Quarta-feira, 08.03.17

ONG timoroan hakarak investigasaun kriminal ba peska tubaraun iha bee timoroan nian

Organizasaun timoroan ne'ebé laós governu nian defende ona iha loron-kuarta ne'e investigasaun kriminal ida ba asaun ne'ebé halo hosi ró xinés hamutuk 15 ne'ebé halo operasaun legal iha bee sira nasaun nian maibé kaer, ho dalan ilegal, tubaraun, ne'ebé animal protejidu iha Timor-Leste, hamutuk tonelada 40 resin. 

 

 

Fundasaun Mahein (FM) konsidera katak elementu sira hosi Komisaun Antikorupsaun (CAC) no Polísia Sientífiku hosi Investigasaun Kriminal (PCIC) tenki hamutuk ho ekipa investigasaun ne'ebé Governu harii hafoin Lusa fó sai iha notísia, iha fulan-Fevereiru, kona-ba peska tubaraun ne'ebé halo hosi ró sira hosi empreza xineza Pingtan Marine Enterprise.

 

Iha komunikadu, FM defende mós kriasaun urjente ba Autoridade Marítimu Nasional ida ne'ebé hametin kontrolu hosi rekursu marítimu timoroan sira no ne'ebé serbisu investigasaun kriminal hosi polísia bele halo investigasaun regular sira iha área ne'e.

 

ONG konsidera mós katak Ministériu Agrikultura no Peska tenki dezenvolve polítika sira no fó apoiu nesesáriu hodi dezenvolve área peska no proteje rekursu marítimu sira" nasaun nian.

 

Aleinde refere ba kazu konkretu hosi peska ilegal tubaraun nian ne'ebé halo hosi ró xinés sira, FM hatudu preokupasaun ho atividade sira peska ilegal nian iha bee timoroan sira ne'ebé reprezenta iha tinan hirak ikus ne'e lakon hamutuk dolar millaun 200, kalkula hosi Governu.

 

FM haree katak "falta kapasidade Timor-Leste nian hodi hametin seguransa marítimu no proteje nia rekursu sira sai nafatin hanesan preokupasaun ba líder sira" hosi forsa defeza nian no polísia timoroan nian.

 

FM haree katak tentativa sira ne'ebé halo hodi rezolve problema "bele hamosu liután problema sira duké rezolve", inklui ho atribuisaun ba lisensa sira peska nian ba ró xinés sira ne'ebé halo operasaun iha bee Timor-Leste nian hahú hosi fulan-Novembru tinan liubá.

 

"Durante fulan tolu peska iha kosta súl Timor-Leste nian, empreza ne'e kaer ona ikan tonelada 416, inklui tubaraun tonelada 43,6. Ne'e maski sira hatene katak tubaraun hanesan animal protejidu ida iha Timor-Leste, nune'e indika hanesan predispozisaun ida hodi la halo tuir lei timoroan nian", konsidera hosi FM.

 

Iha fulan-Fevereiru nian rohan, ministru Agrikultura no Peska timoroan nian, Estanislau da Silva, garanti ona katak Governu sei investiga ró xinés hamutuk 15 ne'ebé halo hela operasaun iha Timor-Leste, haree fali kondisaun sira ba lisensa peska komersial sira nian no hametin kontrolu hosi rekursu marítimu nian.

 

"Ami monitoriza nia asaun no haree oinsá no to'o iha ne'ebé sira nia asaun. Governu hatene importánsia hosi rekursu tasi sira nian, ita halo parte hosi triángula ida biodiversidade nian no nune'e ami hakarak atu labele estraga. Ne'e hanesan rekursu úniku ida", afirma hosi Estanislau da Silva iha nia deklarasaun ba Lusa.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 11:31 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

ONG timorense quer investigação criminal a pesca de tubarão em águas timorenses

Uma organização não-governamental timorense defendeu hoje uma investigação criminal à ação de 15 navios chineses a operar legalmente em águas do país mas que pescaram, ilegalmente, mais de 40 toneladas de tubarão, animal protegido em Timor-Leste. 

