Terça-feira, 28.06.16

Dois pandas gigantes nascem pela primeira vez em Macau

Panda ho rasa boot rua moris ba dala uluk iha Makau 

 

horadoplaneta às 11:08 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 03.06.16

Kompetisaun Mundial vídeo #Film4Climate

Kompetisaun Mundial vídeo #Film4Climate aprezentadu iha Festival Cannes 2016 iha Plage Royale hosi diretora Connect4Climate Lucia Grenna. 

 

 

Konferénsia hetan prezensa hosi parseiru sira hosi inisiativu hodi ko'alia kona-bá kolaborasaun foun sira ne'ebé hakarak halo produsaun sinematográfiku sustentável ida. Liuhosi kolaborasaun internasional, parseiru sira hosi indústria sinematográfiku hakarak aumenta espozisaun no apoiu ba filmi sira ne'ebé ko'alia kona-ba kestaun alterasaun klimátiku sira nian.

 

Inisiativu sinematográfiku ne'e apoia konkretizasaun hosi objetivu 13 hosi Objetivu sira Dezenvolvimentu Sustentável ONU nian, hodi alerta ba nesesidade urjente hosi asaun hodi kombate alterasaun klimátiku sira.

 

Kompetisaun

 

Kompetisaun Mundial vídeo #Film4Climate konvida joven realizadór sira hosi mundu tomak hodi hatudu nia hanoin ba futuru sustentável ida liuhosi vídeo ida ne'ebé foka ba asaun klimátiku sira, hanesan objetivu 13 hosi Objetivu sira Dezenvolvimentu Sustentável hosi ONU nian. Vídeo tenki destaka ema sira ka komunidade sira hodi hala'o asaun hodi trava alterasaun klimátiku, oferese solusaun sira no inspira mudansa pozitivu ida ne'ebé kombate alterasaun klimátiku sira no nia impaktu sira.

 

Realizadór sira hetan korajen hodi esplora narativu pesoal ne'ebé analiza kestaun fundamental sira hanesan:

  • Saida maka signifikadu hosi alterasaun klimátiku ba ó?
  • Asaun saida maka ha'u halo hodi hamenus avansu hosi akesimentu global?
  • Saida maka ha'u nia mensajen ba mundu kona-bá asaun klimátiku?

 

Filmi sira tenki iha minutu lima hodi bele kualifikadu. Kompetisaun sei nakloke ba sineasta sira no aspirante sira ne'ebé iha tinan entrre 14-35. Vídeo sira tenki haruka to'o loron 15 Setembru 2016.

 

Atu hatene liu kona-ba regra sira kompetisaun no rekerimentu sira, vizita: connect4climate.org

 

 

@SAPO Timor-Leste

horadoplaneta às 17:06 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Competição Mundial de vídeo #Film4Climate

Competição Mundial de vídeo #Film4Climate foi apresentada no Festival de Cannes 2016 na Plage Royale pela directora do Connect4Climate Lucia Grenna. 


 

A conferência contou com a presença de parceiros da iniciativa a fim de se discutirem futuras colaborações que pretendem tornar a produção cinematográfica sustentável. Através de uma colaboração internacional, os parceiros da indústria cinematográfica desejam aumentar a exposição e o apoio a filmes que abordam a questão das alterações climáticas.

 

Esta iniciativa cinematográfica apoia a concretização do objectivo 13 de Objectivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, alertando para a necessidade urgente de acção para combater as alterações climáticas.

 

A competição

 

A Competição Mundial de vídeo #Film4Climate convida jovens realizadores de todo o mundo a expressarem a sua visão de um futuro sustentável, através de um vídeo que foque as acções climáticas, o 13 objectivo dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. O vídeo deverá enfatizar o que os indivíduos e as comunidades estão a realizar para despoletar acção, oferecer soluções e inspirar uma mudança positiva que combata as alterações climáticas e os seus impactos.

