Quinta-feira, 01.09.16

App foun hosi NASA transforma utilizadór sira iha "sientista sivil sira"

NASA dezafia daudaun utilizadór sira hodi iha liu atensaun ba buat sira ne'ebé haleu ita no, iha tempu hanesan, ajuda komunidade sientífiku sira hodi komprende di'ak mundu ne'ebé ita moris ba. 

 

 

Naran GLOBE Observer no hakarak transforma utilizadór sira iha "investigadór sira kampu nian". Objetivu hosi app gratuitu ne'e maka rekolla imajen sira ne'ebé bele tulun estudante sira no akadémiku sira hosi Siénsia sira iha nia investigasaun sira kona-bá Rai, hodi serbi hanesan komplementu ba informasaun sira ne'ebé hetan hosi satelit sira.

 

NASA dezafia utilizadór sira hodi kapta imajen kalohan sira nian. Imajen sira ne'e sei tulun estudante no sientista sira iha mundu tomak hodi estuda kona-ba ita nia planeta no nia fenómenu sira, hanesan ezemplu kona-ba alterasaun klimátiku sira.

 

Hafoin download tiha app ne'e, imajen sira sei halo parte iha baze informasaun ida hosi GLOBE, ne'ebé hafoin ne'e bele asede hosi komunidade sientífiku mundial nian.

 

Liuhosi GLOBE Observer, "sientista sivil" sira klasifika kalohan hanesan moos ka nakukun, no, iha kazu ikus, karakteriza kalohan sira ne'ebé sira haree. App sei prenxe automátiku informasaun sira relasionadu ho lokalizasaun no oras nian.

 

La presiza internet hodi kapta imajen sira liuhosi app, presiza de'it hodi hatama ba avaliasaun hosi matenek-na'in sira hosi GLOBE ne'ebé sei publika imajen sira iha site projetu nian.

 

GLOBE Observer disponível ba Android ho iOS.

 

Fonte: SAPO Tek

horadoplaneta às 15:19 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Nova app da NASA transforma utilizadores em "cientistas civis"

A NASA está a desafiar os utilizadores a prestarem mais atenção ao que os rodeia e, ao mesmo tempo, a ajudarem a comunidade científica a melhor compreender o mundo onde vivemos. 

 

 

Chama-se GLOBE Observer e pretende transformar os utilizadores em “investigadores de campo”. O objetivo desta app gratuita é recolher imagens que possam ajudar estudantes e académicos das Ciências nas suas investigações sobre a Terra, ao servirem de complemento aos dados recolhidos pelos satélites.

 

A NASA desafia os utilizadores a captarem imagens dos céus e das nuvens. Estas imagens irão ajudar estudantes e cientistas de todo o mundo a estudarem o nosso planeta e os seus fenómenos, como, por exemplo, o das alterações climáticas.

 

Depois de carregadas na app, estas imagens são então integradas numa base de dados da GLOBE, onde podem posteriormente ser acedidas pela comunidade científica mundial.

 

Através da GLOBE Observer, os “cientistas civis” classificam o céu como limpo ou nublado, e, neste último caso, caracterizam as nuvens que veem. A app preenche automaticamente dados relativos à localização e à hora.

 

Não é necessária internet para captar as imagens através da app, apenas para a submeter à avaliação dos peritos da GLOBE, que publicarão as imagens no site do projeto.

 

A GLOBE Observer está disponível para Android e para iOS.

 

 

Fonte: SAPO Tek

horadoplaneta às 14:47 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 18.04.16

Imagem da Lua e Mercúrio alinhados sobre o Tejo é distinguida pela NASA

O astrofotógrafo Miguel Claro viu, mais uma vez, o seu trabalho distinguido pela NASA, que escolheu a imagem "Earthsine no perigeu e Planeta Mercúrio sobre a cidade de Lisboa" para fotografia do dia no site da iniciativa APOD.

 

Imagem: Miguel Claro

 

A imagem, datada de 8 de abril, mostra a Lua crescente no perigeu, ou seja, no ponto mais próximo da Terra, alinhada com o planeta Mercúrio (um ponto luminoso que se vê à direita), separados por apenas 6 graus. Neste dia, apenas 3% do disco lunar estava iluminado pela luz do sol, o que, de acordo com a explicação no site de Miguel Claro, permite mostrar perfeitamente o fenómeno do earthshine - o brilho ténue que cobre a parte não iluminada da Lua, e que na verdade é luz reflectida a partir da Terra. Este fenómeno foi descrito pela primeira vez por Leonardo da Vinci, há 500 anos.

