Segunda-feira, 02.10.17

Organizasaun Meteorolójiku Mundial apoia Timor-Leste ho sistema avizu klimáteriku sira

Organizasaun Meteorolójiku Mundial apoia daudaun nasaun lima hosi rejiaun Ázia ho Pasífiku, entre sira maka Timor-Leste, hodi dezenvolve sistema sira alerta antesipadu nian ne'ebé ajuda sira hadi hasoru ho di'ak eventu klimatériku no atmosfériku sira. 

 

 

Programa ne'e envolve Fiji, Illa Salomaun, Papua Nova Guiné, Timor-Leste ho Vanuatu no hakarak ajuda Fundu Verde Klima ida (GCF, iha sigla lian inglés) diresionadu liuliu ba sistema alerta klimatériku sira.

 

Iha komunikadu, OMM esplika ona katak programa hakarak hatán hasoru impaktu hosi alterasaun klimátiku sira ne'ebé maka mosu daudaun, halo risku meteorolójiku sira ne'ebé hanesan estremu liu no susar liu hodi hetan previzaun, nune'e sai hanesan "ameasa ida" ba nasaun sira ne'e no ba nasaun insular ki'ik sira ne'ebé iha dezenvolvimentu.

 

"Instalasaun ba Preparasaun Projetu sira nain ne'e hanesan importante hodi hahú inisiativu ida ne'ebé lidera hosi projetu sira, hosi propriedade no sustenta hosi nasaun sira, hodi hetan impaktu klimátiku ida no dezenvolvimentu real ida iha illa lima ne'ebé hanesan fraku tebes", hatete hosi diretora departamentu ba Dezenvolvimentu no Atividade Rejional sira hosi OMM, Mary Power.

 

"Aleinde ne'e, reprezenta instrumentu ida hosi programasaun ne'ebé maka PMM, hamutuk ho nasaun membru sira no parseiru sira, bele defini estratéjia efetivu sira hodi bele iha kapasidade ultrapasa risku hidrometeorolójiku sira ho klimátiku sira", nia hatutan.

 

Projetu rejional, ne'ebé sei adapta ba nesesidade espesífiku sira hosi nasaun ida-idak nian, iha folin inisial hamutuk dolar rihun 535 ne'ebé sei serve hodi defini proposta konkretu sira no dezenvolve "projetu inovador" sira ba nasaun lima.

 

Atividade sira preparasaun projetu nian inklui inventáriu ida hosi Sistema sira Alerta Antesipadu nian (EWS) iha nasaun lima, konsulta sira hodi envolve parte interesadu sira no "estudu viabilidade sira hodi garanti katak investimentu sira ne'ebé hato'o hanesan sosial, tékniku, ekonómiku no di'ak ba ambiente".

 

Objetivu maka OMM uza nia esperiénsia hodi apoia nasaun lima hodi "hametin dalan oinsá sira prepara hasoru eventu meteorolójiku sira antes akontese".

 

"Sistema alerta ida ne'ebé halo antes hanesan abordajen ho aspetu oioin hodi haree no kalkula ho di'ak perigu meteorolójiku sira no implementa solusaun emerjénsia ida ne'ebé di'ak liu. Sistema sira ne'ebé iha liu efikásia iha komponente haat maka detekta, monitoriza no projeta perigu sira, analiza risku sira ne'ebé iha relasaun, fó sai avizu apropriadu sira no ativa planu resposta emerjénsia nian", hatete hosi OMM.

 

Tuir Relatóriu hosi Risku Mundial sira, nasaun sira ne'ebé "hanesan fraku tebes no sai sujeitu ba risku klimátiku estremu sira, hanesan siklone tropikal sira, laloran tempestade sira nian no inundasaun hosi tasi nian", ho destake espesial ba Fiji ho Vanuatu, ne'ebé "tama entre nasaun 15 ne'ebé fraku tebes hasoru risku natural sira iha mundu tomak".

 

Augusto Pinto, responsável hosi diresaun ba Mudansa Klimátiku sira iha Timor-Leste, konsidera ona projetu ne'e hanesan importante tebes ba nasaun ne'ebé hasoru "ho risku sira ne'ebé akontese tanba mudansa klimátiku sira hanesan inundasaun naruk no rai-maran nune'e mós tempestade sira".

 

Sistema ne'e hanesan di'ak tebes hodi tulun agrikultór sira hodi hamenus estraga sira iha kultura sira, nia hatete.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 12:34 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Organização Meteorológica Mundial apoia Timor-Leste com sistemas de avisos climatéricos

A Organização Meteorológica Mundial está a apoiar cinco países da região da Ásia e Pacífico, entre eles Timor-Leste, a desenvolver sistemas de alerta antecipados que os ajudem a lidar melhor com eventos climatéricos e atmosféricos. 

