Quarta-feira, 08.11.17

Parlamentu mosambikanu ratifika Akordu Paris kona-ba mudansa klimátiku

Asembleia Repúblika Mosambike nian ratifika ona iha loron-kuarta ne'e Akordu Paris kona-ba mudansa klimátiku ne'ebé maka nasaun asina ona durante Konferénsia ONU nian ne'ebé hala'o iha 2015, ne'ebé koñesidu ho naran COP 21. 

 

 

Prezidente hosi Asembleia Repúblika, Verónica Macamo, fó sai ona katak ratifikasaun ne'e halo ho konsensu no aklamasaun entre Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partidu iha poder, Rezisténsia Nasional Mosambikanu (Renamo), partidu prinsipal opozisaun nian no Movimentu Demokrátiku Mosambike nian (MDM).

 

COP21 defini objetivu sira hodi hamenus efeitu sira hosi mudansa klimátiku nian.

 

Iha sesaun loron-kuarta nian, parlamentu mosambikanu nain ratifika ona Konvensaun hosi Uniaun Afrikanu kona-ba Protesaun ba Ema Deslokadu sira, no mós ho konsensu no aklamasaun.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 15:55 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Parlamento moçambicano ratifica Acordo de Paris sobre mudanças climáticas

A Assembleia da República de Moçambique ratificou hoje o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas que o país assinou durante a Conferência das Nações Unidas realizada em 2015, conhecida por COP 21. 

 

 

A presidente da Assembleia da República, Verónica Macamo, anunciou que a ratificação foi feita por consenso e aclamação entre a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição, e Movimento Democrático de Moçambique (MDM).

 

A COP21 definiu metas para a redução dos efeitos das mudanças climáticas.

 

Ainda na sessão de hoje, o parlamento moçambicano ratificou a Convenção da União Africana sobre Proteção das Pessoas Deslocadas, também por consenso e aclamação.

 

Lusa

horadoplaneta às 15:42 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 30.10.17

ONU: Dióksidu karbonu iha atmosfera to'o nível rekord iha 2016

Konsentrasaun hosi dióksidu karbonu (CO2) iha atmosfera responsável ba alterasaun klimátiku sira to'o ona nível rekord ida iha tinan 2016, fó sai hosi Organizasaun Mundial Meteorolojia, ne'ebé alerta ba possibilidade "aumentu perigozu hosi temperatura". 

 

 

"Ba dala ikus ne'ebé maka Rai rejista ona proporsaun ida hosi dióksidu karbonu hanesan maka iha tinan millaun tolu to'o millaun lima liubá: temperatura iha tempu ne'ebá maka 2º to'o 3º C [Celsius] aas liu no nível tasi nian iha tempu ne'ebá aas liu iha metru 10 no metru 20 relativu ho tempu atuál", refere hosi ajénsia ONU nian iha nia boletim anual kona-ba gás sira ho efeitu estufa nian.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 11:13 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

ONU: Dióxido de carbono na atmosfera atinge nível recorde em 2016

As concentrações de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera responsáveis pelas alterações climáticas atingiram um nível recorde em 2016, anunciou hoje a Organização Mundial de Meteorologia, que alerta para uma possível "subida perigosa da temperatura".



 

"A última vez que a Terra registou um teor de dióxido de carbono comparável foi há três a cinco milhões de anos: a temperatura era 2º a 3ºC [Celsius] mais elevada e o nível do mar era superior em 10 a 20 metros relativamente ao atual", refere a agência das Nações Unidas, no seu boletim anual sobre gases com efeito de estufa.

 

Lusa

horadoplaneta às 10:44 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 16.10.17

Loron Mundial Alimentasaun 2017 nian

Tinan-tinan selebra Loron Mundial Alimentasaun nian iha loron 16 Outubru. 

 

 

Loron 16 Outubru marka loron hosi fundasaun ba Organizasaun ONU nian ba Alimentasaun no Agrikultura, iha tinan 1945.