 

Os realizadores são encorajados a explorar uma narrativa pessoal que analisa questões fundamentais como:

  • O que é que alterações climáticas significa para ti?
  • Que acções estou a implementar para mitigar o avanço do aquecimento global?
  • Qual é a minha mensagem para o mundo sobre a acção climática?

 

Os filmes deverão ter até cinco minutos para serem qualificados. A competição está aberta a cineastas e aspirantes entre os 14 e os 35 anos. Os vídeos devem ser submetidos até 15 de Setembro 2016.

 

Para saber mais sobre as regras da competição e os requerimentos, visite: connect4climate.org

 

 

@SAPO Timor-Leste

horadoplaneta às 16:44 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 02.06.16

Salvar Grande Barreira de Coral exige 11.571 milhões de dólares em 10 anos

Melhorar a qualidade da água na Grande Barreira de Coral, no noroeste da Austrália, exige 11.571 milhões de dólares (10.336 milhões de euros) na próxima década, segundo um estudo governamental divulgado hoje. 

 

Foto: AIMS Austrália and New Zealand Out/EPA


Segundo o canal australiano ABC, os valores integram um estudo realizado por um grupo de peritos em qualidade da água e economia que, por falta de tempo, não foi incluído num relatório sobre a Grande Barreira divulgado na semana passada.

 

O governo do primeiro-ministro Malcolm Turnbull destinou um fundo adicional de mais 124 milhões de dólares (110 milhões de euros) para o orçamento do ano financeiro que começa a 01 de julho.

 

O Partido Trabalhista, que quer vencer as eleições de 2 de julho, prometeu 254 milhões de dólares (227 milhões de euros) para salvar a Grande Barreira, declarada Património Mundial e que enfrenta a maior crise de branqueamento de corais da sua história.

 

A maior ameaça à qualidade das águas na Grande Barreira vem dos pesticidas, dos sedimentos, que bloqueiam a luz solar, e do excesso de nutrientes, como o nitrogénio, que tornam os corais mais vulneráveis ao branqueamento.

 

A saúde da Grande Barreira, que conta com 400 tipos de corais, 1.500 espécies de peixes e 4.000 variedades de moluscos, começou a deteriorar-se na década de 1990 devido ao duplo impacto do aumento da temperatura e da acidez da água do mar.

 

com Lusa

 

horadoplaneta às 15:49 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Tulun Great Barrier Reef presiza dolár millaun 11.571 iha tinan 10 nia laran

Hadi'a kualidade bee nian iha Great Barrier Reef, iha noroeste Austrália nian, presiza dolár millaun 11.571 (ka euro millaun 10.336) iha dékada tuirmai, haktuir estudu hosi governu ne'ebé fó sai iha loron-kinta ne'e. 



Foto: AIMS Austrália and New Zealand Out/EPA


Tuir kanal australianu ABC, folin sira integra iha estudu ida ne'ebé hala'o hosi grupu matenek-na'in sira iha kualidade bee no ekonomia nian ne'ebé, tanba laiha tempu, la tama iha relatóriu ida kona-bá Great Barrier Reef ne'ebé fó sai iha semana liubá.

 

Governu hosi primeiru-ministru Malcolm Turnbull haruka ona fundu adisional ida ho osan dolár millaun 124 (euro millaun 110) ba orsamentu finanseiru tinan nain ne'ebé hahú iha loron 01 Jullu.

 

Partidu Traballista, ne'ebé hakarak manán eleisaun sira iha loron 02 Jullu, promete ona dolár millaun 254 (euro millaun 227) hodi salva Great Barrier Reef ne'ebé deklara hanesan Patrimóniu Mundial no hasoru krizi boot brankeamentu koral sira iha nia istória.

 

Ameasa boot ba kualidade bee nian iha Great Barrier Reef mai hosi pestisida sira, hosi depózitu sira, ne'ebé taka naroman loron nian no exesu hosi nutriente sira hanesan nitrojéniu ne'ebé halo koral sira sai fraku hasoru brankeamentu.

