Quarta-feira, 07.06.17

Plástico a flutuar nos oceanos aumentou cem vezes nos últimos 40 anos

A quantidade de pedaços de plástico a flutuar nos oceanos aumentou mais de cem vezes nos últimos 40 anos, alertou hoje a associação espanhola Ambiente Europeu.




Cerca de sete milhões de toneladas de resíduos são despejados nos mares e oceanos do planeta todos os anos, afirma a organização, que cita dados das Nações Unidas segundo os quais cada milha marítima quadrada tem 45.000 pedaços de plástico a flutuar.

 

Pneus de automóveis, garrafas, sacos de plástico, redes de pesca, aplicadores de tampões e preservativos são os resíduos mais comuns.

 

Isto afeta "mais de 600 espécies de fauna marinha", das baleias às tartarugas, e ainda as aves, afirma a associação, que estima em 100.000 o número de mamíferos marinhos que todos os anos morre por causa do lixo.

 

com Lusa

horadoplaneta às 15:54 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 16.03.16

Poluição é a causa de 23% das mortes em todo o mundo

Quase um quarto das mortes registadas em todo o mundo são causadas por fatores ambientais no seu sentido lato, revela a Organização Mundial de Saúde. 

 

 

Um relatório da Organização Mundial da Saúde, publicado na terça-feira, estima que em 2012 cerca de 12,6 milhões de mortes tenham sido provocadas pela "contaminação do ar, água e solo", "exposição a substâncias químicas", "mudanças climáticas" e "raios UV".

 

A organização estima que 8,2 milhões de mortes por doenças não transmissíveis podem ser atribuídas à poluição do ar. Tratam-se, sobretudo, de acidentes vasculares cerebrais, doenças cardíacas, cancro e doenças respiratórias.

 

Os traumas não intencionais, como os acidentes de trânsito, também são classificados pela OMS entre as patologias relacionadas como o meio ambiente e representam 1,7 milhões de mortes em 2012.

 

A OMS considera que os acidentes rodoviários estão relacionados com o meio ambiente porque com frequência são causados pelo mau estado das estradas.

 

A OMS acredita que a diarreia, que ocupa o sexto lugar no grupo das dez doenças listadas pela OMS, é provocada com frequência por uma rede sanitária fraca, provocando 846.000 mortes anuais.

 

Os "traumatismos voluntários", que incluem os suicídios, são a décima causa das mortes relacionadas com o meio ambiente. Para a OMS, certos suicídios são provocados pelo acesso a produtos tóxicos, como os pesticidas.

 

Para a organização internacional, "uma melhor gestão do meio ambiente permitiria salvar todos os anos" 1,7 milhões de crianças com menos de 5 anos e 4,9 milhões de idosos.

 

"Em 2002, tínhamos mais ou menos 25% das mortes mundiais causadas pelo meio ambiente, hoje são 23%, um pouco menos, mas como a população aumentou em dez anos a quantidade final continua a ser alta", comentou a médica María Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública e Meio Ambiente, citada pela agência de notícias France Presse.

 

Na Ásia do sudeste é onde é registado o maior número de mortes relacionadas com o meio ambiente, um total de 3,8 milhões. Em segundo lugar figura a região do Pacífico (3,5 milhões), seguida da África (2,2 milhões), Europa (1,4 milhão), Médio Oriente (854.000) e América (847.000).

 

Para resolver a situação, a OMS propõe medidas simples: reduzir as emissões de carbono, desenvolver as redes de transportes coletivos, melhorar a rede sanitária, combater os modos de consumo para utilizar menos produtos químicos, maior proteção ultravioleta e mais restrições ao tabaco.

 

com AFP

horadoplaneta às 11:58 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 06.07.15

Movimentu Tasi Mos

Movimentu Tasi Mos ne’ebé lidera hosi Gally Soares Araújo, timor-oan no organiza hosi foin sa’e timor-oan sira, nu’udar movimentu ne’ebé hala’o hodi promove konsiensializasaun iha sosiedade timor-oan ninia leet atu labele so’e fo’er arbiru iha tasi-ibun hirak ne’ebé ema sempre vizita bá no presija atu hamoos duni fatin hirak ne’e tanba Estadu laiha kontratu kona-ba limpeza iha fatin refere, no liu-liu tanba ema sira ne’ebé ba hariis tasi ladauk iha konsiensia hodi halo prezervasaun ba ambiente.

 

Objetivu hosi grupu ne’ebé hala’o movimentu limpeza ne’e ho maneira informál no espontánea, maka “hatudu” ba sidadaun sira katak hala’o buat kiik ida, liu hosi rekolla lixu iha tasi-ibun ne’ebé grupu refere eskolla kada semana, bele hamosu buat foun ida ka diferensa ida.

                                     Foto: Movimento Tasi Mos

 

Bazeia ba intervensaun dahaat iha Tasi Dolok Oan, Movimentu Tasi Mos insentiva ona ema hothotu atu halo parte (hahú hosi timor-oan to’o estranjeiru sira), alénde ne’e fó hatene mós kona-ba prátika di’ak hodi prezerva ambiente liu hosi sira-ninia pájina Facebook.

