Quinta-feira, 27.04.17

Moçambique é o país do mundo mais amigo do ambiente

Moçambique é o país do mundo que tem um menor impacto mundial, de acordo com um 'ranking' publicado ontem pela consultora britânica MoneySupermaket, que coloca a Etiópia na segunda posição. 

 

Parque Nacional da Gorongosa, Moçambique

 

Moçambique é um país onde 99,87% da energia consumida é 'verde', e as emissões de dióxido de carbono rondam as 0,1 toneladas por pessoa, com uma reposição de 0,07 árvores abatidas.

 

O 'ranking' apresenta Moçambique como o país mais limpo na utilização de energia, numa lista onde se destacam também as boas classificações da Etiópia, Zâmbia e Lituânia, e na qual Portugal aparece em 72.º.

 

Pelo contrário, a lista dos mais poluidores é liderada por Trindade e Tobago, Estados Unidos da América e Sri Lanka.

 

com Lusa

horadoplaneta às 10:26 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 10.04.17

Malásia apreende 18 cornos de rinoceronte vindos de Moçambique

As autoridades malaias apreenderam 18 cornos de rinoceronte avaliados em 13,67 milhões de ringgit malaios (2,91 milhões de euros) vindos de Moçambique, noticiou hoje a imprensa local. 

 

Foto@ Paulo Novais/EPA


Hamzah Sundang, diretor do departamento da alfândega do aeroporto de Kuala Lumpur, indicou que os funcionários realizaram uma inspeção a um dos armazéns do recinto e descobriram caixas de madeira suspeita procedente de África.

 

“A equipa encontrou nas caixas 18 cornos de rinoceronte com um peso total de 51,4 quilos”, declarou Sundang, em conferência de imprensa no aeroporto, indicou o jornal New Strait Times.

 

As autoridades abriram uma investigação para esclarecer a procedência da carga, que chegou ao país num avião de mercadorias vindo de Moçambique, com escala em Doha.

 

Os documentos que acompanhavam as caixas “são falsos”, disse o responsável.

 

Lusa

horadoplaneta às 11:46 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 03.08.16

Japão doa 2,4 milhões de euros para vítimas da seca em Moçambique

O Governo do Japão vai doar 2,7 milhões de dólares (2,4 milhões de euros) para o apoio de emergência às vítimas da seca em Moçambique, anunciou em comunicado a embaixada nipónica em Maputo. 

 

 

Segundo a nota, a ajuda faz parte de uma verba de cinco milhões de dólares (4,4 milhões de euros) que o Japão vai entregar ao Programa Alimentar Mundial (PAM), para o auxílio às vítimas dos efeitos do fenómeno climático El Niño, na África Austral.

 

"Esta ajuda de emergência destina-se a fornecer alimentos e apoio nutricional para Moçambique, Malaui, Lesoto e Suazilândia, onde as necessidades humanitárias têm vindo a crescer, devido à seca causada pelo fenómeno El Niño", refere o comunicado.

 

Além de comprometer grande parte do primeiro período da época agrícola de 2016, a seca que afeta as províncias do centro e sul de Moçambique deixou 1,5 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar.

 

Para responder com eficácia às necessidades da população, o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) está à procura de meios para a construção de infraestruturas mais resistentes e capazes de disponibilizar atempadamente informações para a rápida assistência das pessoas, num plano orçado em cerca de 400 milhões de dólares (355 milhões de euros) por ano.

 

A situação das pessoas afetadas pela seca em Moçambique levou o Governo a decretar em abril "alerta vermelho" para dinamizar as ações de assistência às populações.

 

Moçambique é sazonalmente atingido por cheias, fenómeno justificado pela sua localização geográfica, a jusante da maioria das bacias hidrográficas da África Austral, mas o sul do país é afetado por secas prolongadas e que este ano atingem também as províncias da região centro.

 

Além de Moçambique, a seca afeta vários países da África Austral, tendo levado o Malaui, a Zâmbia e o Zimbabué a declararem o estado de emergência, devido à falta de alimentos.

 

A estiagem, que dura há mais de um ano, afeta ainda a maior potência da região, a África do Sul, que declarou esta seca como a pior dos últimos cem anos.

 

com Lusa

horadoplaneta às 23:13 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 01.07.15

Caçadores mataram metade dos elefantes de Moçambique em cinco anos

Um novo estudo da Wildlife Conservation Society, apoiado pelo Governo de Moçambique, revela que os caçadores furtivos mataram quase metade dos elefantes do território daquele país pelo seu marfim nos últimos cinco anos.


 

O declínio da população de elefantes foi de 48%, o que corresponde a uma diminuição de 20.000 para 10.300 animais. “A quebra deve-se à caça cada vez maior destes animais no país”, lê-se no documento da organização internacional, cita o Guardian.

 

As zonas remotas do norte de Moçambique, que incluem a Reserva Nacional de Niassa, foram das mais afectadas e correspondendo a 95% das mortes de elefantes registadas neste período de tempo. A população nesta região passou de 15.400 para apenas 6.100 paquidermes.

 

O elevado número de mortes de elefantes nesta zona de Moçambique pode ser explicada pela chegada dos caçadores da Tanzânia, onde as populações de elefantes já foram dizimadas. “O maior problema é governação. O norte sempre foi uma área pobre e remota, um nível alarmante de corrupção”, indica o director da Wildlife Conservation Society em Moçambique, Alastair Nelson. “Alguns polícias do norte e da fronteira são subornados e chegam mesmo a emprestar as suas armas aos caçadores”, acrescenta.

 

Estima-se que todos os anos sejam abatidos cerca de 30.000 elefantes em África, o que continua a alimentar o comércio ilegal de marfim. A população actual de elefantes africanos está fixada em 470.000 animais. No século passado, o número ascendia a vários milhões.

 

com Green Savers

horadoplaneta às 11:37 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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