 

A imagem foi captada a partir do Barreiro, a 8,5 km de Lisboa, com uma lente telescópica. Sobre a escolha para Astronomy Picture Of the Day (APOD), comenta o fotógrafo Miguel Claro: "É sempre uma enorme honra ter uma imagem publicada na NASA, sendo que ela é comentada e escolhida por dois astrónomos profissionais que são muito exigentes e meticulosos na selecção de entre tantas submissões que recebem diariamente dos quatro cantos do mundo.

 

A imagem tem de ser esteticamente apelativa, mas ter ainda conteúdo científico e educativo. Só há 365 imagens escolhidas de todo o mundo ao longo de um ano, e entre as escolhas encontram-se imagens captadas desde observatórios profissionais até ao próprio Hubble. Esta é a minha 10ª APOD desde 2007. A minha surpresa recaiu sobretudo no facto de após ter sido publicada recentemente a imagem do "Arco-Íris de Airglow" dos Açores, no Pico, no passado mês de Março, e que acabou por correr o mundo, ter tido novamente a agradável oportunidade de levar à NASA e além fronteiras os céus de Portugal, da nossa capital, de Almada e do Barreiro, local onde a fotografia foi captada e que permitiu esta visão privilegiada desde a margem sul à margem lisboeta.

 

Miguel Claro é o astrofotógrafo oficial do Dark Sky Alqueva, o primeiro destino turístico do mundo certificado como Starlight Tourism Destination, situado ao largo do grande Lago do Alqueva. O projecto já deu origem a um livro. Pode ver imagens do Dark Sky Alqueva nesta galeria. Pode acompanhar o trabalho de Miguel Claro no site ou na página de facebook Astroarte.

 

Fonte: SAPO PT

horadoplaneta às 16:23 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 20.01.16

Mapa hosi NASA hatudu nasaun sira ne'ebé poluídu liu iha mundu

Imajen sira ne'ebé foin lalais ne'e fó sai hosi ajénsia espasiál norte-amerikanu, NASA, hatudu nasaun ne'ebé maka poluídu liu iha mundu no área sira hosi globo aumenta ona - ka hamenus - nia emisaun sira gás ho efeitu estufa iha tinan sanulu ikus ne'e. 

 

Kór laranja ho kór mean hatudu área poluída sira

 

Mapa hatudu katak, maski iha entre área sira ne'ebé aat liu iha mundu tomak, Estadus Unidus, Europa Osidentál ho Japaun hatudu di'ak entre tinan 2005 no 2014 - karik tanba resesaun ekonómiku.

 

Iha kontinente europeu, poluisaun tuun to'o 50%, avansa hosi jornál Globo, hanesan rezultadu hosi restrisaun maka'as kona-bá nasaun poluente sira. Iha Estadus Unidus, maski emisaun sira tuun ona iha nível globa, iha avansu iha estadu balun to'o 30%, hanesan iha Texas no Carolina-Norte, ne'ebé iha produsaun maka'as ba petróleu no gás natural.

 

Iha nasaun sira hanesan Xina, Índia ho parte balun hosi Médiu Oriente, liuliu iha rehiaun hosi golfu Pérsiku, fatin sira ne'ebé ekonomia no atividade industriál hahú iha espansaun, poluisaun aumenta ona.

 

Imajen sira hosi NASA hatudu mós movimentu interesante ida iha norte xinés, ne'ebé sidade sira industrializadu liu no produsaun enerjia aumenta maka'as. Iha jerál, área hatudu aumentu konsiderável ida hosi emisaun gás sira nian, Pekin, kapitál nasaun nian, iha diminuisaun konsiderável ida.

 

Tuir sientista Bryan Duncan, ne'ebé lidera estudu iha sentru semo espasiál Goddard, ne'e iha ligasaun ba presaun boot ida hosi klase médiu ne'ebé aumenta iha Pekin tanba ár di'ak ida - tuir istória sidade boot konsidera hanesan sidade ida ne'ebé iha liu poluisaun iha mundu.

 

Iha Brazil, mapa sira hatudu katak kuadru jerál mantén similar, sei dook hosi lansamentu aas hosi gás sira ne'ebé akontese iha rejiaun sira ne'ebé dezenvolvidu liu iha mundu - maibé, sentru sira ne'ebé poluídu liu, hanesan Grande São Paulo, aas nafatin no iha indíse preokupante sira, hanesan ho sidade boot globál sira.

