Quarta-feira, 31.05.17

Trump vai formalizar saída dos EUA do acordo de Paris sobre alterações climáticas

O Presidente dos EUA, Donald Trump, vai formalizar a saída do país do acordo de Paris sobre alterações climáticas e está a estudar como concretizar a decisão, anunciou hoje a Casa Branca. 

 

 

Um responsável da Casa Branca disse que Trump pode “usar ressalvas na linguagem” que vai usar para anunciar essa saída – deixando aberta a possibilidade de a decisão não ser final.

 

Citada pela Associated Press, a mesma fonte pediu para não ser identificada, de forma a analisar a decisão antes do seu anúncio oficial.

 

A decisão do presidente dos Estados Unidos foi já avançada pela cadeia de televisão Fox e pelo portal de notícia Axios.

 

Ambos os meios, que citam fontes anónimas, mas próximas de Trump, não detalham quando o Presidente irá fazer o anúncio oficial.

 

Trump tinha ele próprio antecipado que tomaria dentro de dias a decisão "final" sobre se os Estados Unidos devem continuar a fazer parte do Acordo de Paris, numa mensagem que colocou na rede social Twitter enquanto participava na cimeira de líderes do G7 na cidade italiana de Taormina (Sicília), no final da semana passada.

 

Durante a campanha eleitoral, Trump criticou o Acordo de Paris e questionou as mudanças climáticas, um fenómeno que descreveu como "invenção" dos chineses, e já como Presidente decidiu iniciar um processo para verificar se os EUA deviam continuar como parte daquele o acordo.

 

Apesar da pressão do Presidente francês, Emmanuel Macron, e da chanceler alemã, Angela Merkel, a declaração final da cimeira do G7 reconheceu que os Estados Unidos "não estão em condições de chegar a um consenso" sobre a luta contra as alterações climáticas.

 

Nessa declaração, os membros do G7, exceto os EUA, reiteraram o compromisso em aplicar "rapidamente" o acordo de Paris, adotado em dezembro de 2015 por 195 países.

 

No final da reunião, a chanceler alemão criticou a posição de Washington dizendo: "Aqui está uma situação em que somos seis, sete se incluirmos a União Europeia, contra um (…) Isto significa que não há sinal até agora de que os Estados Unidos continuem ou não no acordo de Paris”.

 

com Lusa

horadoplaneta às 16:32 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 28.03.17

Estudo: Catástrofes no mundo custaram 175 mil milhões de dólares em 2016

As catástrofes naturais e os desastres causados pelo homem geraram perdas económicas de 175 mil milhões de dólares em 2016, o dobro de 2015, segundo um estudo anual da resseguradora suíça Swiss Re. 

 

 

De acordo com o SIGMA, o nome deste estudo, daquele montante, 54 mil milhões de dólares estavam cobertos por seguros, o que representa um montante 42% acima do ano anterior.

 

As catástrofes causaram 11 mil vítimas mortais em 2016, menos do que em 2015, ano em que se registaram 26 mil mortes associadas a cataclismos naturais.

 

O ano 2016 foi, em contrapartida, o mais oneroso em matéria de prejuízos económicos devido a catástrofes desde 2012, revela o grupo ressegurador suíço.

 

Em causa esteve um “grande número de eventos catastróficos consideravelmente importantes, incluindo sismos, tempestades, inundações e fogos florestais” em todas as regiões do mundo, sublinha a Swiss Re.

 

O SIGMA inclui o registo de 327 catástrofes em todo o mundo, das quais 191 foram naturais e 136 provocadas pelo homem.

 

A Ásia foi a região do mundo mais afetada pelas catástrofes, com 128 eventos registados.

 

O sismo que sacudiu a ilha japonesa de Kyushu em abril de 2016 provocou os prejuízos económicos mais expressivos, estimados entre 25 e 30 mil milhões de dólares.

 

com Lusa

horadoplaneta às 11:12 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 16.01.17

Austrália condena Japão por caça de baleias no Oceano Antártico

O Governo da Austrália condenou hoje o Japão por retomar a caça de baleias no Oceano Antártico, após a divulgação de imagens de um cetáceo morto a bordo de um barco japonês que se encontrava em águas protegidas. 

 

 

O ministro do Ambiente, Josh Frydenberg, manifestou "profunda deceção", um dia depois de a organização Sea Shepherd divulgar fotografias e vídeos de uma baleia minke no barco japonês Nisshin Maru.

 

As imagens foram captadas quando o baleeiro navegava dentro do santuário australiano de baleias, perto da Antártida.