 

Selebrasaun ba Loron Mundial Alimentasaun nian estabelese iha fulan-Novembru tinan 1979 hosi nasaun membru sira iha Konferénsia ba dala 20 hosi ONU ba Alimentasaun no Agrikultura. Iha loron ne'e hala'o atividade oioin relasionadu ho nutrisaun ho hahán, ho partisipasaun hosi nasaun 150 resin. Atividade sira hotu no informasaun sira seluk bele hetan iha site FAO nian.

 

Iha 2017, tema hosi Loron Mundial Alimentasaun nian maka: "Muda Futuru Migrasaun nian: Investe iha Seguransa Alimentar ho Dezenvolvimentu Rural".

 

 

@SAPO Timor-Leste

horadoplaneta às 15:14 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Dia Mundial da Alimentação 2017

O Dia Mundial da Alimentação celebra-se anualmente a 16 de outubro. 



 

O dia 16 de outubro marca o dia da fundação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, em 1945.

 

A celebração do Dia Mundial da Alimentação foi estabelecida em novembro de 1979 pelos países membros na 20ª Conferência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. Neste dia realizam-se muitas atividades relacionadas com a nutrição e a alimentação, com a participação de cerca de 150 países. Todos as atividades e informações podem ser encontradas no site FAO.

 

Em 2017 o tema do Dia Mundial da Alimentação é: "Mudar o Futuro da Migração: Investir em Segurança Alimentar e Desenvolvimento Rural".

 

 

@SAPO Timor-Leste

horadoplaneta às 14:04 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 12.10.17

ONU: Tinan-tinan dezastre natural sira halo ona ema millaun 14 resin deslokadu

Dezastre natural maka'as ne'ebé tinan-tinan afeta zona oioin iha mundu halo deslokamentu forsadu ba ema millaun 13,9, hatete hosi relatóriu hosi ajénsia ONU hodi Hamenus Risku sira Dezastre nian (UNISDR) iha loron-kuarta ne'e. 

 

 

Ho baze hosi métodu foun ida análize nian, relatóriu foun hosi UNISDR avalia ona informasaun sira relasionadu ho nasaun no teritóriu hamutuk 204 no konklui ona katak númeru ema deslokadu sira iha nível mundial sei aumenta nafatin, liuliu iha nasaun fraku sira, bainhira laiha progresu maka'as iha área sira prevensaun nian no hosi jestaun risku nian.

 

Estudu hosi ajénsia ONU nian, ne'ebé la inklui rai-maran ho aumentu hosi nível tasi nian tanba hanesan fenómenu natural sira hosi progresaun neineik, aponta ona ba inundasaun sira, ne'ebé nia frekuénsia aumenta iha nível mundial, hanesan dezastre natural ne'ebé hamosu deslokadu maka'as.

 

Maski hosi relasaun ne'ebé estabelese entre fenómenu natural sira ne'ebé maka'as tebes no deslokamentu forsadu hosi populasaun sira, responsável hosi estudu, Justin Ginnetti, realsa katak movimentasaun boot sira ne'e iha mós ligasaun ba falta governabilidade, ba kiak, ba diminuisaun hosi ekosistema sira no ba dezenvolvimentu urbanu ida ne'ebé konfuzu.

 

Furakaun ho siklone oioin, iha fulan hirak ikus ne'e, halo ona ema mate barak no halo estraga iha Caraíbas no iha Estadus Unidus. Hetan mós rekord ida hosi inundasaun iha nasaun sira hanesan Índia, Nepal ho Bangladexe.

 

Nasaun ualu hosi nasaun sanulu ne'ebé iha númeru boot deslokadu sira nian ka iha ema sira ne'ebé lakon uma tanba dezastre natural sira agora daudaun lokaliza iha súl no sudeste Ázia nian.

 

Tuir númeru sira ne'ebé aprezenta hosi UNISDR, Índia rejista ema deslokadu hamutuk millaun 2,3, tuir Xina (millaun 1,3) ho Bangladexe (millaun 1,2).

 

Lista hosi nasaun sanulu ne'e mós komposta hosi Vietname (millaun ida), Filipina (rihun 720), Birmánia (rihun 570), Pakistaun (rihun 460), Indonézia (rihun 380), Rúsia (rihun 250) ho Estadus Unidus (rihun 230).

