Quinta-feira, 23.02.17

ONU apela a empresas e consumidores para reduzirem plásticos nos mares

As Nações Unidas apelaram hoje aos governos, empresas e consumidores para deitarem menos plástico para o mar, de onde se tiram anualmente oito toneladas de resíduos plásticos. 

 

Foto@ SAPO Timor-Leste

 

"Limpar os mares" é o nome da campanha que foi apresentada hoje na Cimeira Mundial dos Oceanos, que decorre até quinta-feira em Bali, na Indonésia, segundo um comunicado da organização.

 

Entre as medidas sugeridas estão reduzir o plástico nas embalagens e mudanças de hábitos dos consumidores, para que até 2020 sejam eliminadas as maiores fontes de plástico deitado ao mar: os microplásticos nos cosméticos e as embalagens descartáveis.

 

Nove países já se juntaram à campanha, como a Indonésia, que desde 2015 se comprometeu a reduzir em 70% o plástico lançado ao mar, o Uruguai, que vai taxar os sacos de plástico.

 

A empresa informática Dell também afirmou que vai usar plástico recolhido no mar ao largo do Haiti para reciclar e usar nos seus produtos.

 

A ONU afirma que 80% do lixo nos oceanos é plástico e causa estragos nos ecossistemas que custariam oito mil milhões de dólares para resolver.

 

Ao ritmo a que aumentam os resíduos como garrafas, sacos ou copos de plástico, estima-se que em 2050 haja mais plástico do que peixes nos oceanos.

 

com Lusa

horadoplaneta às 13:05 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 04.08.16

E se o mar se pudesse defender?

Poucas campanhas de sensibilização sobre poluição dos areais das praias foram tão criativas como a que foi promovida pela Fundação Surfrider, uma ONG que se dedica à conservação do meio marinho. 

 

Fonte: Green Savers

 

Sob o tema “E se o mar se pudesse defender?” o vídeo mostra-nos um oceano reactivo, pronto a atirar-nos de volta os detritos que lhe lançamos.

 

Pela originalidade e humor, a campanha destaca-se facilmente dos vulgares apelos ao civismo dos veraneantes que passam nos media verão após verão. Espera-se que na memória do seu público alvo fique, a par das imagens do vídeo, um rasto de consciência ambiental.

 

 

Fonte: Green Savers

horadoplaneta às 11:12 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 16.06.16

Malázia iha parke mariñu ho hektar millaun ida

Liutiha tinan 13 negosiasaun no planeamentu entre grupu sira konservasaun nian, governu no indústria peskeira nian, Malázia konsege hetan ona parke mariñu ho hektar millaun ida. 

 


Tun Mustapha Park, situadu iha provínsia Sabah, iha Triángulu Koral nian, hanesan uma hosi espésie oioin ne'ebé iha perigu laran, hosi animal dugongo to'o lenuk verde sira. Hamutuk ikan hosi espésie 360 resin, koral ho espésie 250 resin no vejetasaun hanesan ai-mangal kontribui ba rikusoin hosi fatin oseániku ne'e.

 

Área ne'ebé parke ne'e halo parte sofre ona tanba prátika insustentável sira hosi peka maibé ekipa peskiza serbisu nafatin iha projetu, deskobre ona katak, hosi resife sira ne'ebé ezaminadu, 57% resin sei klasifika hanesan "di'ak tebes" ka "di'ak".

 

Ekipa rejista mós poluisaun no bomba hamutuk 15 ne'ebé uza iha peska ho esplozivu sira, ne'ebé halo tubaraun sira ka lenuk tasi sira ladún mosu, hanesan típiku hosi ekosistema fraku no iha luta hodi moris.

 

Tuir World Wildlife Fund (WFF) Malázia nian rejiaun sira ne'ebé terus hosi estraga sira ne'e bele rekupera, hanoin ona katak entre tinan tolu no tinan lima rekuperasaun nian ba zona sira ne'ebé ladún hetan estraga no tinan lima no tinan sanulu ba zona sira ne'ebé afetadu liu, bele le iha inhabitat.

 

No hanesan dalan hodi proteje rejiaun no hametin ekilíbriu entre konservasaun no nesesidade sira hosi komunidade lokal sira, Tun Mustapha Park nomeia ona zona sira hosi "uzu sustentável" ne'ebé indústria peskeira lokal de'it maka bele halo peska.