 

 

A Fundação Mahein (FM) considera que elementos da Comissão Anticorrupção (CAC) e da Polícia Científica de Investigação Criminal (PCIC) devem juntar-se à equipa de investigação criada pelo Governo depois de a Lusa ter noticiado, em fevereiro, a pesca do tubarão pelos navios da empresa chinesa Pingtan Marine Enterprise.

 

Em comunicado a FM defende ainda a criação urgente de uma Autoridade Marítima Nacional que assegure o controlo dos recursos marítimos timorenses e que os serviços de investigação criminal da polícia conduzam investigações regulares a este setor.

 

A ONG considera ainda que o Ministério da Agricultura e das Pescas deve desenvolver políticas e fornecer apoio necessário para desenvolver o sector das pescas e proteger os recursos marítimos" do país.

 

Além de se referir ao caso concreto da pesca ilegal de tubarão pelos navios chineses, a FM mostra preocupação com as atividades de pesca ilegal em águas timorenses que representaram nos últimos anos, estima o Governo, perdas de mais de 200 milhões de dólares.

 

A FM nota que "a falta de capacidade de Timor-Leste assegurar a segurança marítima e proteger os seus recursos sempre foi uma preocupação para os líderes" das forças de defesa e da polícia timorense.

 

Tentativas feitas para resolver o problema, nota a FM, "tenderam a causar mais problemas do que a resolver", incluindo com a atribuição de licenças de pesca aos navios chineses que operam em águas de Timor-Leste desde novembro do ano passado.

 

"Durante três meses de pesca na costa sul de Timor-Leste, esta empresa capturou 416 toneladas de peixe, incluindo 43,6 toneladas de tubarões. Isto apesar de saber que os tubarões são um animal protegido em Timor-Leste, o que indica uma predisposição para ignorar a lei timorense", considera a FM.

 

No final de fevereiro o ministro da Agricultura e Pescas timorense, Estanislau da Silva, garantiu que o Governo vai investigar 15 navios chineses que estão a operar em Timor-Leste, rever as condições das licenças de pesca comerciais e reforçar o controlo dos recursos marítimos.

 

"Estamos a monitorizar a sua ação e a ver onde e como estão a atuar. O Governo sabe da importância dos recursos marinhos, fazemos parte de um triângulo de biodiversidade e de forma alguma queremos que isso seja destruído. Isso é um recurso único", afirmou Estanislau da Silva em declarações à Lusa.

 

com Lusa

horadoplaneta às 10:29 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 23.02.17

ONU apela ba empreza sira no konsumidór sira hodi hamenus plástiku iha tasi

ONU apela ona iha loron-kinta ne'e ba governu sira, empreza sira no konsumidor sira hodi hamenus plástiku sira ne'ebé so'e ba tasi, ne'ebé tinan-tinan hasai tonelada ualu ba foer plástiku sira nian.


Foto@ SAPO Timor-Leste

 

"Hamoos tasi sira" hanesan naran hosi kampaña ne'ebé aprezenta iha loron-kinta ne'e iha World Ocean Summit, ne'ebé hala'u daudaun to'o loron-kinta iha Bali, Indonézia, haktuir hosi komunikadu organizasaun nian.

 

Entre medida sira ne'ebé sujeridu maka hamenus plástiku sira iha embalajen sira no mudansa hahalok hosi konsumidor sira, hodi nune'e to'o tinan 2020 bele halakon fonte boot hosi plástiku sira ne'ebé so'e ba tasi: mikroplástiku sira iha kosmétiku sira no embalajen deskartável sira.

Nasaun sia halo parte ona ba kampãna ne'e, hanesan Indonézia ne'ebé hahú tinan 2015 kompromete hamenus ba 70% hosi plástiku sira ne'ebé so'e ba tasi, no Uruguai ne'ebé sei tau taxa ba saku plástiku sira.