 

ho Lusa

horadoplaneta às 15:39 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

ONU: Desastres naturais provocam quase 14 milhões de deslocados por ano

Os distintos desastres naturais que afetam anualmente várias zonas do mundo provocam o deslocamento forçado de 13,9 milhões de pessoas, indicou ontem um relatório da agência da ONU para a Redução dos Riscos de Desastres (UNISDR). 

 

 

Ao abrigo de uma nova metodologia de análise, o novo relatório da UNISDR avaliou os dados relativos a 204 países e territórios e concluiu que o número de pessoas deslocadas a nível mundial vai continuar a aumentar, nomeadamente nos países mais vulneráveis, caso não existam progressos significativos nas áreas da prevenção e da gestão de riscos.

 

O estudo da agência das Nações Unidas, que exclui as secas e o aumento do nível do mar por serem fenómenos naturais de progressão lenta, apontou as inundações, cuja frequência está a aumentar a nível mundial, como o desastre natural que provoca mais deslocados.

 

Apesar da relação estabelecida entre fenómenos naturais avassaladores e o deslocamento forçado de populações, o responsável do estudo, Justin Ginnetti, realçou que estas movimentações em massa estão igualmente ligadas à falta de governabilidade, à pobreza, à degradação dos ecossistemas e a um desenvolvimento urbano caótico.

 

Vários furacões e ciclones deixaram nos últimos meses um rasto de morte e de destruição nas Caraíbas e nos Estados Unidos. Também foi atingido um recorde de inundações em países como a Índia, Nepal e Bangladesh.

 

Oito dos dez países com o maior número de deslocados ou de pessoas que ficaram desalojadas por causa de desastres naturais estão localizados no sul e no sudeste da Ásia.

 

De acordo com os números apresentados pela UNISDR, a Índia regista 2,3 milhões de deslocados, seguida da China (1,3 milhões) e do Bangladesh (1,2 milhões).

 

Esta lista de dez países também é composta pelo Vietname (um milhão), Filipinas (720 mil), Birmânia (570 mil), Paquistão (460 mil), Indonésia (380 mil), Rússia (250 mil) e Estados Unidos (230 mil).

 

Lusa

horadoplaneta às 15:11 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 31.08.17

WWF: Deskobre kuaze espésie foun hamutuk 400 iha Amazónia iha tinan rua nia laran

Sientista sira deskobre ona espésie foun hamutuk 381 hosi ai-horis sira no animal sira, inklui lekirauk, golfiñu, anfíbiu sira no réptil sira, iha rejiaun amazóniku iha tinan rua, informa ona iha loron-kuarta ne'e hosi Fundu Mundial ba Natureza (WWF). 

 

 

Espésie foun ida rejistadu ona iha tinan rua dala ida entre Janeiru 2014 no Dezembru 2015, maioria iha área sira konservasaun nian ka zona sira ne'ebé besik.

 

Tuir relatóriu hosi organizasaun ekolojista, deskobre ona iha ai-laran amazóniku ai-horis hamutuk 216, ikan 93, anfíbiu 32, réptil 19, mamíferu 20 - mamíferu rua hanesan fósil - no manu ida.

 

Entre sira ne'ebé maka bolu atensaun maka lekirauk ida, ho ikus naruk mean, hetan iha noroeste estadu Mato Grosso, espésie foun ida ikan golfiñu mota nian, ne'ebé karik hahú mosu iha tinan millaun 2,8 liubá no manu ida ho kanta ne'ebé espesial tebes.

 

Tuir investigador sira, espésie haat rejista ona iha Rezerva Nasional Kobre no sira nia Asosiadu (Renca), ne'ebé iha loron hirak ne'e, sai hanesan objetu ba debate maka'as ida tanba dekretu polémika ida hosi Governu brazileiru ne'ebé loke área liu 47.000 kilómetru kuadradu - área boot ida liu Dinamarka - ba esplorasaun mineira privadu ida.

 

Área ne'e harii iha 1984, situa entre estadu Amapá no estadu Pára, fronteira ho Suriname no Guiana Franseza.