 

Mapa sira hosi ajénsia espasiál amerikanu hatudu mós efeitu sira hosi movimentasaun demográfiku, hanesan akontese tanba funu sivil iha Síria: bainhira índise sira hosi dioksidu karbonu tuun maka'as iha nasaun, liuliu iha sidade boot hanesan kapitál Damasku no Aleppo, emisaun sira aumenta iha nasaun viziñu ne'ebé simu refujiadu síriu sira.

 

Hahú tinan 2004, NASA haree emisaun sira iha planeta tomak liuhosi instrumentu ida ne'ebé instala iha nia satelit Aura. Entre sira, iha dióksidu nitrojéniu, ne'ebé mosu bainhira sunu kombustível fósil sira, liuliu hosi karreta sira, tanba produsaun enerjia nian no tanba atividade industriál nian.

 

ho Green Savers

horadoplaneta às 13:45 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Mapa da NASA mostra os países mais poluídos do mundo

Imagens recentemente divulgadas pela agência espacial norte-americana, NASA, revelam quais os países mais poluídos do mundo e que áreas do globo aumentaram – ou reduziram – as suas emissões de gases com efeito de estufa nos últimos dez anos. 

 

Laranja e vermelho são as áreas poluídas

 

O mapa revela que, embora ainda estejam entre as áreas com o pior ar em todo o mundo, Estados Unidos, Europa Ocidental e Japão apresentaram melhorias entre 2005 e 2014 – provavelmente devido à recessão económica.

 

No continente europeu, a queda da poluição chegou a até 50%, avança o jornal Globo, como resultado da maior restrição sobre os poluentes. Nos Estados Unidos, embora as emissões tenham sido reduzidas globalmente, elas avançaram até 30% em alguns estados, como o Texas e a Carolina do Norte, onde há intensa produção de petróleo e gás natural.

 

Em países como China, Índia e parte do Oriente Médio, principalmente na região do golfo Pérsico, locais cujas economias e actividade industrial estão em expansão, a poluição aumentou.

 

As imagens da NASA mostram também um movimento interessante no norte chinês, onde estão as cidades mais industrializadas e a produção de energia se torna cada vez mais intensa. Enquanto a área, em geral, apresentou um aumento considerável da emissão de gases, Pequim, a capital do país, registou uma considerável redução.

 

Segundo o cientista Bryan Duncan, que lidera o estudo no centro de voo espacial Goddard, isso deve-se a uma maior pressão da crescente classe média de Pequim por um ar melhor – a metrópole é historicamente considerada uma das cidades mais poluídas do mundo.

 

No Brasil, os mapas mostram que o quadro geral se manteve similar, ainda longe dos altíssimos lançamentos de gases ocorridos nas regiões mais desenvolvidas do mundo – porém, centros tradicionalmente mais poluídos, como a Grande São Paulo, continuam com altos e preocupantes índices, semelhantes às de outras metrópoles globais.

 

Os mapas da agência espacial americana mostram também os efeitos da movimentação demográfica, como a ocorrida por causa da guerra civil na Síria: enquanto os índices de dióxido de carbono caíram consideravelmente no país, principalmente em cidades maiores como a capital Damasco e Aleppo, as emissões cresceram nos países da vizinhança que mais receberam refugiados sírios.

 

Desde 2004, a Nasa monitoriza as emissões em todo o planeta através de um instrumento instalado no seu satélite Aura. Entre elas, as de dióxido de nitrogénio, resultado da queima de combustíveis fósseis, principalmente por carros, pela produção de energia e pela actividade industrial.

 

com Green Savers

horadoplaneta às 12:20 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 27.08.15

Nível tasi nian sa'e iha médiu sentímetru ualu hahú 1992

Tasi-ibun sira hosi Ázia no Oseánia, iha Pasífiku, hanesan mós Mediteráneu Orientál no tasi-ibun atlántiku Amérika nian, sai hanesan fatin nebe prejudikadu liu. Akesimentu globál sai hanesan suspeitu prinsipál.

 

Foto: AC


Nível tasi nian sa'e, iha média, besik sentímetru ualu iha mundu tomak hahú tinan 1992 tanba akesimentu globál. Konkluzaun ne'e hato'o hosi NASA, nebe alerta katak nível ne'e sei mantén iha tinan hirak tuirmai.