 

"A Austrália opõe-se a todas as formas de caça da baleia, [incluindo a] comercial e a chamada 'científica'", disse Frydenberg, em comunicado.

 

A denúncia da Sea Shepherd surgiu depois de o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, se ter reunido no sábado, em Sydney, com o seu homólogo australiano, Malcolm Turnbull, para discutir questões de segurança nacional, cooperação militar e comércio, bem como o tema da caça de baleias, entre outros assuntos.

 

O Japão retomou em novembro a temporada de caça de baleias "com fins científicos" nas águas do Antártico, a sua segunda incursão na zona para estas atividades, após uma paragem de dois anos na sequência de uma ordem do Tribunal Internacional de Justiça.

 

Em 2014, o tribunal, em resposta a um pedido australiano, decidiu que a caça de baleia do Japão não se ajustava aos fins científicos estabelecidos pela Comissão Baleeira Internacional.

 

Até à proibição, as incursões japonesas capturaram 850 exemplares de minke, 50 de baleias jubarte e 50 baleias comuns para fins científicos.

 

com Lusa

horadoplaneta às 10:31 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 11.01.17

Mais de 70% do maior recife de coral do Japão morreu em 2016

Mais de 70% do maior recife de coral do Japão, situado no sudeste do arquipélago, morreu em 2016 devido ao aumento da temperatura das águas, revela um estudo do Ministério do Ambiente nipónico. 

 

 

As águas em redor do recife, situado em frente à ilha de Ishigaki, no arquipélago de Okinawa, registaram no verão passado uma média de dois graus superior ao habitual, causando a descoloração dos corais, refere o texto divulgado hoje pela emissora pública NHK.

 

O departamento ambiental examinou entre novembro e dezembro o recife, que conta com mais de 70 espécies de corais e é considerado um dos mais antigos e de maior extensão do hemisfério norte.

 

A avaliação determinou que 70,1% dos corais morreram por branqueamento.

 

O número representa um notável aumento em relação ao registado nos meses de setembro e outubro, quando se constatou que 97% dos corais tinham sofrido branqueamento e 56% tinha morrido.

 

O ministério japonês indicou que as temperaturas marinhas na zona tinham baixado desde que começou o outono e que alguns corais tinham recuperado, mas alertou que mais podem morrer e que não é certo que o recife vá recuperar.

 

O fenómeno meteorológico El Niño, que causa o aumento das temperaturas da superfície do mar, contribuiu para o branqueamento dos corais em todo o mundo em 2016, incluindo alguns dos maiores recifes protegidos da Austrália, Tailândia ou Maldivas.

 

A descoloração dos corais acontece quando estes enfrentam alterações extremas e constantes de temperatura, luz e nutrientes.

 

Este processo põe em risco a abundância das espécies pesqueiras que dependem dos recifes para abrigo e alimento.

 

No Índico e no Pacífico, se a emissão de gases de efeito estufa continuar ao nível atual, as reservas pesqueiras podem diminuir entre 10% e 30% em 2050, em relação ao período 1970-2000, segundo dados da União Internacional para a Conservação da Natureza.

 

com Lusa

horadoplaneta às 15:10 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 06.01.17

Poluentes químicos ameaçam ursos polares - Estudo

Os poluentes químicos são também uma ameaça para a vida dos ursos polares, além do aquecimento global, conclui um estudo, hoje divulgado, que sintetiza 40 anos de trabalho de investigação. 

 

EPA@ Greenpeace Photo

 

Segundo o estudo, publicado na revista científica Environmental Toxicology and Chemistry, estes poluentes representam um risco para a saúde dos ursos cem vezes superior ao limite considerado aceitável para os animais adultos.

 

Nas crias, sujeitas aos químicos através do leite materno, o risco é mil vezes superior.

 

Os cientistas sintetizaram 40 anos de trabalho sobre a exposição dos ursos polares a químicos, mas também das focas e do bacalhau, numa área entre as ilhas Svalbard (Noruega) e o estado do Alasca (Estados Unidos), ambos banhados pelo oceano Ártico.

 

"Trata-se do primeiro estudo que visa quantificar o risco que os poluentes orgânicos persistentes representam para ecossistema ártico", disse, citada pela agência AFP, a principal autora do estudo, Sara Villa, toxicóloga da Universidade de Milano-Bicocca, em Itália.

 

Usados na agricultura e na indústria, os poluentes orgânicos persistentes, como os pesticidas, mantêm-se durante décadas na natureza, contaminando a cadeia alimentar: passam, por exemplo, do plâncton (organismos microscópicos que flutuam no mar) aos peixes, depois às focas e, no fim, aos ursos.