 

 

O programa envolve Fiji, Ilhas Salomão, Papua Nova Guiné, Timor-Leste e Vanuatu e pretende ajudar um Fundo Verde de Clima (GCF, na sigla em inglês) direcionado especialmente para os sistemas de alerta climatérico.

 

Em comunicado, a OMM explicou que o programa pretende responder ao impacto que as alterações climáticas estão a ter, tornando os riscos meteorológicos mais extremos e difíceis de prever, o que constitui "uma ameaça" para estes e outros pequenos países insulares em desenvolvimento.

 

"Esta Instalação de Preparação de Projetos é essencial na conceção de uma iniciativa liderada por projetos, de propriedade e sustentada por países, que atinja um impacto climático e de desenvolvimento real nestas cinco ilhas altamente vulneráveis", disse a diretora do departamento de Desenvolvimento e Atividades Regionais da OMM, Mary Power.

 

"Além disso, representa um instrumento de programação através do qual a OMM, juntamente com os seus países membros e parceiros, pode definir estratégias efetivas para fortalecer a resiliência aos riscos hidrometeorológicos e climáticos", frisou.

 

O projeto regional, que será adaptado às necessidades especificas de cada país, tem um valor inicial de 535 mil dólares que servirão para desenhar propostas concretas e conceber "projetos inovadores" para os cinco países.

 

As atividades de preparação de projetos incluem um inventário dos Sistemas de Alerta Antecipado (EWS) nos cinco países, consultas para envolver as partes interessadas e "estudos de viabilidade para garantir que os investimentos propostos são social, técnica, económica e ambientalmente saudáveis".

 

O objetivo é que a OMM use a sua experiência para apoiar os cinco países a "fortalecer a forma como se preparam para estes eventos meteorológicos antes de ocorrerem".

 

"Um sistema de alerta precoce é uma abordagem multifacetada projetada para monitorizar e prever melhor os perigos meteorológicos e implementar uma solução de emergência mais efetiva. Os sistemas mais eficazes contêm quatro componentes que detetam, monitorizam e projetam perigos, analisam riscos relacionados, divulgam avisos oportunos e ativam planos de resposta de emergência", indicou a OMM.

 

Segundo o Relatório de Riscos Mundiais, os países abrangidos "estão altamente expostos e vulneráveis a riscos climáticos extremos, como ciclones tropicais, ondas de tempestade e inundações costeiras", com especial destaque para Fiji e Vanuatu, que "estão entre os 15 países com maior vulnerabilidade aos riscos naturais em todo o mundo".

 

Augusto Pinto, responsável da direção de Mudanças Climáticas em Timor-Leste, considerou o projeto especialmente importante para o país que se depara "com os riscos induzidos por mudanças climáticas, como inundações prolongadas e secas, bem como tempestades".

 

O sistema é especialmente útil para ajudar os agricultores a minimizar perdas e danos nas culturas, disse.

 

Lusa

horadoplaneta às 11:09 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 24.03.17

Fotojenia hosi teki-lili ida ne’ebé sei bulelu

Projetu fotográfiku ida, konsege kapta teki-lili ninia matan-musan ne’ebé bot no furak, bainhira loro-matan ladauk nakfera, tanba iha tempu ne’e, insektu refere hein hela atu temperatura bele aumenta, hodi hamaran sira-ninia liras ne’ebé bokon.


Tuir fotógrafu italianu Roberto Aldrovandi, dader maka maka hanesan tempu di’ak atu bele hasa’i foto ba insektu refere, ho kalma ka hakmatek, tanba sira ladauk konsege bok-aan ka hakmatek.

 

“Lalaok maka, hader sedu bainhira rai sei malirin molok hakotu époka Primavera, wainhira loro-matan foin atu hahú nakfera. Tanba iha tempu ne’e, teki-lili ninia liras sei bokon ho mahu-wen no temperatura mos ladun maka’as, ho nune’e maka iha tempu atu hasa’i sira-ninia foto molok, sira semu”, hanesan saida maka nia esplika ba Daily Mail.

 

Tuir Aldrovandi, segredu hosi forografia makro ida maka peskiza. “Ita tenke iha pasiénsia no konsisténsia. Presiza estudu duni, atu nune’e it abele hatene ninia hahalok”.

 

SAPO TL ho Green Savers

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A fotogenia de uma libelinha ensonada

Um projecto fotográfico captou os olhos esbugalhados e magnificência das libelinhas na primeira hora do dia, uma altura que o insecto espera que a temperatura suba para que as suas asas, ainda húmidas da noite anterior, comecem a secar.

Segundo o fotógrafo italiano Roberto Aldrovandi, a manhã é a única altura do dia em que estes insectos podem ser fotografados calmamente, uma vez que ainda não se conseguem verdadeiramente mexer.

