 263 tuir oras.

 

BOM mós fó sai katak iha 2017 tasi-been ne'ebé haleu Austrália to'o ona temperatu dasia ne'ebé aas liu, konfirma katak Great Barrier Reef, iha noroeste australianu, hetan fenómenu halo ahu-ruin sira sai mutin iha tinan rua konsekutivu.

 

Hanesan insidente dahuluk konsekutivu ne'ebé hatudu ahu-ruin sira mutin ne'ebé maka rejista iha Great Barrier Reef.

 

"Temperatura aas sira ne'ebé kleur iha Great Barrier Reef durante tempu rai-manas [austral] no inísiu outonu halo ahu-ruin barak maka sai mutin iha fulan-Marsu", afirma hosi Karl Braganza.

 

Great Barrier Reef, klasifika hosi UNESCO hanesan Patrimóniu Humanidade nian iha tinan 1981, ho ahu-ruin individual sira hamutuk 2.500 ne'ebé maka halibur koral úniku sira, ikan ho espésie hamutuk 1.500 no balada-tasi sira rihun resin, hahú hetan estraga iha dékada 1990 tanba impaktu duplu hosi akesimentu tasi-been nian no aumentu hosi graun asidez nian tanba prezensa maka'as ida hosi dióksidu karbonu iha atmosfera.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 16:25 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

2017 foi o terceiro ano mais quente desde que há registos na Austrália

2017 foi o terceiro ano mais quente na Austrália desde que há registos, com uma temperatura média de 0,95 graus centígrados acima da média que foi registada entre 1961 e 1990, foi hoje revelado. 

 

Nascer do sol em Sydney. Foto@ Dean LEwins/Australia & New Zealand Out/EPA

 

No seu relatório anual, o Departamento de Meteorologia da Austrália (BOM, na sigla em inglês) explicou que tal sucedeu mesmo apesar da ausência do El Niño, o fenómeno meteorológico associado ao aumento das temperaturas, e do dipolo do Oceano Índico, que também se manteve neutro durante o ano passado.

 

O organismo indicou que o aquecimento associado às alterações climáticas provocado pela atividade humana se regista desde a década de 1950, observando que a temperatura na Austrália aumentou 1,1 graus centígrados desde o ano de 2010.

 

“Sete dos dez anos mais quentes na Austrália ocorreram desde 2005”, sendo que “a Austrália experimentou apenas um ano mais frio do que a média anual da última década”, afirmou o diretor da unidade de controlo do BOM, Karl Braganza, em comunicado.

 

Além disso, segundo o Departamento de Meteorologia da Austrália, a temperatura máxima no ano passado foi a segunda mais alta desde que o organismo iniciou o seu registo em 1910, com a marca de 48,2 graus centígrados a ser alcançada em 09 de fevereiro, em Tarcoola, no estado da Austrália do Sul.

 

Já a noite mais fria verificou-se em 16 de julho na localidade de Perisher Valley, no estado de Nova Gales do Sul, com 12,1 graus negativos.

 

Segundo o BOM, o dia mais chuvoso foi 30 de março, com a pluviosidade em Mt. Jukes, no estado de Queensland, a registar 635,0 milímetros. Já dois dias antes, no aeroporto da ilha Hamilton, também em Queensland, os ventos atingiram a marca de 263 quilómetros por hora.

 

O BOM também revelou que em 2017 a água do mar em torno da Austrália alcançou a nona temperatura mais elevada, confirmando que a Grande Barreira de Coral, no noroeste australiano, sofreu dois anos consecutivos do fenómeno de branqueamento dos corais.

 

Trata-se do primeiro incidente de branqueamento de corais consecutivo registado na Grande Barreira de Coral.

 

“As altas temperaturas prolongadas na Grande Barreira de Coral durante o verão [austral] e o início do outono provocaram um branqueamento em massa dos corais em março”, afirmou Karl Braganza.