 

Hodi hatán ba krítika sira ne'e, Ezekutivu desidi muda dekretu, maibé justisa federal brazileiru determina ona nia suspensaun, hanesan mós ba "asaun administrativu ruma" ne'ebé hakarak halakon Renca, desizaun ida ne'ebé Brazília sei hakarak halo apelu kontra.

 

Ne'e hanesan edisaun datoluk ba relatóriu, fó sai hosi WWF hamutuk ho Institutu Mamirauá, elabora hosi sientista sanulu resin ne'ebé estuda espésie sira iha rai laran no hasoru ho deskoberta foun sira ho baze hosi informasaun sira ne'ebé iha ona.

 

Entre tinan 2010 no 2013 deskobre ona espésie foun hamutuk 602 no entre 1999 no 2009 númeru aumenta to'o 1.200.

 

Dokumentu destaka ona katak, maski iha esforsu sira iha tinan ikus ne'e, "maibé iha mamuk ida kona-ba koñesimentu kona-ba diversidade loloos Amazónia nian", tanba extensaun hosi teritóriu ka tanba "auzénsia hosi rekursu hodi halo investigasaun sira".

 

WWF hatete fali kona-ba importánsia hodi "aumenta atensaun" ba rejiaun ne'ebé "terus ona tanba impaktu desflorestasaun nian, tanba atividade agropekuáriu no tanba obra boot sira infraestrutura nian, hanesan konstrusaun hidroelétriku no estrada sira".

 

ho Lusa

horadoplaneta às 16:26 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

WWF: Quase 400 novas espécies descobertas na Amazónia em dois anos

Cientistas descobriram 381 novas espécies de fauna e flora, incluindo macacos, golfinhos, anfíbios e répteis, na região amazónica em dois anos, informou na quarta-feira o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês). 

 

 

Uma nova espécie foi registada a cada dois dias entre janeiro de 2014 e dezembro de 2015, a maioria em áreas de conservação ou zonas próximas.

De acordo com o relatório da organização ecologista, foram descobertas na selva amazónica 216 plantas, 93 peixes, 32 anfíbios, 19 répteis, 20 mamíferos - dois deles fósseis - e uma ave.

 

Entre os mais chamativos figura um macaco, com uma longa cauda avermelhada, avistado no noroeste do estado de Mato Grosso, uma nova espécie de golfinho de água doce, que se estima que tenha aparecido há 2,8 milhões de anos, e um pássaro com um canto muito peculiar.

 

Segundo os investigadores, quatro das espécies foram registadas na Reserva Nacional de Cobre e seus Associados (Renca), que tem sido, nos últimos dias, objeto de um intenso debate devido a um polémico decreto do Governo brasileiro que abria essa área de mais 47.000 quilómetros quadrados - uma superfície maior do que a Dinamarca - para a exploração mineira privada.

 

Essa área foi criada em 1984, ficando entre os estados do Amapá e do Pará, fronteiriços com o Suriname e Guiana Francesa.

 

Em resposta à onda de críticas, o Executivo decidiu alterar o decreto, mas a justiça federal brasileira determinou a sua suspensão, bem como a de “qualquer ato administrativo” que procure extinguir a Renca, uma decisão da qual Brasília já anunciou que vai recorrer.

 

Esta é a terceira edição do relatório, divulgada pelo WWF a par com o Instituto Mamirauá, elaborado por dezenas de cientistas que estudaram as espécies no terreno e contrastaram as novas descobertas com as bases de dados existentes.

 

Entre 2010 e 2013 foram descobertas 602 novas espécies, enquanto entre 1999 e 2009 o número escalou até às 1.200.

 

O documento destacou que, apesar dos esforços dos últimos anos, “existe, todavia, uma lacuna em termos de conhecimento sobre a real diversidade da Amazónia”, devido à vasta extensão do território ou à “a ausência de recursos para efetuar investigações”.

 

WWF ressalvou a importância de se “redobrar a atenção” naquela região, que “sofreu o impacto da deflorestação, da atividade agropecuária e de grandes obras de infraestruturas, como a construção de hidroelétricas e estradas”.

 

Lusa

horadoplaneta às 15:48 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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