Segunda-feira, 07.12.15

"Ita iha kontajen dekresente ba katástrofe klimátiku ida"

Katástrofe naturál sira, ne'ebé mosu beibeik, halo ona ema rihun 600 resin mate iha tinan 20 nia laran, alerta ona hosi ONU no fó hanoin importánsia hodi hetan akordu ida iha konferénsia kona-bá alterasaun klimátiku nian iha Paris.

 


Ban Ki-moon bainhira halo diskursu iha Simeira Klima nian (COP-21) iha Paris, Fransa, iha loron 07 Dezembru 2015. EPA@ Yoan Valat


Sekretáriu-jerál ONU nian apela ona ba líder mundiál sira no governu sira hodi hetan akordu di'ak ida hodi limita akesimentu globál no promove ekonomia ida ne'ebé hanesan belun hosi ambiente nian. "Ita iha kontajen dekresente ba katástrofe klimátiku ida", alerta ona hosi Ban Ki-moon.

"Desizaun sira ne'ebé imi foti iha ne'e iha Paris sei senti durante sékulu barak", nia hatete ba delegadu sira bainhira hahú maratona negósiu ida iha Simeira Klima nian ne'ebé hotu iha loron-sesta hodi apela ba nasaun sira hodi hatán ba tinan lima nia laran ba avaliasaun ida iha nia envolvimentu antes hala'o akordu foun, iha 2010.

Tuir sekretáriu-jerál ONU nian, "objetivu agora nia hanesan mínimu" no tenki iha "ambisaun maka'as".

"Nune'e maka akordu haree siklu sira iha tinan lima nia laran, antes 2020, atu nune'e Estadu sira analiza fali sira nia kompromisu no hametin funsaun sira hosi informasaun sientífiku sira ne'ebé disponível", nia defende.

Akordu tenki "husik klaru ba setór privadu katak labele evita transformasaun ne'ebé konsede mai ita ekonomia mundiál ida ho emisaun ki'ik (hosi gás sira ne'ebé iha efeitu estufa), benéfiku no hala'o daudaun", nia hatutan.

COP21 hala'o iha Bourget, iha besik nordeste Paris nian, hahú loron 30 Novembru to'o 11 Dezembru, hodi nune'e nasaun 195, ho protesaun hosi ONU, adopta ona akordu mundiál ida hodi hapara akesimentu klimátiku iha planeta. Nia objetivu maka hetan kompromisu hosi nasaun sira hodi hapara temperatura ne'ebé aumenta ba sentígradu rua relasionadu ho era pré-industriál.

Ban Ki-moon apela ona ba delegadu sira atu labele evita desizaun susar sira. Simeira ne'e nia objeitvu maka hetan akordu metin ida, ne'ebé nasaun riku sira no kiak sira halibur hamutuk hodi hamenus emisaun poluente sira. "Mundu hein maka'as hosi ema no la'ós de'it medida no tentativa balun aproximasaun nian", nia fó hanoin ba delegadu sira hodi apela ba "akordu ida mudansa nian".

"Nasaun dezenvolvidu sira tenki hatán hodi kaer knaar ezemplár ida no nasaun sira iha dezenvolvimentu nia laran tenki kaer parte kresente ida responsabilidade nian, tuir ho sira nia kapasidade", nia hatutan.
Objetivu maka aranka série diretivu sira ne'ebé bele promete atu temperatura média globál planeta nia labele aumenta liu hosi sentígradu rua relasionadu ho era pré-industriál.

Semana dahuluk hotu ho akordu provizóriu ne'ebé iha pájina hamutuk 43. Raskuñu mantén pontu balun ne'ebé seidauk taka, liuliu kona-bá nível finansiamentu no mekanizmu lakon no mana'an nian, ne'ebé nasaun kiak no fraku sira husu kompensasaun tanba estraga sira ne'ebé akontese hosi alterasaun klimátiku.

Katástrofe naturál sira, ne'ebé mosu beibeik, halo ona ema rihun 600 resin mate iha tinan 20 nia laran, alerta ona hosi ONU no fó hanoin importánsia hodi hetan akordu ida iha konferénsia kona-bá alterasaun klimátiku nian iha Paris. Iha negosiasaun sira nia rohan, organizasaun la'ós governu nian hosi Reinu Unidu, Oxfam, hatudu katak 10% hosi populasaun sira ne'ebé riku liu iha mundu sai hanesan responsável hosi 1/2 hosi emisaun sira dióksidu karbonu nain (CO2).