 

A Grande Barreira de Coral, classificada pela UNESCO como Património da Humanidade em 1981, com 2.500 recifes individuais que albergam corais únicos, 1.500 espécies de peixe e milhares de tipos de moluscos, começou a deteriorar-se na década de 1990 devido ao duplo impacto do aquecimento da água do mar e do aumento do grau de acidez por causa de uma presença maior de dióxido de carbono na atmosfera.

 

Lusa

horadoplaneta às 15:58 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 16.01.17

Austrália kondena Japaun tanba kasa baleia sira iha Oseanu Antártiku

Iha loron-segunda ne'e, governu Austrália kondena ona Japaun tanba hahú fali kasa baleia sira iha Oseanu Antártiku, hafoin divulgasaun hosi imajen sira hosi baleia ida ne'ebé mate iha ró japunés nia laran ne'ebé hetan iha bee sira ne'ebé iha protesaun. 

 

 

Ministru Ambiente, Josh Frydenberg, hatudu ona "deziluzaun maka'as", liutiha loron ida hafoin organizasaun Sea Shepherd fó sai fotografia sira no vídeo sira hosi baleia minke ida iha ró japunés Nisshin Maru nia laran.

 

Imajen sira hasai bainhira ró ne'e tama iha santuáriu australianu ne'ebé nakonu ho baleia, besik iha Antártida.

 

"Austrália kontra dalan oioin hodi halo kasa baleia nian, [inklui] komersial no asaun ne'ebé hanaran "sientífiku", hatete hosi Frydenberg, iha komunikadu.

 

Sea Shepherd nia kesar ne'e mosu hafoin primeiru-ministru japunés, Shinzo Abe, hasoru malu iha loron-sábadu, iha Sydney, ho nia homólogu australianu, Malcolm Turnbull, hodi ko'alia kestaun sira seguransa nasional nian, koperasaun militar no komérsiu, nune'e mós tema sira hanesan kasa baleia sira nian, no asuntu sira seluk.

 

Japaun hahú fali, iha fulan-Novembru, temporada kasa baleia sira "ho razaun sientífiku" iha bee sira Antártiku nian, nia invazaun boot daruak iha zona ba atividade sira ne'e, hafoin parajen ida tinan rua nia laran tanba orden ida hosi Tribunal Internasional Justisa nian.

 

Iha 2014, tribunal, hodi hatán ba pedidu australianu ida, desidi katak kasa baleia sira ne'ebé Japaun halo la bazeia ba siénsia ne'ebé estabelese hosi Komisaun Baleira Internasional nian.

 

To'o proibisaun ne'e, invazaun japunés sira kaer ona baleia minke hamutuk 850, baleia jubarte hamutuk 50 no baleia baibain hamutuk 50 ho razaun sientífiku nian.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 10:55 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Austrália condena Japão por caça de baleias no Oceano Antártico

O Governo da Austrália condenou hoje o Japão por retomar a caça de baleias no Oceano Antártico, após a divulgação de imagens de um cetáceo morto a bordo de um barco japonês que se encontrava em águas protegidas. 

 

 

O ministro do Ambiente, Josh Frydenberg, manifestou "profunda deceção", um dia depois de a organização Sea Shepherd divulgar fotografias e vídeos de uma baleia minke no barco japonês Nisshin Maru.

 

As imagens foram captadas quando o baleeiro navegava dentro do santuário australiano de baleias, perto da Antártida.

 

"A Austrália opõe-se a todas as formas de caça da baleia, [incluindo a] comercial e a chamada 'científica'", disse Frydenberg, em comunicado.

 

A denúncia da Sea Shepherd surgiu depois de o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, se ter reunido no sábado, em Sydney, com o seu homólogo australiano, Malcolm Turnbull, para discutir questões de segurança nacional, cooperação militar e comércio, bem como o tema da caça de baleias, entre outros assuntos.

 

O Japão retomou em novembro a temporada de caça de baleias "com fins científicos" nas águas do Antártico, a sua segunda incursão na zona para estas atividades, após uma paragem de dois anos na sequência de uma ordem do Tribunal Internacional de Justiça.

 

Em 2014, o tribunal, em resposta a um pedido australiano, decidiu que a caça de baleia do Japão não se ajustava aos fins científicos estabelecidos pela Comissão Baleeira Internacional.