Grupu ida ho sientista sira hosi ajénsia espasiál norte-amerikanu aprezenta ona, iha loron-kuarta ne'e, informasaun foun sira nebe hetan kona-bá aumentu ba nível tasi nian iha mundu tomak - nebe, iha média, aas liu sentímetru 7,62 hosi 1992 -, maski varia iha fatin oioin iha mundu, no zona balun to'o iha sentímetru 22.

NASA publika mós vídeo ida ho informasaun nebe hetan hosi nia satelit sira nebe hatudu loloos, liuhosi gradasaun kór sira nian, saida maka evolusaun iha parte ida-idak iha mundu iha tinan 23 ikus ne'e.

Tasi-ibun sira hosi Ázia no Oseánia, iha Pasífiku, hanesan mós Mediteráneu Orientál no tasi-ibun atlántiku Amérika nian, sai hanesan fatin nebe prejudikadu liu tanba nível tasi nian nebe sa'e.

Akesimentu globál, nebe dalabarak mosu tanba atividade hosi ema moris, sai hanesan suspeitu prinsipál ba aumentu nível oseanu no tasi sira nian, sai hanesan responsável ba glasiár sira nebe nabeen no ba aumenta temperatura iha bee nian.

"Loos tebes katak situasaun sei sai aat liu iha futuru", alerta hosi Steve Nerem, jeofíziku hosi Universidade Colorado, durante aprezentasaun ba informasaun sira ne'e.

Sientista sira alerta ona katak maski foti medida hodi tenta muda situasaun no karik bele muda tendénsia, sei presiza sékulu barak hodi fila ba nível antigu sira bainhira seidauk akontese alterasaun klimátiku.

Nível tasi nian sa'e iha futuru hamosu risku ba sidade no povoasaun oioin nebe hela besik tasi-ibun iha mundu tomak, nune'e bele halo illa sira hosi mapa no, iha kazu Pasífiku nian bele halakon nasaun sira hotu.

ho Renascença

horadoplaneta às 12:43 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Nível do mar subiu em média oito centímetros desde 1992

As costas da Ásia e Oceânia, no Pacífico, a par com o Mediterrâneo Oriental e a costa atlântica da América, foram as mais prejudicadas. O aquecimento global é o principal culpado.

 

Foto: AC

 

O nível do mar subiu, em média, quase oito centímetros em todo o mundo desde 1992 devido ao aquecimento global. A conclusão é da NASA, a qual alerta que a tendência vai manter-se nos próximos anos.

Um grupo de cientistas da agência espacial norte-americana apresentou, esta quarta-feira, os mais recentes dados recolhidos sobre o aumento do nível da água do mar em todo o mundo - que foi, em média, 7,62 centímetros superior ao de 1992 -, apesar de o panorama variar em diferentes partes do mundo, tendo em algumas zonas chegado a superar os 22 centímetros.

A NASA também publicou um vídeo com os dados obtidos pelos seus satélites em que se verifica claramente, por via de uma gradação de cores, qual foi a evolução em cada parte do mundo ao longo dos últimos 23 anos.

As costas da Ásia e Oceânia, no Pacífico, a par com o Mediterrâneo Oriental e a costa atlântica da América, foram as mais prejudicadas pela subida do nível do mar.

O aquecimento global, provocado em grande medida pela actividade humana, é o principal culpado pelo aumento do nível dos oceanos e dos mares, na medida em que é responsável pelo degelo dos glaciares e pela subida da temperatura da água.

"É muito provável que a situação piore no futuro", alertou Steve Nerem, geofísico da Universidade do Colorado, durante a apresentação dos dados.

Os cientistas alertaram que mesmo que sejam tomadas acções para tentar reverter a situação e se consiga mudar a tendência, seriam precisos séculos para regressar aos níveis anteriores às alterações climáticas.

A subida do nível da água do mar coloca em risco o futuro de inúmeras cidades e povoações costeiras em todo o mundo, ameaçando, aliás, fazer desaparecer do mapa para sempre uma série de ilhas e, no caso do Pacífico, em especial, países inteiros.

com Renascença

horadoplaneta às 12:16 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 07.08.15

A Terra e a Lua como nunca viu

Imagem captada por um satélite mostra o chamado lado negro da Lua totalmente iluminado, com o planeta Terra em pano de fundo.


@NASA

 

A agência espacial norte-americana NASA divulgou esta quinta-feira uma fotografia que mostra o planeta Terra e a Lua de uma "perspectiva única".

A série de imagens agora conhecida foi captada pelo satélite Deep Space Climate Observatory (DSCOVR), no mês passado.

