Quinta-feira, 22.10.15

Cientistas descobrem nova espécie de tartaruga gigante nas Galápagos

Uma equipa composta por cientistas internacionais e do Equador anunciou quarta-feira ter identificado uma nova espécie de tartaruga gigante nas ilhas Galápagos.


 

Só há algumas centenas tartarugas daquela espécie, referiu, em comunicado, o ministro do Ambiente do Equador.

 

Especialistas acreditavam há muito tempo que as duas populações de tartarugas gigantes da ilha de Santa Cruz eram da mesma espécie, mas testes genéticos mostraram que as que vivem na parte oriental da ilha são diferentes, refere o documento.

 

Os cientistas, liderados por Gisella Caccone, da Universidade de Yale, batizaram a nova espécie de "Chelonoidis donfaustoi", em homenagem a Fausto Llerena, o tratador de 'Lonesome George' (que morreu em 2012), um macho de tartaruga da ilha Pinta e o único sobrevivente conhecido da sua espécie.

 

"Estimamos que existam entre 250 e 300 elementos desta espécie", disse o cientista equatoriano Washington Tapia, que participou na pesquisa.

O arquipélago das Galápagos, situado a 1.000 quilómetros a oeste do Equador, é um ecossistema frágil, que abriga o maior número de diferentes espécies animais do planeta.

 

Em 1979, a Reserva Natural tornou-se o primeiro Património Mundial da UNESCO (Agência da ONU para a Educação, Ciência e Cultura).

 

@Lusa

horadoplaneta às 08:12 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 21.07.15

Cientistas identificam genes animais que se adaptam às alterações climáticas

Cientistas identificaram pela primeira vez os genes que permitem a certas espécies de peixes adaptarem-se ao aquecimento dos oceanos causado pelas alterações climáticas, informou hoje a australiana Universidade James Cook.


Foto: @anad

 

No projeto conjunto com a saudita Universidade King Abdullah, os investigadores analisaram várias gerações de peixes numa experiência com corais num laboratório no estado de Queensland (nordeste australiano).

 

"Alguns peixes têm uma capacidade única para se adaptarem a temperaturas da água mais elevadas em poucas gerações", disse Heather Veilleux, do centro de investigação de corais (Coral CoE) da Universidade James Cook.

 

Com avançada tecnologia molecular, a equipa de investigadores identificou 53 genes envolvidos na aclimatização a longo prazo e através de várias gerações às altas temperaturas.

 

Veilleux revelou que a descoberta vai ajudar a entender melhor o processo de adaptação dos peixes, assim como a identificar as espécies mais vulneráveis e as mais tolerantes perante as alterações no meio ambiente.

 

Segundo o estudo, os genes e moléculas encarregados da produção de energia e das respostas do sistema imunológico são a chave para a adaptação num ambiente em que as temperaturas estão a subir.

 

No nordeste da Austrália encontra-se a Grande Barreira de Coral, o maior recife do mundo, com muitas espécies sob ameaça devido aos resíduos e ao aquecimento global.

 

@Lusa

horadoplaneta às 07:55 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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