 

Até à proibição, as incursões japonesas capturaram 850 exemplares de minke, 50 de baleias jubarte e 50 baleias comuns para fins científicos.

 

com Lusa

horadoplaneta às 10:31 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 28.11.16

67% hosi ahu-ruin sira iha parte norte Great Barrier Reef mate ona

67% hosi ahu-ruin sira iha Great Barrier Reef parte norte Austrália nian, ne'ebé situa iha nordeste nasaun nian, mate ona iha fulan ualu ka fulan sia ikus ne'e, tuir hosi estudu sientífiku ida ne'ebé fó sai iha loron-segunda ne'e. 

 

Foto@ XL Catlin Seaview Survey Austrália & New Zealand Out/EPA

 

"Rejiaun ne'e eskapa ona ho estraga ki'ik sira tanba lakon kór entre tinan 1998 no 2002, maibé agora hanesan afetadu duni", hatete hosi Terry Huhes, diretór hosi Konsellu Investigasaun Australianu nian, ne'ebé halo estudu hosi área ne'e.

 

"Notísia di'ak maka 2/3 hosi ahu-ruin sira iha Great Barrier Reef iha parte súl konsege eskapa ho estraga mínimu sira", hatete hosi Andrew Baird, hosi Konsellu hanesan, ne'ebé diriji ona mergullu sira ne'ebé hala'o iha fulan-Outubru ho fulan-Novembru.

 

Espesialista sira kalkula katak rejiaun norte hosi Great Barrier Reef nian sei presiza tempu entre tinan 10 no 15 hodi rekupera sira nia ahu-ruin, menus duké alterasaun klimátiku sira muda siklu sira no halo nune'e atu sira bele reprodús lalais.

 

Estudu sientífiku oioin ne'ebé publika iha tinan ne'e alerta ona kona-ba estadu hosi ahu-ruin sira ne'ebé ladi'ak iha Great Barrier Reef ne'ebé, ho nia estensaun hamutuk 2.300 km, hanesan sistema boot ida hosi ahu-ruin sira iha mundu no konsidera hanesan Patrimóniu Mundial hosi Organizasaun ONU nian ba Edukasaun, Siénsia ho Kultura (UNESCO).

 

Great Barrier Reef, ne'ebé halibur ahu-ruin hamutuk 400 ne'ebé la hanesan, ikan ho espésie hamutuk 1.500 no balada-tasi sira ho variedade hamutuk rihun haat, hahú hetan estraga iha dékada 1990 tanba oseanu ne'ebé hahú manas no ba aumentu hosi asidez iha bee tanba prezensa maka'as hosi dióksidu karbonu iha atmosfera.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 16:31 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

67% dos corais da parte norte da Grande Barreira está morto

Sessenta e sete por cento dos corais no norte da Grande Barreira da Austrália, que fica no nordeste do país, morreu nos últimos oito ou nove meses, de acordo com um estudo científico hoje divulgado. 

 

Foto@ XL Catlin Seaview Survey Austrália & New Zealand Out/EPA

 

"Esta região tinha escapado com pequenos danos devido à descoloração entre 1998 e 2002, mas desta vez foi realmente afetada", disse Terry Huhes, diretor do Conselho de Investigação Australiana, que conduziu o levantamento aéreo da área.

 

"A boa notícia é que dois terços dos corais no sul da Grande Barreira escaparam com danos mínimos", disse Andrew Baird, do mesmo Conselho, que dirigiu os mergulhos realizados em outubro e novembro.

 

Especialistas estimam que a região norte da Grande Barreira de Coral precisará entre 10 e 15 anos de tempo para recuperar os seus corais, a menos que as alterações climáticas modifiquem os ciclos e façam com que se reproduzam mais rapidamente.