 

“O truque é acordar na manhã mais fria do final da Primavera, à primeira luz do dia. As asas das libelinhas ainda estão molhadas do orvalho e a temperatura ainda é baixa, pelo que temos tempo para as fotografarmos antes que elas voem”, explicou ao Daily Mail.

 

Para Aldrovandi, o segredo de uma boa fotografia macro é a pesquisa. “Temos de ter muita paciência e consistência. É preciso muito estudo para percebermos o seu comportamento”.

 

@Green Savers

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horadoplaneta às 02:37 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 20.12.16

Encontradas 163 novas espécies na região do Mekong - WWF

Uma serpente com cores do arco-íris na cabeça ou uma lagartixa com cornos parecida com um dragão são duas das 163 novas espécies descobertas em 2015 na região do Mekong, informou hoje o Fundo Mundial para a Natureza.

Foto: Nguyen Truong Son / Reuters

 

As novas espécies descritas pela primeira vez pelos cientistas incluem nove anfíbios, 11 peixes, 14 répteis, 126 plantas e três mamíferos encontrados em zonas remotas desta região que se estende pela China, Birmânia, Laos, Tailândia, Camboja e Vietname, segundo o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês).

 

As descobertas publicadas num novo relatório também incluem uma variedade de plátano de flor vermelha descoberta no norte da Tailândia, uma rã alaranjada encontrada no Camboja e Vietname ou uma lagartixa de pele azul pálida encontrado no Laos.

 

O Grande Mekong, que segue o curso do rio com o mesmo nome desde o planalto tibetano através do sudeste da Ásia, é uma das regiões de maior biodiversidade do mundo, mas também uma das mais ameaçadas por vários projetos de desenvolvimento e caça furtiva.

 

Em comunicado, o WWF alertou que a zona se encontra sob "uma pressão sem precedentes" de desenvolvimento, o que ameaça a sobrevivência dos espaços naturais que a tornam única.

 

@Lusa

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horadoplaneta às 02:11 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Hetan ona espésie foun 163 iha rejiaun Mekong -- WWF

Samea ho kór arku-íris nian ida iha ninia ulun ka teki ida ho dikur hanesan dragaun, maka hanesan espésie rua hosi espésie 163 ne’ebé hetan ona iha 2015, iha rejiaun Mekong, tuir informasaun ne’ebé fó sai horisehik hosi Fundu Mundiál ba Natureza.

Foto: Nguyen Truong Son / Reuters

 

Espésie foun ne’ebé foin fó sai hosi matenek na’in hirak ne’e, inklui mos anfíbiu sia, ikan 11, répril 14, aihoris 126 no mamíferu tolu ne’ebé hetan iha zona remota, hosi rejiaun ne’ebé habelar hosi Xina, Birmánia, Laos, Yailándia, Kamboja no Vietname, tuir Fundu Mundiál ba Natureza (WWF, sigla iha inglés) fó sai.

 

Deskoberta ne’ebé fó sai iha relatóriu foun ne’e mos, inklui ho plátanu hosi aifunan kor-mean ne’ebé hetan iha parte norte Tailándia, manduku inan ho kor-laranja iha Kamboja ka Vietname ka teki ho kulit azul ida iha Laos.

 

Grande Mekong, ne’ebé la’o tuir mota ho naran hanesan hodi planaltu tibetanu liu hosi sudeste Ázia, hanesan rejiaun ho biodiversidade bot iha mundu, maibé mos fó ameasa barak ba projetu dezenvolvimentu oioin ka kasa furtiva.

 

Iha komunikadu, WWF halo alerta katak zona refere “molok ne’e ladauk hetan presaun dezenvolvimentu ruma”, hodi fó ameasa ba sobrevivénsia hosi espasu naturál ne’ebé únika.

 

SAPO TL ho Lusa

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Terça-feira, 29.11.16

Natureza Afeganistaun nian ne’ebé maka ema sedauk hatene

Afeganistaun hanesan nasaun perigozu liu iha mundu no ladun iha turista – no ladun osidentál liu – fó impaktu ba vizita ida. Maibé, tinan-tinan ema barak maka iha korajen hodi la’o bá to’o Bamyan, Afeganistaun Sentrál, hanesan fatin ne’ebé ema ki’ak balun hela ba iha mundu ne’e.

Saida maka halo sira bá to’o iha ne’ebá? Kompetisaun ski de’it, ne’ebé organiza hosi Aga Khan Foundation hodi dezenvolve rejiaun refere no fó dalan ba dezenvolvimentu ekonómiku. Kompetisaun ne’e, lansa iha tinan 2008 no ninia patrisinadór maka marka suíça Volkl, responsável ba ekipamentu no treinu lokál hothotu.