 

Ao acumularem-se no organismo, até atingirem doses muito tóxicas, os químicos podem afetar os sistemas imunitário, reprodutivo e endócrino.

 

Vestígios de policlorobifenilos (PCB), um dos poluentes orgânicos persistentes, cujo uso está proibido desde a década de 70, foram detetados nos ursos polares, de acordo com a investigação.

 

Novas famílias de compostos químicos, como a do ácido perfluorooctanessulfónico (PFOS), considerado "muito tóxico para os mamíferos", substituíram o PCB.

 

De acordo com o estudo, as concentrações de PFOS são elevadas nos ursos polares, dez vezes mais do que nas focas.

 

Estas substâncias químicas, autorizadas, são utilizadas para impermeabilizar papel, tecidos, mobiliário, evitar manchas de água ou gordura, e para produzir determinadas espumas de extintores.

 

As estimativas apontam para que, em 2050, a população de ursos polares, já ameaçada pelo degelo decorrente das alterações climáticas, diminua num terço.

 

No Ártico, o aquecimento global poderá gerar verões sem gelo dentro de 20 anos, vaticinam os cientistas.

 

com Lusa

horadoplaneta às 23:45 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 03.01.17

Poluição coloca em alerta vermelho 25 cidades na China

Vinte e cinco cidades do norte, centro e leste da China estão em alerta vermelho devido à poluição, informaram hoje as autoridades e a imprensa estatal. 

 

 

Este é o primeiro alerta vermelho – o mais elevado – por poluição atmosférica este ano na China.

 

O anúncio junta-se à situação de Pequim e de outras 20 cidades que se encontram em alerta laranja – o segundo mais elevado – pelo mesmo problema.

Outras 16 cidades estão em alerta amarelo.

 

No total, 72 cidades chinesas têm em vigor algum tipo de alerta por poluição atmosférica.

 

A região de Pequim-Tianjin-Hebei, no nordeste, estendeu o seu alerta até à noite de sábado, anunciou hoje o Ministério de Proteção Ambiental.

 

Em alguns locais dessa região, a poluição vai chegar a níveis “muito graves” com concentrações de partículas PM 2,5 (as mais perigosas) até 300 microgramas por metro cúbico (a Organização Mundial de Saúde recomenda um nível máximo de 25).

 

As previsões para a região do nordeste apontam para que no domingo chegue uma frente fria que disperse a neblina e a poluição.

 

A emissão dos alertas é acompanhada por diferentes níveis de restrições para o trânsito, escolas, atividade das indústrias ou obras de construção.

 

Um relatório divulgado na segunda-feira refere que muitas empresas ignoram estas medidas e prosseguem a sua atividade normalmente.

 

com Lusa

horadoplaneta às 11:20 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 02.01.17

Pekin iha alerta laranja to'o loron-kinta tanba poluisaun

Pekin sei iha alerta laranja tanba poluisaun to'o loron-kinta madrugada, fó sai ona hosi autoridade sira hosi kapital xineza iha loron-segunda ne'e. 

 


Alerta ne'e mosu iha loron-sesta no Pekin hadeer iha loron-segunda ne'e ho lalehan azul no ladún iha abun-abun tanba ár malirin ne'ebé mai hosi norte, maibé previzaun sira hatudu katak nível konsentradu sira poluisaun nian sei fila iha loron-tersa no loron-kuarta.

 

Poluisaun maka'as ne'ebé taka nordeste Xina iha loron hirak ikus ne'e obriga ona kanselamentu ba semo aviaun hamutuk 309 iha loron-domingu no taka ona autoestrada sira iha sidade portuáriu Tianjin (iha leste Pekin nian).

 

Alerta laranja implika atu iha bandu iha tránzitu (bele la'o de'it karreta sira iha loron alternadu sira, tuir númeru matríkula nian), bainhira populasaun hetan konsellu hodi hakmatek iha uma, liuliu ba labarik sira no katuas-ferik sira.

 

Fábrika sira no estaleiru sira ne'ebé halo liu poluisaun hamenus ka interompe produsaun, bainhira atividade sira ne'ebé halo eskola sira iha ár livre kansela tiha ona.

 

Tuir norma, alerta laranja hanesan alerta ida ne'ebé aas liu hosi eskala ida to'o haat.