 

Vários estudos científicos publicados este ano alertaram sobre o mau estado dos corais da Grande Barreira que, com os seus 2.300 quilómetros de extensão, é o maior sistema de corais do mundo e considerado Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

 

A Grande Barreira de Coral, que abriga 400 tipos de corais, 1.500 espécies de peixes e 4.000 variedades de moluscos, começou a deteriorar-se na década de 1990 devido ao aquecimento do oceano e ao aumento da acidez da água pelo aumento da presença de dióxido de carbono na atmosfera.

 

com Lusa

horadoplaneta às 16:19 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 21.11.16

Fertilidade dos corais da Grande Barreira afetada por branqueamento - WWF

A fertilidade dos corais da Grande Barreira ficou reduzida este ano pelo fenómeno de branqueamento, o pior registado naquela zona do nordeste australiano, alertou hoje o Fundo Mundial para a Natureza (WWF)

 

 

Anualmente, os corais sincronizam a expulsão de biliões de óvulos e espermatozoides, fenómeno descrito como uma “tempestade de neve submarina”, que faz com que os pólipos dos corais bebés surjam à deriva durante a desova e desçam para se fixar no recife, ajudando-o a crescer ou a reconstruir-se.

 

Contudo, este ano, este evento reprodutivo não sucedeu com toda a sua intensidade, segundo mostram fotografias do WWF na ilha Lizard, no norte da Grande Barreira de Coral.

 

“Primeiro o branqueamento matou muitos dos corais da ilha Lizard e agora os que ficaram têm tido problemas para desovar este ano”, disse o porta-voz daquela organização ambientalista na Austrália, Richard Leck, em comunicado. “O branqueamento teve impacto na fertilidade dos corais que sobreviveram”, acrescentou.

 

A Grande Barreira de Coral, declarada Património da Humanidade em 1981, com 2.500 recifes individuais que albergam corais únicos, 1.500 espécies de peixe e milhares de tipos de moluscos, começou a deteriorar-se na década de 1990 devido ao duplo impacto do aquecimento da água do mar e do aumento do grau de acidez por causa de uma presença maior de dióxido de carbono na atmosfera.

 

Atualmente, enfrenta a pior crise causada pelo branqueamento dos corais.

 

Este fenómeno acontece quando, devido à subida da temperatura da água do oceano, os corais expelem as algas simbióticas que vivem nos seus tecidos, que lhes imprimem coloração e lhes fornecem nutrientes.

 

A ausência prolongada desse tipo de alga leva à morte dos pólipos de coral.

 

O branqueamento matou este ano 22% dos corais deste ecossistema, apesar de na seção norte da Grande Barreira a taxa de mortalidade ser maior, segundo a WWF.

 

com Lusa

horadoplaneta às 14:20 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 03.11.16

Sei taka sentral elétriku ne'ebé halo poluisaun maka'as iha Austrália

Sei taka sentral produsaun enerjia elétriku ida ne'ebé halo poluisaun maka'as hosi Austrália, fó sai hosi proprietáriu iha loron-kinta ne'e no hetan felisitasaun hosi ambientalista sira. 


Foto@ David Crosling / EPA


Hazelwood, sentral produsaun eletrisidade ne'ebé funsiona ho karvaun, iha Latrobe Valley, iha estadu Victoria, sei taka iha fulan-Marsu tinan oinmai hafoin sentral boot fransés Engie desidi tiha ona katak unidade ne'e labele funsiona ona.

 

Ema na'in 500 resin maka sei lakon serbisu bainhira taka unidade ne'e, no na'in 250 sei serbisu to'o tinan 2023 hodi sobu sentral karvaun nian no sobu reabilitasaun hosi mina ne'ebé besik fatin ne'e. Engie hatete mós katak sei fa'an sentral Loy Yang B, ne'ebé funsiona mós ho karvaun no sentral produsaun eletrisidade ne'ebé funsiona ho gás.

 

"Hazelwood agora daudaun iha tinan 50 resin. Sai hanesan kontribuidor di'ak ba merkadu eletrisidade nasional, maibé agora to'o ona pontu ida ne'ebé labele funsiona" iha ekonomia, afirma ona hosi prezidente ezekutivu Engie nian iha Austrália liuhosi komunikadu.