 

Saúde hosi Great Barrier Reef, ne'ebé iha espésie hosi koral hamutuk 400, espésie hosi ikan 1.500 no molusku sira ho variedade hamutuk 4.000, hahú hetan estraga iha dékada 1990 tanba duplu impaktu hosi aumentu temperatura nian no tasi-been ne'ebé siin.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 15:44 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 18.04.16

Imagem da Lua e Mercúrio alinhados sobre o Tejo é distinguida pela NASA

O astrofotógrafo Miguel Claro viu, mais uma vez, o seu trabalho distinguido pela NASA, que escolheu a imagem "Earthsine no perigeu e Planeta Mercúrio sobre a cidade de Lisboa" para fotografia do dia no site da iniciativa APOD.

 

Imagem: Miguel Claro

 

A imagem, datada de 8 de abril, mostra a Lua crescente no perigeu, ou seja, no ponto mais próximo da Terra, alinhada com o planeta Mercúrio (um ponto luminoso que se vê à direita), separados por apenas 6 graus. Neste dia, apenas 3% do disco lunar estava iluminado pela luz do sol, o que, de acordo com a explicação no site de Miguel Claro, permite mostrar perfeitamente o fenómeno do earthshine - o brilho ténue que cobre a parte não iluminada da Lua, e que na verdade é luz reflectida a partir da Terra. Este fenómeno foi descrito pela primeira vez por Leonardo da Vinci, há 500 anos.

 

A imagem foi captada a partir do Barreiro, a 8,5 km de Lisboa, com uma lente telescópica. Sobre a escolha para Astronomy Picture Of the Day (APOD), comenta o fotógrafo Miguel Claro: "É sempre uma enorme honra ter uma imagem publicada na NASA, sendo que ela é comentada e escolhida por dois astrónomos profissionais que são muito exigentes e meticulosos na selecção de entre tantas submissões que recebem diariamente dos quatro cantos do mundo.

 

A imagem tem de ser esteticamente apelativa, mas ter ainda conteúdo científico e educativo. Só há 365 imagens escolhidas de todo o mundo ao longo de um ano, e entre as escolhas encontram-se imagens captadas desde observatórios profissionais até ao próprio Hubble. Esta é a minha 10ª APOD desde 2007. A minha surpresa recaiu sobretudo no facto de após ter sido publicada recentemente a imagem do "Arco-Íris de Airglow" dos Açores, no Pico, no passado mês de Março, e que acabou por correr o mundo, ter tido novamente a agradável oportunidade de levar à NASA e além fronteiras os céus de Portugal, da nossa capital, de Almada e do Barreiro, local onde a fotografia foi captada e que permitiu esta visão privilegiada desde a margem sul à margem lisboeta.

 

Miguel Claro é o astrofotógrafo oficial do Dark Sky Alqueva, o primeiro destino turístico do mundo certificado como Starlight Tourism Destination, situado ao largo do grande Lago do Alqueva. O projecto já deu origem a um livro. Pode ver imagens do Dark Sky Alqueva nesta galeria. Pode acompanhar o trabalho de Miguel Claro no site ou na página de facebook Astroarte.

 

Fonte: SAPO PT

horadoplaneta às 16:23 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 04.04.16

Tempestade hamosu problema sira iha Díli ho ai-hun barak monu no laiha eletrisidade

Tempestade maka'as ida ho anin ho udan maka'as ne'ebé akontese la to'o minutu 30 hamosu problema oioin durante loron-segunda loraik ne'e iha Díli ho ai-hun sira monu hodi hamate ahi iha pontu oioin iha kapitál timoroan nian. 

 

Foto: António Casais

 

Laiha relatu ba vítima sira tanba tempestade ne'ebé akontese iha loron-segunda loraik iha oras lokal.