 

Parke iha mós potensial hosi ekoturizmu iha nia illa hamutuk 50, ne'ebé vizitante sira bele halo atividade oioin, hahú hosi mergullu to'o voluntariadu iha fatin sira nidifikasaun ba lenuk sira ka relaxa iha tasi-ibun sira ho rai-henek mutin.

 

Fonte: Green Savers

horadoplaneta às 15:49 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Malásia tem parque marinho com um milhão de hectares

Ao fim de treze anos de negociações e de planeamento entre grupos de conservação, governo e indústria pesqueira, a Malásia conseguiu conquistar um milhão de hectares de parque marinho. 

 


O Tun Mustapha Park, situado na província de Sabah, no Triângulo de Coral, é a casa de várias espécies em perigo, desde dugongos às tartarugas verdes. Cerca de 360 espécies de peixes, mais de 250 espécies de coral e vegetação como o mangal contribuem para a riqueza deste espaço oceânico.

A área onde o parque está inserido sofreu com práticas insustentáveis de pesca, mas a equipa de pesquisa que tem trabalhado no projecto, descobriu que, dos recifes examinados, cerca de 57% seria classificado como “excelente” ou “bom”.  

A equipa registou ainda poluição e 15 bombas usadas na pesca com explosivos, que  fez com que não avistassem muitos tubarões ou tartarugas marinhas, o que é típico de um ecossistema fragilizado e em luta pela sobrevivência.

De acordo com a World Wildlife Fund (WFF) Malásia as regiões que sofreram danos podem recuperar, estimando entre três a cinco anos de recuperação para as zonas menos danificadas e entre cinco a dez anos para as mais afectadas, pode ler-se no inhabitat.

E como forma de proteger a região e incrementar o equilíbrio entre a conservação e as necessidades das comunidades locais o Tun Mustapha Park nomeou zonas de “uso sustentável”, onde apenas a indústria pesqueira local poderá pescar.

O parque tem ainda potencial de ecoturismo nas suas 50 ilhas, onde os visitantes podem praticar várias actividades, desde mergulho ao voluntariado em locais de nidificação de tartarugas ou simplesmente relaxar em praias de areia branca.

Fonte: Green Savers

horadoplaneta às 14:34 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 27.08.15

Nível do mar subiu em média oito centímetros desde 1992

As costas da Ásia e Oceânia, no Pacífico, a par com o Mediterrâneo Oriental e a costa atlântica da América, foram as mais prejudicadas. O aquecimento global é o principal culpado.

 

Foto: AC

 

O nível do mar subiu, em média, quase oito centímetros em todo o mundo desde 1992 devido ao aquecimento global. A conclusão é da NASA, a qual alerta que a tendência vai manter-se nos próximos anos.

Um grupo de cientistas da agência espacial norte-americana apresentou, esta quarta-feira, os mais recentes dados recolhidos sobre o aumento do nível da água do mar em todo o mundo - que foi, em média, 7,62 centímetros superior ao de 1992 -, apesar de o panorama variar em diferentes partes do mundo, tendo em algumas zonas chegado a superar os 22 centímetros.

A NASA também publicou um vídeo com os dados obtidos pelos seus satélites em que se verifica claramente, por via de uma gradação de cores, qual foi a evolução em cada parte do mundo ao longo dos últimos 23 anos.

As costas da Ásia e Oceânia, no Pacífico, a par com o Mediterrâneo Oriental e a costa atlântica da América, foram as mais prejudicadas pela subida do nível do mar.

O aquecimento global, provocado em grande medida pela actividade humana, é o principal culpado pelo aumento do nível dos oceanos e dos mares, na medida em que é responsável pelo degelo dos glaciares e pela subida da temperatura da água.

"É muito provável que a situação piore no futuro", alertou Steve Nerem, geofísico da Universidade do Colorado, durante a apresentação dos dados.

Os cientistas alertaram que mesmo que sejam tomadas acções para tentar reverter a situação e se consiga mudar a tendência, seriam precisos séculos para regressar aos níveis anteriores às alterações climáticas.

A subida do nível da água do mar coloca em risco o futuro de inúmeras cidades e povoações costeiras em todo o mundo, ameaçando, aliás, fazer desaparecer do mapa para sempre uma série de ilhas e, no caso do Pacífico, em especial, países inteiros.

com Renascença

horadoplaneta às 12:16 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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