 

"Engie iha Austrália sei presiza investe maka'as iha dolár biliaun resin hodi garanti operasaun di'ak ida no liuliu tenki seguru nafatin. Tanba kondisaun atual sira no previzaun hosi merkadu, nível investimentu ne'e laiha ona justifikasaun", nia hatete.

 

Hazelwood - ne'ebé fornese 22% hosi nesesidade enerjétiku sira hosi estadu Victoria no 4% hosi Austrália - kaer hosi Engie (72%) no hosi empreza japuneza Mitsui (28%).

 

Paris indika ona, iha tinan liubá nia rohan, katak Engie - ne'ebé nia parte balun kaer hosi governu fransés - sei para investe iha dezenvolvimentu hosi sentral sira ne'ebé funsiona ho karvaun, fonte maka'as liu hosi emisaun sira dioksidu karbonu nian. Karvaun ho kór kastañu halo liu poluisaun duké karvaun metan nune'e maka ambientalista sira felisita medida ne'e.

 

"Hazelwood hanesan sentral ida ne'ebé maka halo poluisaun maka'as iha Austrália no iha mundu", hatete hosi xefe ezekutivu hosi Fundasaun ba Konservasaun Australianu, Kelly O’Shanassy.

 

"Hanesan momentu importante iha tranzisaun ba buat ne'ebé maka hala'o daudaun - mudansa ba enerjia ‘moos’”, nia hatutan no konsidera katak polítika enerjétiku Austrália nian hasoru daudaun situasaun ne'e.

 

Governu federal fó sai ona pakote ida apoiu nian ba traballador sira hamutuk 43 millaun dolar australianu ne'ebé tau hamutuk ho sira seluk hosi dolar millaun 22 hosi governu estadu nian.

 

Ministru Enerjia, Josh Frydenberg, afirma ona katak sei superviziona bafatin impaktu hosi taka sentral ne'e. Iha tinan hirak ikus ne'e taka ona sentral oioin iha nasaun laran.

 

63% hosi enerjia elétriku iha Austrália funsiona hahú hosi karvaun, haktuir hosi informasaun ofisial tinan 2014-2015.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 14:21 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Uma das mais poluentes centrais elétricas da Austrália vai fechar

Uma das mais poluentes centrais de produção de energia elétrica da Austrália vai ser encerrada, anunciou hoje o proprietário, num gesto aplaudido pelos ambientalistas. 

 

Foto@ David Crosling / EPA

 

A Hazelwood, central de produção de eletricidade alimentada a carvão, em Latrobe Valley, no estado de Victoria, vai fechar no próximo mês de março depois de o gigante da energia francês Engie ter decidido que a unidade já não é viável.

 

Cerca de 500 pessoas deverão perder o emprego quando a unidade fechar portas, enquanto outras 250 devem permanecer até 2023 para tratar do desmantelamento da central de lenhite e da reabilitação da mina adjacente. A Engie indicou que também procura vender a central de Loy Yang B, igualmente alimentada a carvão, e a central de produção de eletricidade movida a gás.

 

“A Hazelwood tem atualmente mais de 50 anos. Tem sido um maravilhoso contribuidor para o mercado de eletricidade nacional, mas agora atingiu um ponto em que não é mais viável” economicamente, afirmou o presidente executivo da Engie na Austrália em comunicado.

 

“A Engie na Austrália precisaria de investir muitas centenas de milhões de dólares para garantir uma operação viável e acima de tudo continuamente segura. Dadas as atuais condições e previsões do mercado, esse nível de investimento não se justifica”, disse.

 

A Hazelwood – que fornece um quinto (22%) das necessidades energéticas do estado de Victoria e a 4% das da Austrália – é detida pela Engie (72%) e pela empresa japonesa Mitsui (28%).

 

Paris indicou, no final do ano passado, que a Engie – parcialmente detida pelo governo francês – iria parar de investir no desenvolvimento de centrais alimentadas a carvão, a maior fonte das emissões de dióxido de carbono. A lenhite (carvão castanho) é mais poluente do que o carvão preto, pelo que os ambientalistas aplaudem a medida.