 

Empreza informátiku Dell mós afirma ona katak seu uza plástiku sira ne'ebé hasai iha tasi iha largu Haiti hodi resikla no uza iha nia produtu sira.

 

ONU afirma katak 80% hosi foer sira iha oseanu maka plástiku sira no hamosu ona estraga iha ekosistema sira ne'ebé sei presiza dolar biliaun ualu hodi rezolve.

 

Ho ritmu maka'as ne'ebé aumenta ba foer sira hanesan botir sira, saku sira ka kopo sira plástiku nian, kalkula katak iha tinan 2050 sei iha liu plástiku barak duké ikan sira iha oseanu sira.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 15:01 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

ONU apela a empresas e consumidores para reduzirem plásticos nos mares

As Nações Unidas apelaram hoje aos governos, empresas e consumidores para deitarem menos plástico para o mar, de onde se tiram anualmente oito toneladas de resíduos plásticos. 

 

Foto@ SAPO Timor-Leste

 

"Limpar os mares" é o nome da campanha que foi apresentada hoje na Cimeira Mundial dos Oceanos, que decorre até quinta-feira em Bali, na Indonésia, segundo um comunicado da organização.

 

Entre as medidas sugeridas estão reduzir o plástico nas embalagens e mudanças de hábitos dos consumidores, para que até 2020 sejam eliminadas as maiores fontes de plástico deitado ao mar: os microplásticos nos cosméticos e as embalagens descartáveis.

 

Nove países já se juntaram à campanha, como a Indonésia, que desde 2015 se comprometeu a reduzir em 70% o plástico lançado ao mar, o Uruguai, que vai taxar os sacos de plástico.

 

A empresa informática Dell também afirmou que vai usar plástico recolhido no mar ao largo do Haiti para reciclar e usar nos seus produtos.

 

A ONU afirma que 80% do lixo nos oceanos é plástico e causa estragos nos ecossistemas que custariam oito mil milhões de dólares para resolver.

 

Ao ritmo a que aumentam os resíduos como garrafas, sacos ou copos de plástico, estima-se que em 2050 haja mais plástico do que peixes nos oceanos.

 

com Lusa

horadoplaneta às 13:05 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 23.01.17

China convida Trump a combater em conjunto alterações climáticas

O Governo chinês convidou hoje a nova administração dos Estados Unidos, encabeçada por Donald Trump, a combater em conjunto as alterações climáticas e sublinhou que todos os países devem cumprir com o Acordo de Paris. 

 

 

Hua Chunying, porta-voz do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, garantiu em conferência de imprensa que Pequim tem "mantido contacto" com o novo Executivo norte-americano.

 

"A China está disposta a trabalhar com todas as partes, incluindo a nova Administração dos EUA, para continuar com o diálogo e a cooperação sobre a questão das alterações climáticas", disse Hua.

 

A porta-voz do ministério considerou o Acordo de Paris um "marco histórico", que a China tem intenção de implementar nas suas políticas domésticas e quer promover no exterior.

 

"É um feito que não foi fácil de alcançar. Todos os países deviam seguir a tendência, aproveitar a oportunidade, adotar ações e implementar o acordo para benefício das gerações futuras", referiu.

 

Hua insistiu na vontade da China de trabalhar junto com Trump, apesar das críticas do Presidente norte-americano às políticas comerciais do país asiático ou a sua aproximação a Taiwan, que Pequim considera território seu e não uma entidade política soberana.

 

"Estamos prontos para trabalhar com a nova Administração (dos Estados Unidos) de uma forma construtiva, para solucionar as nossas diferenças e evitar que perturbem as relações gerais entre os dois países", afirmou a porta-voz.

 

Durante a campanha e já como Presidente eleito, Donald Trump culpou o país asiático de "manipulação da moeda", ou "batotice", e ameaçou taxar os produtos chineses em 45%.

 

Alguns analistas consideram que poderá ocorrer uma guerra comercial entre as duas maiores economias do planeta.