 

Mostra o chamado lado negro da Lua totalmente iluminado, com o planeta Terra em pano de fundo.

 

O lado negro da Lua não é visível a partir do nosso planeta, mas pode agora ser admirado pelos “terráqueos” graças às imagens captadas por uma câmara especial da NASA, a “Earth Polychromatic Imaging Camera”.

 

A câmara está instalada no satélite DSCOVR, que orbita a cerca de 1,6 milhões de quilómetros da Terra.

 

A partir da sua posição entre o planeta e o Sol, além de enviar fotografias únicas, o satélite monitoriza os ventos solares em tempo real.

 

@Renascença

horadoplaneta às 07:28 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Hanesan nunka haree Rai ho Fulan

Imajen ne’ebé kapta hosi satélite ida, hatudu kona-ba parte nakukun hosi Fulan ne’ebé totalmente ilumina, hamutuk ho “background” hosi planeta Rai.


@NASA

 

Ajénsia NASA horisehik fó sai fotografia ida ne’ebé hatudu Rai ho Fulan ho “prespetiva únika” ida.

 

Agora hatene ona katak imajen oioin ne’ebé iha kapta hosi satélite Deep Space Climate Observatory (DSCOVR), iha fulan kotuk.

 

Hatudu kona-ba parte nakukun hosi Fulan ne’ebé totalmente ilumina, hamutuk ho “background” hosi planeta Rai.

 

Lakonsege haree parte nakukun hosi Fulan, hosi ita-ninia planeta, maibé agora “mundu tomak” sente admiradu ho imajen ne’ebé kámara espesiál NASA “Earth Polychromatic Imaging Camera” kapta.

 

Kámara ne’e instala iha satélite DSCOVR, ne’ebé orbita ba besik kilómetru milloens 1,6 hosi Rai.

 

Alénde haruka fotografia únika, hahú hosi sira-ninia pozisaun entre planeta ho Loromatan, satélite ne’e mós halo monitorizasaun ba anin solár iha tempu real.

 

SAPO TL ho Renscenca

horadoplaneta às 07:24 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 31.07.15

NASA descobre sistema planetário com três super-Terras

A descoberta do sistema planetário, constituído por um planeta gigante e três super-Terras a orbitar em torno de uma estrela anã, foi anunciada esta quinta-feira.

 

Foto: NASA / JPL-Caltech


Astrónonomos europeus anunciaram esta quinta-feira a descoberta de um sistema planetário com três super-Terras em órbita de uma estrela anã brilhante, sendo que um deles parece ser um planeta de rochas vulcânicas derretidas.

O sistema com quatro planetas está no hemisfério norte da constelação Cassiopeia, tendo a forma de um M e estando a 21 anos-luz da Terra, adiantaram os investigadores da revista europeia "Astronomy & Astrophysics".

Este sistema parece ser constituído por um planeta gigante e três super-Terras que estão a orbitar em torno de uma estrela anã, apelidada de HD219134. As super-Terras foram assim designadas pelo facto de possuírem uma massa maior que a do planeta Terra, mas, ainda assim, serem mais leves que os planetas gasosos Neptuno, Saturno ou Júpiter.

O planeta com a órbita mais curta, HD219134b, anda à volta a cada três dias, tendo já sido observado, do ponto de vista da Terra, em trânsito em redor das faces da sua estrela.

As medições a partir do solo, feitas com o telescópio espacial Spitzer da NASA, mostraram que a sua massa é 4,5 vezes mais alta e 1,6 mais larga do que a altura e largura da massa da Terra.

"A sua densidade média é próxima da densidade da Terra, sugerindo uma composição semelhante. Está muito perto da estrela. A temperatura é de cerca de 700 graus Kelvin." (aproximadamente 427 Celsius), segundo o relato de um comunicado de imprensa da Universidade de Genebra, onde trabalha a equipa de astrónomos responsáveis pela pesquisa.

Portanto, não é uma zona habitável e não teria água necessária para a vida humana.

Contudo, HD219134b é excitante para os estudiosos da área por ser o planeta em trânsito mais próximo da Terra, proporcionando desta forma uma oportunidade rara para estudar mais aprofundadamente a sua composição e atmosfera contra o pano de fundo da sua estrela.

"Estes sistemas são especialmente interessantes na medida em que permitem - através do estudo - a caracterização da atmosfera do planeta, a luz da estrela que atravessa a atmosfera," disse Udry, coautor do relatório da Universidade de Genebra.

com Expresso

horadoplaneta às 14:43 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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