 

Ekipa hosi Eletrisidade sira Timor-Leste nian (EDTL) iha loraik ne'e tenta rekupera ligasaun oioin ne'ebé mate tanba ai-hun sira ne'ebé monu, hanesan akontese iha Avenida de Portugal, besik delegasaun Lusa nian.

 

Ai-hun barak monu besik iha Palásiu Governu, iha bairu Lecidere no iha sentru sidade nian, hamosu ahi mate iha tempu naruk.

 

"Iha problema barak iha fatin oioin iha sidade", hatete hosi fonte EDTL nian ba Lusa hodi esplika katak iha ekipa sira ne'ebé serbisu hela.

 

Ai-hun ida monu kona iha karreta ida ne'ebé para iha bairu farol ho ahi mate iha fatin oioin iha kapital timoroan nian.

 

Bee nakonu iha fatin oioin , inklui besik iha Embaixada Xina no Japaun nian no iha edifísiu CPLPnian, iha Parlamentu Nasional nia oin no besik iha Palásiu Prezidente Repúblika nian, ho mota ki'ik sira lori foer tonelada resin ba tasi-ibun no ba tasi.

 

Fonte sira hosi Timor Telecom konfirma ba Lusa katak tempestade la hamosu problema sira ba nia infraestrutura, maski interompe tiha durante tempu badak sinal hosi satelit nian.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 16:13 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Tempestade causa problemas em Díli com árvores caídas e cortes de luz

Uma forte tempestade com rajadas de vento forte e chuva intensa durante menos de 30 minutos causou vários problemas durante a tarde de hoje em Díli com árvores derrubadas a cortar a luz em vários pontos da capital timorense. 

 

Foto: António Casais

 

Não há relatos de vítimas devido à tempestade, que ocorreu ao início da tarde, hora local.

 

Equipas da Eletricidade de Timor-Leste (EDTL) estavam a meio da tarde a tentar recuperar várias ligações cortadas devido à queda de árvores, como ocorreu na Avenida de Portugal, próxima da delegação da Lusa.

 

Árvores caíram ainda próximo do Palácio do Governo, no bairro de Lecidere e no centro da cidade, causando prolongados cortes de luz. "Há muitos problemas em vários locais da cidade", disse à Lusa fonte da EDTL explicando que há algumas equipas a trabalhar.

 

Uma árvore caiu em cima de um carro estacionado no bairro do farol com os cortes de luz a sentirem-se em vários pontos da capital timorense.

 

Em vários locais, incluindo próximo das Embaixadas da China e do Japão e do edifício da CPLP, em frente ao Parlamento Nacional e próximo do Palácio do Presidente da República estavam inundadas, com as ribeiras a transportar toneladas de lixo para as praias e mar.

 

Fontes da Timor Telecom confirmaram à Lusa que a tempestade não causou quaisquer problemas à sua infraestrutura, apesar de ter interrompido, durante um curto espaço de tempo o sinal de satélite.

 

com Lusa

horadoplaneta às 15:45 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Populasaun kosteira oriental sira maka afetadu liu ho El Niño iha Timor-Leste

Populasaun hosi zona kosteira sira hosi distritu timoroan sira nian iha Lautem ho Viqueque maka agora daudaun afetadu liu tanba impaktu hosi fenómenu El Niño iha Timor-Leste, ho risku aas ba falta hahán, haktuir relatóriu ida. 


EPA@ António Amaral

 

Relatóriu ikus hosi organziasaun Seeds of Life, ne'ebé monitoriza hela impaktu hosi fenómenu El Niño, refere katak rejiaun sira ne'e iha situasaun emerjénsia no "tenki iha asisténsia lalais".

 

Iha tempu hanesan estudu rekomenda monitorizasaun iha illa Ataúro no iha enklave Oecusse, liuliu iha zona kosteira sira, tanba kolleita ne'ebé ladún iha.