 

"As guerras ou confrontações comerciais não produzirão vencedores, apenas prejudicarão os interesses de ambos e de todas as partes", afirmou Hua, que instou Washington a resolver com Pequim as suas disputas e desacordos em matéria comercial.

 

com Lusa

horadoplaneta às 21:58 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 19.01.17

Ema oho líder indíjena ambiental mexikanu ne'ebé la konkorda ho tesi ilegal ai-hun sira

Líder indíjena mexikanu, ne'ebé hetan Prémiu Ambiental Goldman iha tinan 2005, tanba luta hasoru tesi ilegal ai-hun sira, ema oho, liutiha tinan ida hafoin líder ida seluk ne'ebé simu mós Prémiu ne'e ema oho iha Honduras. 

 

Foto@ Environmental Organization Goldman Handout/EPA

 

Gabinete hosi prokurador ba Estadu Chihuahua, iha norte nasaun nian, liuhosi komunikadu ida, informa ona iha loron-kuarta katak Isidro Baldenegro, tinan 51, ema oho iha loron-domingu, iha nia tio nia uma, iha sidade Guadalupe y Calvo. Autoridade sira investiga hela motivu.

 

Prokurador sira adianta ona katak Baldenegro hetan tiru pelumenus dala neen, no tiru ne'e kona iha hirus-matan, kabun no ain sira.

 

Mane ida ho tinan 25, ne'ebé autoridade sira buka hela hanesan suspeitu, iha mós fatin akontesimentu no halai hafoin tiruteiu.

 

Fundasaun Ambiental Goldman fó sai ona komunikadu ida, hodi deklara katak "senti perturbadu tebes", tanba akontesimentu ne'e no apela ona ba investigasaun ida, hodi hatete katak Baldenegro hanesan líder hosi povu indíjena Tarahumara.

 

"Nia serbisu kontínuo, organiza protestu pasífiku sira hasoru tesi ilegal ai-hun sira iha foho sira Sierra Madre nian ajuda ona proteje ai-laran sira, rai sira no direitu sira hosi nia povu", afirma ona hosi prezidente Goldman nian, Susan R. Gelman.

 

Ativista indíjena ambiental seluk, feto hondureña ho naran Berta Caceres, ne'ebé simu ona Prémiu Goldman 2015 tanba organiza opozisaun hasoru projetu hidroelétriku ida iha rai ansentral sira hosi nia povu Lenca, ema oho iha loron 03 Marsu, bainhira mane sira ho kilat tama iha nia uma iha kalan no hahú tiru hasoru nia dala haat.

 

Observador sira hatete beibeik katak oho ativista ambiental sira akontese beibeik iha Amérika Latina. Tuir organizasaun la'ós governu nian Global Witness, ema na'in 450 resin maka ema oho iha rejiaun entre tinan 2010 no 2014.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 16:17 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Assassinado líder indígena ambiental mexicano opositor a abate ilegal de árvores

Um líder indígena mexicano, distinguido com o prestigioso Prémio Ambiental Goldman em 2005, pela luta contra o abate ilegal de árvores, foi assassinado, menos de um ano depois de outro recebedor daquele Prémio também ter sido morto, nas Honduras. 

 

Foto@ Environmental Organization Goldman Handout/EPA

 

O gabinete do procurador para o Estado de Chihuahua, no norte do país, através de um comunicado, informou na quarta-feira que Isidro Baldenegro, de 51 anos, foi assassinado no domingo, na casa do seu tio, na cidade de Guadalupe y Calvo. As autoridades estão a investigar o possível motivo.

 

Os procuradores adiantaram que Baldenegro foi alvejado pelo menos seis vezes, tendo sido baleado no peito, abdomen e pernas.

 

Um homem de 25 anos, que está a ser procurado como suspeito, também estava na casa e fugiu depois do tiroteio.