Iha sentidu ne'ebé la hanesan, relatóriu ne'e adianta katak 1/2 hosi populasaun sira ne'ebé kiak liu iha planeta sai hanesan responsável hosi de'it 10% poluente sira.

ho Renascença

horadoplaneta às 15:08 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

“Estamos em contagem decrescente para uma catástrofe climática”

As catástrofes naturais, cada vez mais frequentes, mataram cerca de 600 mil pessoas em 20 anos, alertou a ONU, que lembra a importância de encontrar um acordo na conferência sobre alterações climáticas em Paris.

 

Ban Ki-moon a discursar na Cimeira do Clima (COP-21) em Paris, França, no dia 07 de Dezembro 2015. EPA@ Yoan Valat


O secretário-geral da ONU apelou aos líderes mundiais e governos para que alcancem um acordo sólido para limitar o aquecimento global e promover uma economia mais amiga do ambiente. "Estamos em contagem decrescente para uma catástrofe climática", alertou Ban Ki-moon.

"As decisões que tomarem aqui em Paris far-se-ão sentir durante séculos", disse aos delegados no arranque de mais uma maratona negocial da Cimeira do Clima, que termina sexta-feira, apelando aos países para aceitarem a cada cinco anos uma avaliação do seu envolvimento ainda antes da entrada em vigor do futuro acordo, em 2010.

Segundo o secretário-geral das Nações Unidas, "o objectivo actual é o mínimo" e deve-se ter "a ambição de ir além".

"É preciso assim que o acordo preveja ciclos de cinco anos, ainda antes de 2020, para que os Estados reanalisem os seus compromissos e os reforcem em função dos dados científicos disponíveis", defendeu.

O acordo deve "deixar claro ao sector privado que a transformação que nos dotará de uma economia mundial com baixas emissões (de gases com efeito de estufa) é inevitável, benéfica e já está em curso", adiantou.

A COP21 decorre em Bourget, na periferia nordeste de Paris, desde 30 de Novembro a 11 de Dezembro, para que 195 países, sob a égide das Nações Unidas, adoptem um acordo mundial para travar o aquecimento climático do planeta. O objectivo é conseguir o compromisso dos países para conter a subida das temperaturas a dois centígrados relativamente à era pré-industrial.

Ban Ki-moon apelou aos delegados para que não evitem as decisões difíceis. Esta cimeira tem como objectivo alcançar o mais sólido acordo de sempre, em que países ricos e pobres se unam para reduzir as emissões poluentes. "O mundo espera mais de vocês do que apenas meias medidas e tentativas de aproximação", lembrou aos delegados, apelando a um "acordo de mudança".

"Os países desenvolvidos devem aceitar desempenhar um papel motor e os países em desenvolvimento devem assumir uma parte crescente de responsabilidade, de acordo com as suas capacidades", sublinhou.  O objectivo é arrancar uma série de directivas que permitam prometer que a temperatura média global do planeta não aumente acima de dois graus centígrados face à era pré-industrial.

A primeira semana acabou com acordo provisório de 43 páginas. O rascunho mantém dezenas de pontos em aberto, nomeadamente ao nível do financiamento e do mecanismo de perdas e ganhos, em que os países mais pobres e vulneráveis pedem compensações pelos prejuízos das alterações climáticas.

As catástrofes naturais, cada vez mais frequentes, mataram cerca de 600 mil pessoas em 20 anos, alertou a ONU, que sublinhou a importância de encontrar um acordo na conferência sobre alterações climáticas em Paris.

 

À margem destas negociações, a organização não-governamental britânica Oxfam revelou que 10% dos habitantes mais ricos do mundo são responsáveis por mais de metade das emissões de dióxido de carbono (CO2).

O relatório adianta que, no sentido inverso, metade dos mais pobres no planeta é responsável por apenas 10% dos poluentes.

com Renascença

horadoplaneta às 14:25 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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