El Niño hanesan naran ne'ebé fó ba padraun klimátiku ida ne'ebé asosiadu ho perídu naruk hosi akesimentu iha Pasífiku tropikál sentrál no oriental.

 

Fenómenu sira El Niño maka hanesan alterasaun sira hosi fulan 12 no 18 iha distribuisaun ba temperatura hosi superfísie bee nian iha Oseanu Pasífiku, ne'ebé iha efeitu sira iha meteorolojia rejiaun nian.

 

Espesialista sira refere katak fenómenu iha tinan ne'e - ida ne'ebé rejista maka'as liu - hahú iha fulan-Maiu tinan liubá, ho intensidade ida entre "moderadu no forte" no karik sei dura to'o tinan 2016 nia klaran.

 

Iha kazu Timor-Leste nian, fenómenu halo udan to'o tarde no besik hotu ona hodi hamosu susar ba agrikultór sira nasaun nian, liuliu iha parte kuda hare no batar no problema hahán ba família barak.

 

Relatóriu ikus hamutuk hosi organizasaun sira hanesan Care, Caritas, Oxfam, PLAN ho World Vision, haree, hanesan ezemplu, katak 62% hosi inkiridu sira hato'o katak udan ladún tau, ho 26% tenki muda nia fonte primáriu no tersu rua tenki ba fonte bee nian ne'ebé laiha protesaun (mota ka bee-lihun).

 

70% resin hatete katak laiha bee ba sira nia kultura no 44% esplika katak iha dieta ne'ebé maka'as liu duké hanesan baibain, ho metade refere ba diminuisaun ida iha númeru refeisaun.

 

Bainhira kuda hare no batar la hetan udan-been sai hanesan problema iha fatin balun, udan boot senti iha zona prinsipál balun iha foho sira nian ne'ebé hanesan fatin agríkola, hanesan problema ida ba diminuisaun hosi modo-tahan sira, ho agrikultór barak maka kesar kona-bá bee-sa'e no destruisaun iha sira nia produsaun.

 

Peter Dougan hanesan responsável hosi empreza FarmPro ne'ebé serbisu hamutuk ho agrikultór na'in 60 resin hosi zona sira Ermera no Bobonaro, hodi fornese modo-tahan ba supermerkadu prinsipál sira, hotel sira no restaurante sira iha Díli, semana ida dala rua.

 

Nia esplika katak, tinan-tinan, iha tempu ne'e, baibain verifika falta balun iha modo-tahan, ho udan ne'ebé maka'as estraga no hamenus produsaun hosi brókolu sira, kouve xineza (bok choi), kouve-flor, alfase ka tomate.

 

Situasaun "normal" ida maibé, nia insisti katak, bele hahú koriji ho estratéjia sira hodi hasoru ho époka udan nian, liuliu produsaun metin sira ne'ebé hahú halo iha fatin balun iha nasaun laran maibé la to'o ba merkadu.

 

"Produtór sira modo-tahan nian hasoru susar beibeik bainhira udan tau maka'as. Bee-sa'e ka tahu ne'ebé estraga produsaun sira. Sira ne'ebé hahú moris hetan atake hosi moras ka insetu", nia eplika ba Lusa.

 

"Prudutu sira ne'ebé gosta udan hanesan berinjela ka kanku moris di'ak maibé sira seluk iha difikuldade", nia hatete.

 

Ne'e bele haree ona iha supermerkadu sira iha Díli ne'ebé iha aumenta hosi konsumidór sira no ladún iha oferta hodi halo prateleira sira modo-tahan oioin mamuk tebes.