 

                                                         Foto: Movimento Tasi Mos

 

Oras ne’e daudaun movimentu refere hetan ona apoiu hosi entidade hanesan GSA Company, Wemori, Leader Supermarket ho Páteo.

 

Responsável hosi Movimentu Tasi Mos, Gally Soares Araújo dehan katak dalan sei naruk atu ema hothotu partisipa, maski sei iha difikuldade seluk hanesan inkonsisténsia nomós ladun hetan kontribuisaun hosi ema balun, hodi ikus mai hamosu atrazu ba iha prosesu rekolla lixu nomós tanba ema barak maka ladauk hatene atu so’e fo’er iha ninia fatin, hodi so’e de’it garafa bee nomós hahan restu iha tasi-ibun.

 

                                                     Foto: Movimento Tasi Mos

 

“Maski nune’e sempre ho hanoin otimismu ida ba futuru, tanba ami konsege hamoos ona tasi ibun hosi parte Dolok Oan, maibé ha’u mós bolu ona atensaun ba entidade sira ne’ebé hala’o eventu motocross no bisikleta atu foti medida prevensaun no labele hafo’er tasi ibun ho plástiku nomós lixu orgánika seluk”.

 

                                  Foto: Movimentu Tasi Mos

 

Hatene liu tan no halo parte ba Movimentu Tasi Mos iha ne’e:

 

https://www.facebook.com/groups/962950070415874/?fref=ts

horadoplaneta às 07:53 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 22.05.15

Unidade para transformar lixo em energia começa a ser construída nos arredores de Díli

O projeto de construção de uma unidade de tratamento de lixo e da sua transformação em energia, com uma central de 25MW foi hoje lançado numa cerimónia em Tibar, a zona onde está instalada a lixeira de Díli.


Foto: Epifânio Sarmento/SAPO TL


 

Intervindo na cerimónia de lançamento do projeto, que vai ser desenvolvido por uma empresa de Taiwan, o chefe do Governo, Rui Maria de Araújo, salientou que a unidade corresponde à preocupação do executivo sobre o ambiente e gestão de resíduos urbanos. 

 

"Timor-Leste tem vindo a introduzir diretivas que visam solucionar estas questões, promovendo uma estratégia de gestão de lixos que se preocupa, não só com a sua recolha, como também com o seu tratamento e até a sua reutilização", destacou.

 

"Só posso, por isso, estar satisfeito por ver concretizada uma etapa tão importante para o nosso país, como é o lançamento deste projeto inovador que tem vindo a ser pensado ao longo dos anos e que hoje toma forma", disse ainda.

 

Recorde-se que, em novembro, do ano passado o Governo timorense aprovou a resolução com o "acordo de princípio" com a proposta de investimento apresentada pela empresa taiwanesa Shun Hsin Construction Development Ltd para a construção de uma "unidade industrial de tratamento de lixos em Tibar". O texto reconhecia que "o crescimento populacional, o crescimento das cidades e do consumo, têm vindo a contribuir para agravar as condições ambientais, sobretudo nas zonas urbanas" pelo que é "urgente uma medida de tratamento da poluição".

 

O projeto, que criará 300 empregos, prevê a recolha e armazenamento de lixos, e ainda o tratamento e reutilização de resíduos orgânicos.

 

Considerando a unidade de Tibar um "passo importante no desenvolvimento sustentável" de Timor-Leste, Rui Araújo destacou a importância do tratamento do lixo para a saúde pública.

 

"A sustentabilidade ambiental implica tomarmos decisões e conduzirmos ações que protejam a natureza, criando um meio ambiente favorável ao desenvolvimento do ser humano em harmonia com outros seres vivos", afirmou.

 

Um estudo de 2014 do Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD) revela que diariamente chegam à lixeira de Tibar mais de 120 toneladas de lixo, sendo a gestão dos resíduos urbanos um desafio crescente para as autoridades da capital.

 

"Se não existir a capacidade de transformar o lixo, com o aumento da população, o desenvolvimento dos sectores da indústria, comércio, agricultura e infraestruturas e o crescimento económico associado a um maior poder de compra que estamos a impulsionar, este volume poderá atingir as 500 toneladas", destacou.

 

"Se não realizarmos já ações concretas para lidar com esta situação, então teremos um desafio ainda maior no futuro", considerou. Rui Araújo destacou o facto de o projeto "transformar o lixo em energia" e o facto da recolha, processamento e incineração de resíduos, reduzir a proliferação de doenças e parasitas. "Ao optarmos por este tipo de tratamento de resíduos, estamos também a reduzir o desperdício, através da recuperação energética, transformando o lixo num bem, que é a energia", disse.

 

"Esta estação de tratamento de lixo pode produzir energia para uma central elétrica com capacidade de 25MW, satisfazendo as necessidades locais de energia para benefício da comunidade", destacou ainda.

 

com Lusa


horadoplaneta às 12:50 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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