 

A Fundação Ambiental Goldman emitiu um comunicado, declarando-se “profundamente perturbada” pelo assassínio e apelou a uma investigação, salientando que Baldenegro era líder do povo indígena Tarahumara.

 

“O seu trabalho incessante, a organizar protestos pacíficos contra o abate ilegal de árvores nas Montanhas da Sierra Madre ajudou a proteger as florestas, as terras e os direitos do seu povo”, afirmou a presidente da Goldman, Susan R. Gelman.

 

Outra ativista indígena ambiental, a hondurenha Berta Caceres, que recebeu o Prémio Goldman em 2015 por organizar a oposição a um projeto hidroelétrico nas terras ancestrais do seu povo Lenca, foi assassinada em 03 de março, quando homens armados entraram na sua casa a meio da noite e dispararam sobre ela quatro vezes.

 

Observadores têm salientado que o assassínio de ativistas ambientais é comum na América Latina. Segundo a organização não-governamental Global Witness, mais de 450 foram assassinados na região entre 2010 e 2014.

 

com Lusa

horadoplaneta às 15:45 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 16.01.17

Austrália kondena Japaun tanba kasa baleia sira iha Oseanu Antártiku

Iha loron-segunda ne'e, governu Austrália kondena ona Japaun tanba hahú fali kasa baleia sira iha Oseanu Antártiku, hafoin divulgasaun hosi imajen sira hosi baleia ida ne'ebé mate iha ró japunés nia laran ne'ebé hetan iha bee sira ne'ebé iha protesaun. 

 

 

Ministru Ambiente, Josh Frydenberg, hatudu ona "deziluzaun maka'as", liutiha loron ida hafoin organizasaun Sea Shepherd fó sai fotografia sira no vídeo sira hosi baleia minke ida iha ró japunés Nisshin Maru nia laran.

 

Imajen sira hasai bainhira ró ne'e tama iha santuáriu australianu ne'ebé nakonu ho baleia, besik iha Antártida.

 

"Austrália kontra dalan oioin hodi halo kasa baleia nian, [inklui] komersial no asaun ne'ebé hanaran "sientífiku", hatete hosi Frydenberg, iha komunikadu.

 

Sea Shepherd nia kesar ne'e mosu hafoin primeiru-ministru japunés, Shinzo Abe, hasoru malu iha loron-sábadu, iha Sydney, ho nia homólogu australianu, Malcolm Turnbull, hodi ko'alia kestaun sira seguransa nasional nian, koperasaun militar no komérsiu, nune'e mós tema sira hanesan kasa baleia sira nian, no asuntu sira seluk.

 

Japaun hahú fali, iha fulan-Novembru, temporada kasa baleia sira "ho razaun sientífiku" iha bee sira Antártiku nian, nia invazaun boot daruak iha zona ba atividade sira ne'e, hafoin parajen ida tinan rua nia laran tanba orden ida hosi Tribunal Internasional Justisa nian.

 

Iha 2014, tribunal, hodi hatán ba pedidu australianu ida, desidi katak kasa baleia sira ne'ebé Japaun halo la bazeia ba siénsia ne'ebé estabelese hosi Komisaun Baleira Internasional nian.

 

To'o proibisaun ne'e, invazaun japunés sira kaer ona baleia minke hamutuk 850, baleia jubarte hamutuk 50 no baleia baibain hamutuk 50 ho razaun sientífiku nian.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 10:55 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

Austrália condena Japão por caça de baleias no Oceano Antártico

O Governo da Austrália condenou hoje o Japão por retomar a caça de baleias no Oceano Antártico, após a divulgação de imagens de um cetáceo morto a bordo de um barco japonês que se encontrava em águas protegidas. 

 

 

O ministro do Ambiente, Josh Frydenberg, manifestou "profunda deceção", um dia depois de a organização Sea Shepherd divulgar fotografias e vídeos de uma baleia minke no barco japonês Nisshin Maru.

 

As imagens foram captadas quando o baleeiro navegava dentro do santuário australiano de baleias, perto da Antártida.