 

Sidade xineza hamutuk 24 hahú tinan 2017 ho alerta mean, alerta ne'ebé aat liu, tanba poluisaun atmosfériku ne'ebé aas tebes.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 15:37 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Português descobre na Gronelândia um dos primeiros animais Atlântico primitivo

Portugés deskobre iha Gronelándia animal dahuluk ida hosi Atlántiku primitivu. Haree vídeo tuirmai ne'e:

 

 

Vídeo@ Agência Lusa

horadoplaneta às 14:31 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 14.12.16

Ártico bate recordes de calor entre outubro de 2015 e setembro de 2016

O Ártico bateu recordes de calor no período de 12 meses terminado em setembro, quando o ar quente desencadeou uma fusão massiva de gelo e neve e atrasou o gelo do inverno, divulgaram cientistas na terça-feira. 

 

 

A avaliação lúgubre foi feita no relatório sobre o Ártico relativo a 2016, um documento revisto por outros cientistas que não os seus autores, feito por 61 cientistas de todo o mundo, que é publicado pela agência governamental dos EUA para a Atmosfera e os Oceanos (NOAA, na sigla em Inglês).

 

O documento cobre o período de outubro de 2015 a setembro de 2016, um período em que “a temperatura média anual sobre as áreas terrestres (do Ártico) foi a maior desde que há registos”, como se salientou.

 

“Raramente se viu o Ártico evidenciar um tão claro, forte ou acentuado sinal de persistente aquecimento e os seus efeitos em cascada no ambiente do que este ano”, afirmou Jeremy Mathis, diretor do programa de investigação sobre o Ártico que está a ser desenvolvido na NOAA.

 

A região do Ártico continua a aquecer a uma velocidade que é o dobro da do resto do planeta, que também deve ter em 2016 o ano mais quente dos tempos modernos.

 

Os cientistas climáticos disseram que as razões para o aumento da temperatura incluem a queima dos combustíveis fósseis, que emite gases com efeito de estufa para a atmosfera, bem como a tendência de aquecimento do oceano associada ao El Niño, que terminou em meados do ano mas exacerbou o aquecimento.

 

A temperatura média anual do Ártico em terra supera em 3,5 graus Celsius (ºC) a registada em 1900.

 

A temperatura da superfície do mar no pico do verão, em agosto de 2016, esteve 5ºC acima da média do período 1982-2010 nos mares de Barents e Chukchi, bem como nas costas leste e oeste da Gronelândia.

 

com Lusa

horadoplaneta às 21:56 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Bispo Ximenes Belo alerta para o desaparecimento de fauna e flora em Timor-Leste

O bispo católico timorense Ximenes Belo alertou hoje em Coimbra para o desaparecimento de fauna e flora em Timor-Leste, onde encontra "montanhas e colinas que apresentam um aspeto de desolação e tristeza". 

 

Uma andorinha em Tibar, Timor-Leste. Fotografia tirada e cedida pelo António Casais ao SAPO Timor-Leste

 

O bispo sublinhou que "o meio ambiente timorense está sujeito a uma contínua depauperação", observando o desaparecimento de matagais de "sândalo, teca, palavão preto e palavão branco e de outras árvores preciosas", bem como de aves como "o makikit, a cacatua, o manu metan".

 

O homem tem feito "desaparecer vegetações luxuriantes nos últimos 50 anos", vincou Ximenes Belo, que discursava num evento dinamizado pela Universidade de Coimbra que evocava os 20 anos do Prémio Nobel da Paz, que o bispo timorense recebeu conjuntamente com José Ramos-Horta.

 

"É o território que fica mais pobre na sua fauna e na sua flora", frisou, registando as "queimadas contínuas" no seu país, que levam a que as montanhas e colinas apresentem "um aspeto de desolação e tristeza".

 

Durante o discurso, o bispo timorense apelou à "participação internacional e sobretudo aos países da língua portuguesa" para apoiar o povo timorense "na preservação do seu meio ambiente".

 

Olhando para os 16 anos de independência, Ximenes Belo salientou que a o processo permitiu aos timorenses poderem "gozar de calma, de liberdade, de democracia".

 

Houve um "fortalecimento da economia", na ausência de "abusos de direitos humanos, prisões arbitrárias ou torturas", que marcavam o passado de ocupação indonésia, notou.

 

"As autoridades estão empenhadas em melhorar a situação económica do povo timorense", sublinhou, considerando que é preciso continuar a "unir forças e vontades" para se continuar o processo de construção de uma nação "pacífica, solidária, progressiva e justa".

 

"Timor: Imagens e palavras que mudaram o mundo" é uma iniciativa da Universidade de Coimbra que organizou até hoje um conjunto de eventos dedicados ao tema, assinalando os 25 anos do massacre de Santa Cruz e os 20 anos do Nobel da Paz atribuído a Ximenes Belo e José Ramos-Horta.

 

com Lusa

horadoplaneta às 10:39 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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