 

Desde tinan 2011 empreza británika Untamed Bordrs organiza viajen bá to’o Bamyan – espesialmente ba partisipante kompetisaun nian – no hahú hosi ne’ebá, ema barak maka bá to’o iha fatin 10 no 20, no sira mos respeita seguransa ho natureza fatin refere nian, tuir Kausar Hussain, ko-fundadór kompetisaun haktuir.

 

Imajina Afeganistaun hanesan fatin ne’ebé manas no maran, tanba tuir imajen hirak ne’ebé ami haree tinan hirak ikus ne’e, iha televizaun, hatudu katak senáriu hosi époka Invernu nian bele lori ita liu fali ba fatin furak hosi Kanadá, Himalaias ka Andes.

 

Bamyan, ne’ebé lokaliza iha eis-Rota Seda, hanesan senáriu pitoresko ne’ebé hafalun ho zelu. Foho sira Hindu Kush nian ne’ebé hadulas nia, hanesan kordilleira ne’ebé ladun esplora iha mundu ne’e – no sei kontinua hanesan ne’e nafatin iha tinan hirak tuir mai.

 

Ho nune’e maka imajen hirak ne’e, sei lafó sai tinan-tinan.  

 

SAPO TL ho Green Savers

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horadoplaneta às 03:05 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

A natureza intocada do Afeganistão

O Afeganistão é um dos mais perigosos países do mundo e poucos turistas – e muito menos ocidentais – arriscam uma visita. Mas, todos os anos, uma mão cheia de esquiadores aventurosos ganham coragem para fazer a longa caminhada até Bamyan, no Afeganistão Central, onde vivem algumas das mais pobres pessoas do mundo.


O que os leva até lá? A única competição de ski do país, organizada pela Aga Kahn Foundation para desenvolver a região e permitir o desenvolvimento económico. A competição foi lançada em 2008 e tem como patrocinador a marca suíça Volkl, responsável pelos equipamentos e treinos dos locais.

 

Desde 2011 que a empresa britânica Untamed Borders organiza viagens até Bamyan – especificamente para participantes na competição – e, desde então, entre 10 a 20 locais chegam à montanha todos os anos, respeitando sempre a segurança e natureza do local, de acordo com Kausar Hussain, co-fundador da competição.

 

E se imagina o Afeganistão como um local quente e árido, devido a todas imagens que viu nos últimos anos na televisão, fique a saber que há cenários de Inverno que nos remetem para outros locais bem afastados, do Canadá, Himalaias ou Andes.

 

Bamyan, que fica na antiga Rota da Seda, é um cenário pitoresco coberto de neve. As montanhas Hindu Kush, que a rodeiam, é uma das cordilheiras menos exploradas do mundo – e continuará a sê-lo nos próximos anos.

 

Assim, imagens destas não serão publicadas todos os anos.

 

@Green Savers

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Sexta-feira, 28.10.16

Islándia: rai ho paizajen hirak ne’ebé furak liu no izoladu hosi mundu

Hosi buat furak bobot iha Planeta, Islándia iha sivilizasaun/kultura ida ne’ebé ema laharee.

Lahanesan ho kontinente europeu – no Reinu Unidu – ho kilómetru 1.300, illa refere iha senáriu balun ne’ebé idíliu liu no ho kór mutin hosi ami-ninia époka Invernu – hosi naturais furak oioin maka dada turista sira – hetan osan barak- bá vizita nasaun refere.

 

Parte seluk hosi jelu nomós gruta glaciares irlandés, paradoxalmente, mosu vulkaun hanesan Holuhraun, ne’ebé fó kontraste inkrível ba paizajen.

 

Guide to Iceland hanesan site ida ne’ebé mos di’ak hodi koñese Islándia no koko atu hatene, folin hodi vizita illa refere. Bele haree senáriu balun hosi ne’ebá.


Fotos: Iurie Belegurschi / Guide to Iceland


SAPO TL ho GreenSavers

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Islândia: terra com as mais belas e isoladas paisagens do mundo

De todas as grandes belezas do Planeta, a Islândia possui as que mais isoladas estão da complexa civilização das grandes urbes.

Separada do continente europeu – e do Reino Unido – por 1.300 quilómetros, a ilha possui alguns dos cenários mais idílicos e brancos do nosso Inverno – entre outras maravilhas naturais que levam milhares de turistas – os mais endinheirados – a visitar o país.

Ao lado da neve e dos célebres glaciares irlandeses surgem, paradoxalmente, vulcões como o Holuhraun, que dá um contraste incrível à paisagem.

 

O Guide to Iceland é um dos melhores sites para conhecer a Islândia e tentar perceber quanto custará visitar a ilha branca. Veja alguns dos cenários que poderá lá encontrar.

 

Fotos: Iurie Belegurschi / Guide to Iceland

@GreenSavers

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