 

"A Austrália opõe-se a todas as formas de caça da baleia, [incluindo a] comercial e a chamada 'científica'", disse Frydenberg, em comunicado.

 

A denúncia da Sea Shepherd surgiu depois de o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, se ter reunido no sábado, em Sydney, com o seu homólogo australiano, Malcolm Turnbull, para discutir questões de segurança nacional, cooperação militar e comércio, bem como o tema da caça de baleias, entre outros assuntos.

 

O Japão retomou em novembro a temporada de caça de baleias "com fins científicos" nas águas do Antártico, a sua segunda incursão na zona para estas atividades, após uma paragem de dois anos na sequência de uma ordem do Tribunal Internacional de Justiça.

 

Em 2014, o tribunal, em resposta a um pedido australiano, decidiu que a caça de baleia do Japão não se ajustava aos fins científicos estabelecidos pela Comissão Baleeira Internacional.

 

Até à proibição, as incursões japonesas capturaram 850 exemplares de minke, 50 de baleias jubarte e 50 baleias comuns para fins científicos.

 

com Lusa

horadoplaneta às 10:31 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 11.01.17

70% resin hosi ahu-ruin sira iha Japaun mate iha tinan 2016

70% resin hosi ahu-ruin sira iha Japaun, situa iha sudeste arkipélagu, mate ona iha tinan 2016 tanba aumentu temperatura iha bee sira, fó sai hosi estudu ida hosi Ministériu Ambiente nipóniku nian. 

 

 

Bee sira ne'ebé haleu ahu-ruin, situa iha illa Ishigaki nia oin, iha arkipélagu Okinawa, rejista ona iha veraun liubá média ida ho grau rua aas liu duké baibain, halo ahu-ruin sira lakon kór, refere hosi testu ne'ebé fó sai hosi emisora públika NHK iha loron-kuarta ne'e.

 

Departamentu ambiental halo ona ezame entre fulan-Novembru no fulan-Dezembru ba ahu-ruin, ne'ebé iha espésie ahu-ruin hamutuk 70 resin no konsidera hanesan ida ne'ebé antigu liu no boot liu iha hemisfériu norte.

 

Avaliasaun determina ona katak 70,1% hosi ahu-ruin sira mate ona tanba lakon kór.

 

Númeru ida ne'ebé hatudu aumentu maka'as relasionadu ho ida ne'ebé rejista iha fulan-Setembru no fulan-Outubru, bainhira hatete katak 97% hosi ahu-ruin sira iha brankeamentu no 56% mate ona.

 

Ministériu japunés indika ona katak temperatura tasi sira iha zona antes tuun bainhira hahú outonu no ahu-ruin balun rekupera, maibé alerta ona katak bele iha ahu-ruin barak mate no seidauk hatene katak ahu-ruin sira sei rekupera.

 

Fenómenu meteorolójiku El Niño, ne'ebé hamosu aumentu ba temperatura sira iha tasi, kontribui halakon kór hosi ahu-ruin sira iha mundu tomak iha tinan 2016, inklui ahu-ruin boot balun ne'ebé protejidu iha Austrália, Tailándia ka Maldiva.

 

Ahu-ruin sira lakon kór akontese bainhira sira hasoru mudansa temperatura, naroman no nutriente sira beibeik no maka'as.

 

Prosesu ne'e hamosu risku ba espésie ikan sira ne'ebé depende hosi ahu-ruin sira hodi sai hanesan sira nia hela fatin no hahán.

 

Iha Índiku no Pasífiku, bainhira emisaun sira hosi gás ho veneno kontinua iha nível atual, rezerva ikan sira bele tuun entre 10% no 30% iha 2050, relasionadu ho períudu 1970-2000, tuir informasaun hosi Uniaun Internasional ba Konservasaun Natureza nian.

 

ho Lusa

horadoplaneta às 15:23 | link do post | comentar | Adicionar aos favoritos

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