 

Loja ida ne'ebé Lusa vizita iha loron-segunda ne'e iha de'it kouve roxa ho lakeru. "Tenki dezenvolve estratéjia foun sira hodi hasoru époka udan sira ne'ebé hanesan fenómenu ida iha tinan-tinan", hatete hosi Peter Dougan.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 15:39 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Populações costeiras orientais são as mais afetadas pelo El Niño em Timor-Leste

As populações das zonas costeiras dos distritos timorenses de Lautem e Viqueque são atualmente as mais afetadas pelo impacto do fenómeno do El Niño em Timor-Leste, com risco elevado de falta de alimentos, segundo um relatório.


EPA@ António Amaral

 

O último relatório da organização Seeds of Life, que tem vindo a monitorizar o impacto do fenómeno El Niño, refere que estas regiões estão numa situação de emergência e "requerem assistência imediata".

 

Paralelamente o estudo recomenda monitorização da ilha de Ataúro e do enclave de Oecusse, especialmente nas suas zonas costeiras, devido a menores colheitas.

 

O El Niño é o nome dado a um padrão climático associado a um longo período de aquecimento no Pacífico tropical central e oriental.

 

Os fenómenos El Niño são alterações de entre 12 e 18 meses na distribuição da temperatura da superfície da água do Oceano Pacífico, que têm efeitos na meteorologia da região.

 

Especialistas referem que o fenómeno deste ano - um dos três maiores já registados - começou em maio do ano passado, com uma intensidade entre "moderada e forte", e deverá prolongar-se pela primeira metade de 2016.

 

No caso de Timor-Leste o fenómeno adiou o começou da estação das chuvas, que está quase a terminar, causando dificuldades a muitos dos agricultores do país, especialmente nas culturas de arroz e milho e problemas alimentares para muitas famílias.

 

O último relatório conjunto das organizações Care, Caritas, Oxfam, PLAN e World Vision, nota, por exemplo, que 62% dos inquiridos reportaram chuvas abaixo da média, com 26% a terem que mudar a sua fonte primária e dois terços a recorrerem a fontes de água não protegida (rio ou lagoa).

 

Cerca de 70% dizem não ter água para as suas culturas e 44% explica estar com uma dieta ainda mais restrita do que o normal, com mais de metade a referir uma redução no número de refeições.

 

Se nas culturas do arroz e do milho a falta de chuva foi e é um problema em alguns locais, as chuvas mais intensas que se têm feito sentir em algumas das principais zonas montanhosas agrícolas, são um problema para a produção de verduras e legumes, com muitos agricultores a relatarem cheias e a destruição da sua produção.

 

Peter Dougan é o responsável da empresa FarmPro que trabalha com cerca de 60 agricultores das zonas de Ermera e Bobonaro, fornecendo verduras e legumes aos principais supermercados, hotéis e restaurantes de Díli, duas vezes por semana.

 

Anualmente, por esta altura, explica, é comum que se verifiquem algumas carências de verduras, com as chuvas intensas a danificarem e a reduzirem produção de brócolos, couve chinesa (bok choi), couve-flor, alface ou tomate.

 

Uma situação "normal" mas que, insiste, pode começar a ser corrigida com estratégias para lidar com a época das chuvas, nomeadamente produções cobertas que começam a ser feitas em alguns pontos do país mas são ainda insuficientes para o mercado.

 

"Os produtores de verduras debatem-se sempre por esta altura com demasiada chuva. Inundações ou lama que destrói as produções. Algumas das que crescem são depois atingidas por insetos ou doenças", explicou à Lusa.

 

"Produtos que gostam de chuva, como a beringela ou o kancun (variedade local de espinafre), dão-se bem, mas os outros têm grandes dificuldades", explicou.

 

Isso nota-se já nos supermercados de Díli onde o aumento dos consumidores e a menor oferta deixou as prateleiras de verduras e legumes de vários completamente vazias.

 

Num deles, visitado hoje pela Lusa, só havia à venda couve roxa e abóbora. "É preciso desenvolver novas estratégias para lidar com a época das chuvas que é um fenómeno anual", disse Peter Dougan.

 

com Lusa

horadoplaneta às 14:32 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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