 

“A Hazelwood é uma das centrais mais poluentes da Austrália e uma das poluentes do mundo”, disse a chefe executiva da Fundação para a Conservação Australiana, Kelly O’Shanassy.

 

“É um momento-chave na transição para aquilo que já está em curso – a mudança para energias ‘limpas’”, frisou, considerando que a política energética da Austrália se encontra agora nessa “encruzilhada”.

 

O governo federal revelou um pacote de apoio aos trabalhadores de 43 milhões de dólares australianos (29,6 milhões de euros) que se soma a um outro, de 22 milhões de dólares (15,1 milhões de euros) do governo do estado.

 

O ministro da Energia, Josh Frydenberg, afirmou que vai supervisionar de perto o impacto do encerramento da central. O fecho de Hazelwood segue-se ao de outras centrais em todo o país nos últimos anos.

 

Quase dois terços (63%) da energia elétrica na Austrália é gerada a partir do carvão, segundo dados oficiais de 2014-2015.

 

com Lusa

horadoplaneta às 12:36 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 22.06.16

Estadu australianu sosa kriasaun karau sira nian hodi proteje Great Barrier Reef

Estadu ida hosi Austrália sosa ona iha loron-kuarta ne'e kriasaun ida karau nian, ne'ebé prodús rezíduo sira ne'ebé ameasa Great Barrier Reef, hodi kontribui ba protesaun iha fatin simbóliku ne'ebé klasifikadu hanesan patrimóniu Humanidade nian.

 

Foto hosi Great Barrier Reef (Austrália). Mike McNamara © OUR PLACE The World Heritage Collection


Iha fulan hirak ikus ne'e Great Barrier Reef hasoru epizódiu brankeamentu aat liu tanba aumentu hosi temperatura bee nian. Parte boot hosi resife lakon nia kór no ahu-ruin balun mate tiha ona.

Resife mós sai fraku tanba rezíduo agríkola sira nian. Fonte prinsipal ida hosi rezíduo sira ne'e maka kriasaun sira karau nian iha Springfield ne'ebé ba to'o 560 kilómetru kuadradu hafoin Cooktown, iha estadu Queensland.

Ministru Ambiente hosi Queensland, Steven Miles, hatete katak Springfield halo rezíduo barak ne'ebé sei depozita iha parte norte hosi bareira boot ne'ebé afetadu hosi brankeamentu ne'e.

"Sedimentu no nutriente sira ne'ebé asosiadu ba impaktu oioin iha resife, tanba ne'e sosa rai ne'e hanesan determinante", hatete kona-bá sosa ne'e ho folin dolár australianu millaun hitu.

Sendimentu sira ne'e depozita iha resife, blokeia naroman, sufoka organizmu mariñu sira nian no aperta kresimentu hosi koral no planta tasi sira nian.

"Ami tenki hametin katak resife iha hipóteze di'ak hodi rekupera epizódiu brankeamentu ne'e, garanti katak bee ne'ebé to'o hanesan ida ne'ebé moos liu", hatutan hosi ministru.

"Presiza hametin medida sira kontrolu nian hosi erozaun hosi rai ravina sira no mota sira iha norte Queensland nian", hatutan hosi ministru.

Tuir sientista sira, presiza pelumenus tinan sanulu atu bele rehabilita bareira koral no World Wide Fund For Nature (WWF) estima katak kualidade bee nian sei hanesan importante ba sobrevivénsia hosi resife.

"Governu nunka sosa rai sira hodi proteje kualidade bee nian iha great reef", hatete hosi portavós WWF australianu nian, Sean Hoobin, hodi elojia desizaun ne'ebé hanesan novidade.

"Volume importante hosi tahu sira soe hosi estasaun ne'e ba to'o iha bee sira resife nian nune'e maka halo fraku koral", nia esplika.

"Asaun sira hodi hamenus poluisaun hosi rezíduo sira ne'ebé mai hosi Springfield sei ajuda iha rekonstrusaun koral nian", nia hakotu.

ho Lusa

horadoplaneta às 15:08 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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